gazeta A TV Gazeta exibe nesta terça-feira, dia 1º de outubro, a partir das 23h30, uma entrevista inédita do cantor e ator Sérgio Reis no programa "A Máquina". Famoso pelo seu repertório diversificado, o cantor começou sua carreira com sucessos da Jovem Guarda.

[creditos:6b036c8900]
Divulgação / TV Gazeta [/creditos:6b036c8900]

Na entrevista a Fabricio Carpinejar, ele fala sobre um momento de insegurança, o hiato que teve depois do sucesso ‘Coração de papel’. “Eu tinha muitas músicas e dava para outros artistas gravarem. Todos gravavam e faziam sucesso e as que eu gravava não faziam”.

Durante os momentos de reflexão no programa, Sérgio fala sobre as rejeições na carreira profissional, “Quando te falam ‘não’, isso te dá muita força”. E conta que, o ‘não’ mais significativo de sua vida foi nunca ter cantado no programa Fantástico, da Rede Globo. “Naquela época, que era um acontecimento, que eu estava com o filme ‘Menino da Porteira’ estourado, eu queria cantar”, desabafa.

Em mais de 40 anos de carreira na música caipira, passou muitas noites à beira de fogueiras com parceiros, lapidando esse talento. E faz uma revelação sobre a música ‘Menino da porteira’: “Foi a música que me levou para o mundo rural, para essa pureza. Eu nunca vivi no interior, mas com o sucesso do menino da porteira, fui conhecendo um outro mundo que, para mim, nem sonhava que existia”.

No jogo ‘Inimigo Secreto’, ele teve que falar mal do apresentador Faustão, “o Faustão tem que parar de interromper os convidados nas entrevistas”, brinca. O cantor também confessa o carinho que tem pelo apresentador.

Sérgio também descreve o reencontro mais emocionante da sua vida, “Eu nasci em Santana, e antigamente, nascia-se de parteira. Eu reencontrei a minha parteira com quase 90 anos numa festa. Ela, Dona Vilma, falou: ‘Sérgio, sou a Dona Vilma que fez o teu parto’. Esse reencontro foi muito emocionante. Imagina aquela senhora, uma mulher de idade, que há tantos anos atrás me pegou no colo”, revela.