Na mente dos assassinos estão questões centrais para explicar crimes que intrigaram e revoltaram a sociedade: como um pai pode matar a própria filha, por que um jovem de futuro promissor foi capaz de abrir fogo contra estranhos, quais as motivações de homicidas em série e as fantasias doentias que levaram a crimes brutais. A partir de sábado (27), o Investigação Discovery recorre a psiquiatras e psicólogos para analisar dez casos de homicídio que comoveram o Brasil e mobilizaram a opinião pública com a estreia da produção local "Anatomia do Crime".

Em cada episódio de meia hora, um caso é relembrado em análises que traçam os perfis psicológicos dos criminosos a partir de dados oficiais. Entre os casos trazidos pela série estão os assassinatos das crianças Isabella Nardoni e Ives Ota, e o da advogada Mércia Nakashima. Os homicídios cometidos pelo maníaco do Parque, pelo maníaco da Cantareira e por Farah Jorge Farah também são relembrados pela série na primeira temporada.

Informações colhidas nos inquéritos evocam os fatos narrados conforme as conclusões da polícia e revelam detalhes das investigações e dos julgamentos. As cenas dos crimes, as circunstâncias que os antecederam e os possíveis vínculos entre esses dados e quadros psicológicos e psiquiátricos que podem ser gatilhos da conduta homicida são abordados nas palavras de profissionais como o psiquiatra forense Guido Palomba, e Christian Costa, criminólogo do CECCRIM – Centro de Estudos em Comportamento Criminal.

Ao traçar os perfis psicológicos dos criminosos, a produção ajuda a esclarecer as circunstâncias que cercam os homicídios, como também os acontecimentos prévios e relacionados, em análises vão além da manchetes publicadas sobre os casos.

"Anatomia do Crime" estreia dia 27 de maio, às 22h no Investigação Discovery.