oi A operadora de multisserviços Oi registrou no primeiro trimestre de 2013 resultados que estão em linha com o guidance financeiro projetado pela companhia para este ano e são sustentados por um robusto desempenho operacional. A receita líquida total alcançou R$ 7 bilhões, com alta de 3,5% em relação a igual período de 2012. Os investimentos encerraram o trimestre em R$ 1,7 bilhão, volume 55% superior ao realizado no primeiro trimestre do ano passado. A base de clientes (Unidades Geradoras de Receita – UGRs) somou 74,7 milhões, aumento de 5,5% nos últimos 12 meses. O lucro líquido no período foi de R$ 262 milhões.

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Um dos destaques do trimestre foi o segmento de TV por assinatura, em que a companhia registrou crescimento da base de clientes de 11% no trimestre e 111% na comparação anual. Em banda larga fixa, o crescimento foi de 3% no trimestre e 14% na comparação com o primeiro trimestre de 2012. Ao mesmo tempo, a Oi vem apresentando uma redução progressiva das desconexões líquidas na telefonia fixa residencial nos últimos 12 meses. No primeiro trimestre, houve apenas 458 mil desconexões, contra 1,1 milhão em igual período de 2012. No segmento Mobilidade Pessoal, a Oi obteve crescimento de 10% na receita em relação ao mesmo período do ano passado e de 5,6% no número de clientes na comparação ano a ano. Já no segmento Corporativo/Empresarial, foi registrado um aumento de 10% no número de clientes na comparação anual.

O resultado do trimestre foi positivo e em linha com as expectativas da companhia e do mercado. O sucesso na estratégia comercial de focar em produtos convergentes para o segmento Residencial, no crescimento da base de pós-pago e em soluções completas de TI e telecomunicações para o segmento Corporativo e Empresarial refletiu em aumento de receita. Além disso, a forte disciplina na gestão de custos e despesas impactou positivamente o Ebtida, que cresceu 7% no comparativo anual”, afirma Alex Zornig, diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Oi. “Estamos focados em aumentar a nossa participação de mercado – especialmente em banda larga, TV paga e serviços voltados ao cliente de alto valor –, manter nossa margem e garantir retorno aos acionistas. O resultado deste primeiro trimestre confirma a trajetória de crescimento iniciada no ano passado”, avalia Zornig.

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