Olá, internautas

Nesta terça-feira (08/10), estive na sede da Band aqui em São Paulo para acompanhar a coletiva de imprensa do “MasterChef – A Revanche” que estreará na próxima semana.

Tive a oportunidade de conhecer o novo cenário do talent show. As bancadas ganharam nova disposição no estúdio. Subi até o mezanino. É mais alto do que passa na TV. E ainda tive a oportunidade de entrar no mercado da atração.

Nesta temporada, as provas serão mais longas. Ana Paula Padrão revelou que terá uma disputa com 24 horas de duração. Envolverá fermentação natural de pão. Uma outra novidade ficará por conta do relógio digital. A apresentadora brincou ao falar que não poderá esticar os segundos finais. Os programas já foram gravados, exceto a final (são 10 no total). De acordo com Ana Paula, Jacquin ficou mais “chorão” nesta edição que contará com 20 ex-participantes.

O programa de estreia exibirá duelos. Dos 20, apenas 10 ficarão na disputa. Os jurados Paola Carosella, Erick Jacquin e Henrique Fogaça desconheciam quem tinha sido selecionado entre os ex-MasterChef. Souberam somente na gravação. Paola disse que alguns, em especial, voltaram mais humildes nesta temporada.

A diretora Marisa Mestiço enfatizou que escolheu os participantes de todas as edições, inclusive a mais recente que mal saiu do ar. Helton, Haila e Juliana disputarão com outros concorrentes que adquiriram mais experiência na cozinha, após o término do programa, como Estefano Zaquini, da primeira edição.

Os jurados foram questionados sobre os comentários contundentes aos desafiantes. “A vida é feita de trancos e barrancos. A vida é feita de porrada, mano”, respondeu Fogaça. Jacquin disse que nunca se arrependeu de suas decisões no programa.

Jacquin ainda frisou que, na competição, quem decide é o sabor e não o personagem. “Se fez uma merda, é uma merda”, disparou. Já Paola ponderou: “a nossa profissão é uma religião”.

Ps: Agradeço o convite da assessoria de comunicação da Band e a atenção dada a esse espaço.

Fabio Maksymczuk