Um programa na TV para debater quatro temas polêmicos que norteiam as escolhas cotidianas dos brasileiros: Preconceito, Consumo, Fé e Educação. De 4 a 7 de julho, vai ao ar no Canal Futura a série Por que a gente é assim? – um projeto que reúne curtas-metragens realizados por produtores de cinema de diversas partes do Brasil e debates mediados pelo jornalista e escritor Arthur Dapieve.

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Em cada episódio, Dapieve recebe um time de convidados para discutir os assuntos propostos. Na estreia sobre Preconceito, por exemplo, estarão reunidos pessoas que sofrem na pele a discriminação, como o ator Pedro Monteiro e a atriz Simone Mazzer. Participam ainda a doutora em Educação Beatriz Cardoso e a doutoranda em Ética e Filosofia Política, Ana Luisa da Gama e Souza.

Sobre o tema Consumo, convidados como André Trigueiro, Francisco Bosco e Armando Strozenberg discorrem sobre o impacto da publicidade nos consumidores a partir do curta-metragem paulista O carro do ano, um dos três documentários que integram o programa.

Já em, a discussão gira em torno das diferentes religiões, com a participação de budistas, ecumênicos e evangélicos, entre outros. Borboletas Amarelas…, o curta-metragem que abre o debate, conta a histórias das remanescentes de um credo no interior do Paraíba. Já o filmete A Grande Comissão, de Cavi Borges, fala sobre a religião evangélica e seus pregadores.

No último episódio da série, sobre Educação, o tema central será a situação de ensino no país. O professor e diretor de teatro Amir Haddad, o estudante disléxico Felipe Flores e a antropóloga Regina Novaes são alguns dos debatedores.

Mais do que concordar ou discordar, o Por que a gente é assim? quer contar histórias reais e, a partir daí, estimular a reflexão. O projeto também se desdobra em um site com notícias e artigos e em ações presenciais, como apresentações de teatro nas ruas e debates com a sociedade.

"Queremos discutir e aprofundar como escolhas e comportamentos de brasileiros – em diferentes contextos – informam nossos valores hoje. Como encaramos a escola? Realmente a valorizamos? Como reagimos ao poder e ao preconceito? Como a fé nos ajuda a seguir? Não pretendemos responder, mas mostrar as respostas que já estão aí e discuti-las coletivamente", explica o diretor do projeto, Guilherme Coelho.

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