Olá, internautas

Luciano Huck comemora, neste ano, duas décadas de “Caldeirão do Huck”. O apresentador, após um começo turbulento, se firmou nas tardes dos sábados. As outras emissoras, por outro lado, deixaram de investir na faixa vespertina neste dia da semana. Record aboliu “O Melhor do Brasil”. Raul Gil enfrenta há anos um desgaste de sua atração que não se renovou no SBT.

Huck sobressai com formatos. “Caldeirão” encontrou um caminho ao apostar em quadros independentes dentro do mesmo programa. Um exemplo disso ocorre no “The Wall”. O telespectador já conhecia o seu “primo pobre” na emissora de Silvio Santos com o “Jogo das Fichas”.

Huck comanda o formato original que preza por um cenário estonteante. O jogo de luzes traz modernidade ao game show. É uma versão “high tech” do velho jogo de perguntas e respostas que há décadas aparece na televisão brasileira. Huck consegue trazer emoção ao show.

Sempre há algum engajamento social dos participantes que envolve o telespectador. O próprio apresentador contribui na divulgação das ONGs e projetos em suas redes sociais, principalmente o Instagram.

Neste sábado (11/07), por exemplo, os desafiantes desejavam o dinheiro para expandir a fabricação de “cadeiras de rodas” para cachorros. Em semanas anteriores, uma dupla de rapazes desejava incrementar um “cursinho pré-vestibular” para jovens carentes. E assim por diante.

“The Wall” traz torcida, emoção e expectativa. Prende o telespectador à frente da TV. Um bom quadro dentro do “Caldeirão do Huck”.

Fabio Maksymczuk