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Novela infeliz marca "O Que a Vida Me Roubou"
Vcfaz - 16 Set 2017 - 20:37


Olá, internautas

Nesta segunda-feira (11/09), o SBT exibiu o último capítulo de “O Que a Vida Me Roubou”. A novela tinha Angelique Boyer como a grande vedete para chamar a atenção do telespectador. Porém, a trama degringolou do meio para o final. Como ocorreu na recente “A Gata” (de triste memória), o enredo perdeu o rumo.

José Luis Alvares, interpretado por Luis Guzmán, é um dos personagens mais injustiçados em toda a história das telenovelas mexicanas exibidas no Brasil. O então “cabo” sofreu do primeiro ao último capítulo. Teve sua mulher roubada por Alessandro Almonte (Sebastián Rulli) que comprou Montserrat (Angelique Boyer) com cumplicidade de Graziela (Daniela Castro), mãe da jovem.

Mesmo sendo tratada como objeto, a loira, de uma hora para outra, deixou de amar José Luis para cair nos braços do seu “dono” Alessandro. A partir desse momento, “O Que a Vida Me Roubou” roubou a paciência do telespectador. Aliás, logo nos primeiros capítulos, o militar foi acusado de ter matado um agiota, foi preso, fugiu e ainda perdeu a sua mulher.

E no restante da obra, José Luis sofreu demasiadamente. E tudo era culpa dele. E, por fim, ainda mataram o “herói”, como foi assim designado nos últimos momentos da novela. De repente, ele descobriu que o seu verdadeiro amor não era Montserrat, mas Angélica (Ilithya Manzanilla). Do nada. Texto pouco convincente.

“Fininha” (Verónica Jaspeado) e “Adolfinho” (Ferdinando Valencia) formavam um dos casais mais queridos da trama. E o que fizeram? Transformaram Adolfo no Escorpíão. Ele tornou-se ajudante sanguinário do temível Pedro Medina (Sergio Sendel). Aliás, vilão de marca maior. E sem testículos... Por fim, também mataram Adolfinho e diversos outros personagens. Até a doce Nádia (Alejandra Garcia) ficou cega. Erraram a mão.

“O Que a Vida Me Roubou” tocou em um ponto nevrálgico da realidade mexicana. A influência do narcotráfico no financiamento eleitoral. No Brasil, as empreiteiras se veem envolvidas em casos de corrupção. No México, o tráfico irriga as campanhas. Pedro Medina personificava a figura do “político da família”. Era bem casado e desfrutava de um bom renome junto ao eleitorado. Uma imagem perfeita para as suas pretensões. Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Esse foi o ponto positivo do enredo.

“O Que a Vida Me Roubou” foi uma novela infeliz. A mais fraca liderada por Angelique Boyer exibida no Brasil. Como dizia Félix, José Luis deve ter salgado a Santa Ceia...

Fabio Maksymczuk



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