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[ub] TOP 5 momentos para William Waack refletir
ubaldo - 12 Nov 2017 - 18:50


Alô, caro leitor [e obviamente, cara leitora] do VCFAZ! Aqui vamos para uma coluna que chega no término de uma semana atípica, que culminou com a suspensão do jornalista William Waack da Globo, após o vazamento de um lamentávem vídeo onde o apresentador se mostra um tanto, err... como podemos dizer: racista. Pronto, esta é a palavra. Porém, vale aqui lembrar que "malhar o Judas" do momento não irá por si só resolver alguns dos graves problemas neste tema que enfrentamos em nosso complexo Brasil. Mas é mais do que necessário que Waack reflita sobre suas convicções. Por isto, eis, nesta coluna, o... o...


TOP 5 momentos para William Waack refletir


5. "Era pobre, macaca..."



[Se não abrir, [veja aqui]:

"Marcão do Povo" [cof, cof], na época apresentador do "Balanço Geral DF", da RecordTV [cof, cof, cof, cof desculpem, não compreendo este nome], se referiu à cantora Ludmilla como "pobre e macaca" por ter se portado, a seu ver, de forma arrogante numa ocasião qualquer. Na época, foi demitido pela emissora dos bispos. Pouco tempo depois, tcharaaaam - foi contratado pelo SBT. E, até hoje, procura se retratar dizendo que não quis se referir à cantora de forma preconceituosa...


[Preconceito? É claro que não!]


4. Jabor já dizia...



[Se não abrir, [veja aqui]:

O vídeo é de 2009, mas não pude confirmar ao certo se foi ao ar antes disto [se alguém souber, avise por favor]. Mas nele, Arnaldo Jabor, em pleno "Jornal da Globo" [ah, mundo que dá voltas...], dá uma pequena aula sobre racismo em exatos 1:19. E o trecho mais importante, que bem poderia ser reprisado em prime time: "O racismo vai além da cor da pele. É a necessidade de botar as frustrações de indivíduos e nações nas costas de alguém". Nada a acrescentar.


"Como é que é, não entend... Peraí.... loading..."


3. Racismo na web - parte 1



[Se não abrir, [veja aqui]:

Nossa memória anda cada vez mais fraca, temos de reconhecer. Mas todos devem se lembrar que, há pouco tempo, em 2015, Maria Júlia Coutinho, a Maju - moça do tempo do "Jornal Nacional" - sofreu ataques de racismo por meio das redes sociais. O lamentável caso foi o estopim para mudar a forma de a Globo se comunicar em relação a seu posicionamento sobre preconceito. O próprio jornal abriu espaço para que a vítima - no caso, uma figura pública - se manifestasse. Internautas e artistas da emissora lançaram a tag #SomosTodosMaju e tomaram as redes sociais. E todo o país abraçou ainda mais o trabalho de Maju, que já vinha se destacando [e, merecidamente, ganha cada vez mais espaço].

2. Racismo na web - parte 2



[Se não abrir, [veja aqui]:

Joyce Ribeiro, na época jornalista e apresentadora do SBT, passou por situação muito parecida - e em 2014. Foi alvo de um [sim, 1] ataque por meio do Facebook [mais uma vez, protegido pelo aparentemente fácil anonimato da web] e, imediatamente, se dirigiu a uma delegacia de polícia para registrar sua denúncia. Aí, se pergunta: "Ah, mas denunciar por só um ataque?". Acho pouco, meus amigos. A cada vez que uma pessoa atacada registra sua indignação, maiores serão as chances de que casos assim não se repitam. Não tenham dúvida. "A nossa riqueza está nas diferenças", falou bonito a apresentadora na época.

1. Ninguém nasce racista



[Se não abrir, [veja aqui]:

Neste vídeo, divulgado pela Globo durante o "Criança Esperança" de 2016, conseguimos ter uma ideia clara de como o preconceito [neste caso, novamente, o racial] é algo absolutamente inexistente para uma criança. Inexistente até que, infelizmente, ela se torne ciente disto, mais cedo ou mais tarde. Seja por um estímulo social [que podemos traduzir por: ignorância pura] ou mesmo por sofrerem o preconceito propriamente dito. O importante é enxergarmos que é possível lapidar toda uma geração para que isto mude, meus amigos. É preciso. É necessário.

E por enquanto...

Me despeço, meus amigos. A coluna não tinha como tema este assunto, confesso. No entanto, por particularmente acreditar que estamos num momento de imediatismo desenfreado, achei por bem relembrar alguns destes casos para que todos possamos sempre lembrar, ao ler esta coluna hoje ou daqui a 1, 2 ou 5 anos: não é só o Waack [e mais: como disse a nota oficial da Globo, Waack é um profissional respeitado, consagrado, etc, etc, etc... ninguém o desqualifica quanto a tudo isto - o que, também, não o qualifica mais do que alguém para soltar asneiras como esta e achar comum, trivial].

Assim como não é só ele, não é só o colega de trabalho, o amigo engraçadão ou o vizinho da esquina. É toda uma mentalidade que precisa de um upgrade. A brincadeirinha pode parecer inofensiva, mas hoje, com tanto acesso à informação, podemos tranquilamente dizer: não é inofensivo. Não tem graça. Eu sou responsável por isso. E você também.

o_O
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