Ontem (13), A Sony anunciou o lançamento de seu serviço de filmes e seriados gratuito no Brasil, o Crackle (www.crackle.com.br). O objetivo é oferecer um cardápio variado, incluindo filmes completos, seriados, animações e produções originais de estúdios como Columbia Pictures, TriStar Pictures, Screen Gems e Sony Pictures Classics. A rede Crackle vai oferecer novos filmes semanalmente e manterá cerca de 150 títulos on line. Depois disso, os vídeos mais antigos devem sair do ar para dar espaço a novos conteúdos.

Os títulos são de gêneros diversos como ação, comédia, policial, suspense e ficção científica e estão disponíveis nas opções com dublagem ou legendas em português. Para assistí-los, basta entrar no site e clicar no filme. Existe a opção de criar uma conta, mas não é necessário para acessar o conteúdo. Dentre os destaques no lançamento estão os longas "MIB – Homens de Preto", "Hellboy", "Bad Boys", "O Homem sem Sombra", "O Pentelho", "Excesso de Bagagem", "Na Linha de Fogo" dentre outros, seriados como "Os Três Patetas" e "Starsky e Hutch, animações como "As Aventuras de Jackie Chan" e "Max Steel" e produções originais inéditas no Brasil como "As Regras de Bannen", "Mãe XXX" e "Bebida com Cuspe".


Tela do serviço Cracle, lançado pela Sony
Reprodução

"Estamos trazendo aos amantes do cinema os filmes favoritos e populares em uma variedade de gêneros, séries de sucesso de TV e programação original gratuitamente", diz o vice-presidente e gerente-geral da Crackle América Latina e Brasil, Jose Rivera Font. "A Crackle oferece uma experiência gratuita e sem paralelo para o espectador, nosso objetivo é ser o principal destino para quem procura conteúdo de qualidade", afirma.

O serviço foi lançado em abril de 2011 nos Estados Unidos e conta com uma média de 11 milhões de usuários únicos por mês. O Crackle se mantém com publicidade (inicialmente são veiculados anúncios dos canais Sony no Brasil) e concorre diretamente com serviços pagos como Netflix e a NetMovies, mas ainda não os supera nos países em que está disponível. Assim como os concorrentes, no futuro, o serviço também poderá ser acessado a partir de dispositivos móveis, como smartphones e tablets. O Brasil é quarto país a receber o serviço, que está presente nos EUA, Canadá e Reino Unido.