A ESPN comemora a maior cobertura de uma Copa do Mundo já realizada na história da emissora. No total, mais de 90 profissionais estiveram na África. O investimento trouxe retorno de audiência para os canais: mais de 11 milhões de telespectadores assistiram a ESPN no Brasil. O crescimento da audiência média da ESPN no período foi da ordem de 86%, enquanto o canal concorrente registrou 62%, de acordo com dados do Ibope.

Estamos muito satisfeitos com a cobertura dos nossos profissionais e o retorno de audiência que tivemos. Não ficamos restritos ao futebol e levamos para o fã do esporte reportagens sobre a África do Sul, retratando assuntos ligados a cultura, gastronomia, política, sociedade e curiosidades do país”, destaca José Trajano, diretor de jornalismo dos canais ESPN.

A ESPN foi líder entre o público mais jovem – Homens AB 12 a 34 anos, Homens 18 a 34 anos- em várias partidas do Mundial. Em relação à audiência antes da Copa, a ESPN registrou crescimento de 343% na faixa entre 15h30 e 17h30.

Mostramos um poder de diálogo com o público jovem muito interessante. Por detrás deste feito está a parceria realizada com o Google e nossas reportagens especiais”, pontua Trajano.

Durante os jogos na África, a equipe de profissionais da ESPN saiu às ruas para produzir reportagens especiais que retrataram a história do povo sul- africano. Foram feitas entrevistas com algumas das principais testemunhas da luta que o país enfrentou contra o apartheid. A ESPN literalmente entrou na casa dos moradores do Soweto durante o jogo do Brasil com a Costa do Marfim e ainda conversou na intimidade com o bispo Desmond Tutu, um dos principais líderes contrários à segregação racial no país. Os programas também relembraram o Massacre de Shaperville, a história de Steve Biko e trouxeram conversas realizadas com os herdeiros do Levante do Soweto.

A equipe de jornalismo também esteve presente nos países que disputaram o Mundial para acompanhar as repercussões dos jogos. No Uruguai, a ESPN foi até a cidade de Canelones, na casa da família do jogador Lugano. No Paraguai foram entrevistadas a musa da Copa, Larissa Riquelme, e sua avó, uma ex-dançarina de Tango. Outras reportagens no Chile, Argentina, Brasil e em outros países foram feitas pelo time de talentos da ESPN.