Cinco grandes eventos que ocasionaram extinção em massa já aconteceram na história da Terra. O sexto pode estar em curso agora – um legado trágico da “Era do Homem”, período em que dominamos e destruímos a natureza.

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Racing Extinction: Vida em Extinção, especial de uma hora e meia de duração que o Discovery e o Animal Planet levam ao ar no Brasil nesta quarta-feira, 2 de dezembro, às 21h, se infiltra no mercado clandestino de espécies ameaçadas de extinção com a missão de expor o submundo do tráfico e registrar os esforços para evitar que a humanidade seja responsável pelo fim da biosfera que evoluiu ao longo de bilhões de anos.
A produção é dirigida por Louie Psihoyos, documentarista que venceu o Oscar em 2010, com The Cove. Para realizar o documentário, Psihoyos aliou-se novamente a The Ocean Preservation Society (OPS), formando a mesma equipe de The Cove, além de artistas e ativistas.

A produção documenta uma rede de tráfico que movimenta bilhões de dólares – animais raros são mortos para se transformarem em remédios milagrosos sem eficácia comprovada, itens de coleções ilegais e pratos servidos em restaurantes sofisticados. Coragem é imprescindível para o trabalho investigativo de alto risco, e a tecnologia de ponta possibilita a captação de imagens inéditas dos mercados clandestinos e análises comparativas que revelam a relação entre a extinção das espécies e as taxas de emissão de gases poluentes.

"Com a ajuda do Discovery nessa empreitada, podemos criar um ponto de inflexão e começar a mudança necessária para preservar o planeta do qual depende a vida de todas as espécies", afirma Louie Psihoyos. "Nunca houve um momento mais importante para o planeta do que este que vivemos agora: as decisões que tomarmos no futuro próximo terão impacto sobre a Terra nos próximos milhões de anos".

A exibição de Racing Extinction: Vida em Extinção marca o início de uma campanha global que levará a hashtag #StartWith1Thing e tem por objetivo convidar o público a rever seus hábitos e tomar atitudes que, reunidas em escala global, podem, literalmente, ajudar a salvar o planeta.

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