A cultura popular diz que “o sangue fala mais alto” e a realidade comprova que a máxima funciona para o bem e para o mal – enquanto a maioria das pessoas protege familiares a qualquer custo, não faltam casos de rivalidade, disputas, ódio e traições dentro do próprio círculo familiar.

Com estreia nesta sexta-feira, 12 de janeiro, às 23h10, no Investigação Discovery, a sexta temporada de Assassinatos em Família reconstitui casos de relações familiares doentias, que terminam de maneira tão trágica quanto misteriosa. Os crimes relatados pela série foram premeditados por familiares que aproveitaram a proximidade com suas vítimas para forjar álibis e acobertar a autoria.

Jornalistas, testemunhas e oficiais envolvidos nas investigações contam às câmeras como os sorrisos dos porta-retratos foram parar em perfis de páginas policiais, enquanto dramatizações reconstituem a derrocada dos lares.

A cada episódio, um caso diferente é contado pela série – desde os bons tempos, em que a harmonia era prioridade, até os bastidores de conspirações armadas para encurralar e assassinar aqueles que há pouco dividiam espaço nas reuniões familiares.

No episódio de estreia da nova temporada, Constance e Ronald Tomich são o típico “casal 20”. Ele é paisagista e ela é uma mãe dedicada de duas meninas. O passatempo predileto dos Tomich é ir ao parque, onde Ronald explica seu hobbie de pesquisa sobre fungos às filhas – a mais velha delas, Alyssa, é filha biológica apenas de Constance, mas Ronald a registrou com seu nome e, ao tornar-se padrasto, passou a agir como pai da adolescente. Aos 16 anos, Alyssa tem um namorado que não agrada a Ronald.