Olá, internautas

A polarização política em nosso País cada vez mais se fortalece. Nesta sexta-feira (07/11), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, diante da revisão dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a prisão após segunda instância.

Já no primeiro comício após a “libertação”, Lula atacou a TV Globo. “Eu quero lutar para mostrar que se existe uma quadrilha, é essa maracutaia que eles tentaram, ao lado da Rede Globo, de criar a imagem de que o Lula era bandido”, enfatizou. Quando ainda era presidente, o líder petista já defendia o controle social da mídia e do Conselho Federal de Jornalismo que cercearia o trabalho dos profissionais de imprensa. “O povo não é bobo. Abaixo a TV Globo” sempre foi um bordão dos simpatizantes do Partido dos Trabalhadores.

No outro polo, o presidente Jair Bolsonaro também ataca a emissora da Família Marinho. Após a veiculação da reportagem exibida no “Jornal Nacional”, em que revelou que o suspeito do assassinato de Marielle Franco, Élcio Queiroz, encontrou o outro acusado, Ronnie Lessa, no condomínio da Família Bolsonaro, afirmando que visitaria à casa do “capitão”, Bolsonaro disparou nas redes sociais:  “Estou no meu limite com vocês!…Um jornalismo podre da TV Globo. Vocês não prestam”, vociferou.

“Vocês não têm juízo, TV Globo! Vocês querem acabar com o Brasil! Vocês não têm vergonha na cara. Querem empurrar a Marielle Franco para cima de mim”, detonou. “Por que esta patifaria por parte de vocês? Deixem eu governar o Brasil. Vocês perderam. Se o processo da renovação da concessão de vocês não estiver limpo, não terá concessão nenhuma. Vocês o tempo todo infernizam a minha vida, porra!!!”, continuou.

A emissora platinada vê sob ataques dos dois polos antagônicos da mesma moeda: PT, com Lula, e PSL, com Bolsonaro.

Presenciamos ataques ao jornalismo neste momento em nosso País. Os programas jornalísticos devem ser valorizados, já que ajudam a sustentar, ainda, a nossa democracia. O telespectador precisa ficar atento a esse imbróglio político que o Brasil atravessa.

Fabio Maksymczuk