Em comemoração ao Dia Mundial da Água, celebrado neste domingo, dia 22 de março, o canal National Geographic apresenta, a partir das 14h50, uma programação especial que mostrará como os animais aquáticos vivem, o resgate de animais que sofrem com a pesca e movimentos globais para proteger o mar. Entre os destaques da programação no canal estão:

 Os Gigantes do Oceano – Mais de 50 milhões de anos atrás, os ancestrais das baleias e outros cetáceos retornaram ao oceano. Isso pode parecer um retrocesso: como um mamífero pode respirar, dar à luz, amamentar seus filhotes, dormir e se alimentar debaixo d’água? No entanto, conseguiram conquistas as profundezas do planeta inteiro e, para sobreviver, desenvolveram misteriosos meios de comunicação e novas técnicas de caça.

Resgate de Leões Marinhos – Todos os anos, centenas de milhares de animais morrem em redes de pesca descartadas ou perdidas em todo o mundo. Duas mulheres no México estão rastreando dezenas de leões-marinhos entrelaçados que estão sendo mortos lentamente por redes cortando seus pescoços. Veja como eles lideram uma equipe internacional de veterinários e especialistas em vida selvagem para capturar os leões-marinhos e realizar cirurgias delicadas para salvá-los.

Paraíso SubAquático: A defesa dos oceanos – Do produtor executivo Martin Sheen,  a produção é um conto repleto de aventuras e espetacularmente belo sobree o nascimento do movimento global para proteger o mar. Dos mundos subaquáticos de gelo aos santuários de corais reluzentes, descubra o que é preciso para criar um movimento e agregar mudanças positivas.

Em paralelo, o canal lançará em seu site uma matéria de Érico Hiller, fotógrafo colaborador do National Geographic, que atualmente trabalha num projeto sobre a crise hídrica ao redor do planeta. Com fotos inéditas de diversas partes do mundo, Hiller retrata a falta de água potável na Bolívia, Jordânia e Etiópia. “Esta é a face mais perversa da crise climática. As populações tradicionais já vivem o drama do esvaziamento e contaminação de seus recursos hídricos por grandes aquíferos, projetos agroindustriais e aumento das temperaturas”, comenta.