curta O documentário “Meu Nome é Gal”, dirigido por Antonio Carlos da Fontoura, traz registros de performances da cantora Gal Costa em três canções – "Saudosismo", "Não Identificado" e uma versão explosiva de "Meu Nome é Gal" – que marcaram de forma determinante o início da carreira desse grande ícone da música popular brasileira. Momentos cotidianos da cantora como seus passeios pelas ruas do Rio de fusca vermelho e sua cabeleira black power também são retratados no documentário.

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"Quando eu estava gravando com o Antônio Carlos Fontoura no centro do Rio de Janeiro, fiquei esperando dentro de uma kombi enquanto ele ajeitava a luz. Aí começou a juntar muita gente que começou a me chamar de macaco, cabeluda, piolhuda. A gente teve que sair de lá, não era fácil pra mim andar pelas ruas do Rio. Porque eu andava a caráter (risos), com essas roupas (aponta para fotos da época), com o cabelo Black power, como eu era mesmo",declara Gal Costa ao lembrar das gravações.