"Pra viver tem que ter estômago" é a frase que vira lição de vida para o jovem Vitor, o desenhista de 21 anos que sai do interior do Rio Grande do Sul disposto a viver, trabalhar e vencer em São Paulo. Interpretado por Ian Ramil, ele é o protagonista da minissérie Tô Frito, que mostrará em oito capítulos o desafio de Vitor em encarar sozinho a passagem da casa dos pais para a maior cidade brasileira e tudo o que isso representa: superar a saudade da família, fazer novos relacionamentos, procurar trabalho para sobreviver, administrar a casa e se virar para tudo, até para fritar um ovo.

O episódio inicial de Tô Frito tem meia hora de duração. Os demais têm 15 minutos. A minissérie tem estréia nacional na Band, em 23 de agosto, próxima segunda-feira, depois do CQC.

Tô Frito na rede

A série Tô Frito possui ainda uma vida intensa na internet. Com ações de ativação assinadas pela Front, perfil do personagem em redes sociais, assinados pela Aretha, e campanha offline assinada pela JWT, o intuito é envolver o público com o mundo do personagem Vitor. Sua página no flickr www.flickr.com/photos/vitorpaz funciona como portfólio online de suas ilustrações. Seu blog http://www.vitorpaz.blogspot.com funciona como diário de viagem e o portal http://tofrito.terra.com.br abriga o site de serviços da série desde o dia 30 de julho onde o usuário encontrará dicas para situações de perrengue como lugares baratos para comer, oportunidades de emprego, etc. No Brand Channel, também hospedado pelo Terra, os usuários poderão assistir aos vídeos dos episódios, participar de chats com os atores e com a diretora da série, além de obter informações sobre os personagens.

Sinopse

Vítor é um cara que saiu da casa dos pais no interior do Rio Grande do Sul para tentar a vida sozinho em São Paulo. Tem 21 anos. No Sul, é desenhista. Em Sampa, artista gráfico.

Vítor aluga um apezinho, quarto e sala com cozinha conjugada. Como tem pouco dinheiro, não pode comer fora e faz as suas primeiras incursões na cozinha. É no armazém de Dona Zenaide que ele se abastece para suas incursões culinárias. Dona Zenaide logo vai virar uma mãe para Vítor em São Paulo.

Vítor passa a buscar trabalho como freela. Quer ilustrar para revistas, jornais, sites e agências de propaganda. Tudo é novo pra ele. Vai enfrentando o engarrafamento da cidade e as panelas da sua cozinha.

Faz amigos: Bira, Felipe, Karin. Apaixona-se por Clara, uma encantadora garota que veio do Recife e que, apesar do nome, intriga Vítor com obscuros telefonemas recebidos muito fora de hora e atendidos em voz baixa.

Os amigos de Vítor também se apaixonam, o problema é que Bira, charmoso pé rapado, e Felipe, charmoso endinheirado, se apaixonam pela mesma Karin. Esta faz a sua escolha: prefere se dedicar aos dois.

Os percalços são muitos, a fome de viver maior ainda. Vítor tem que enfrentar desde a ira do seu pai que não quer o filho longe da gauchíssima São Chico até as manias temperamentais de um editor que passa a encomendar seus desenhos. Ao longo da série, Vítor descobre os mistérios de Clara, descobre jeitos de gostar de São Paulo e, o que é mais incrível, descobre que tem jeito pra cozinhar.