Uma nova realidade na área da saúde tem trazido preocupação a médicos e pacientes. Desde 2008, o número de gestantes com sífilis aumentou 360%, saltando de 8 mil casos para mais de 28 mil em 2015, no país. Apesar do crescimento tão rápido, são poucas as pessoas que, de fato, sabem o que é a doença, que está entre as sexualmente transmissíveis. O ‘Profissão Repórter’ desta quarta-feira, dia 18 de maio, aborda o tema e mostra qual é a real situação da sífilis em São Paulo.

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Em uma maternidade pública da capital paulista, Caco Barcellos conhece algumas gestantes que estão em tratamento para evitar a transmissão vertical, de mãe para filho. Nos casos mais graves, a doença pode causar cegueira, surdez, convulsões, deficiência mental e até a morte do bebê.

Por conta da disseminação acelerada desta bactéria, a informação sobre o que ela provoca e seus meios de prevenção também deveriam estar na ponta da língua dos adolescentes. Mas a repórter Danielle Zampollo mostra que, em bailes funk de São Paulo, os jovens desconhecem a sífilis. Uma moça de 13 anos já teve vários parceiros sexuais e não sabe nada sobre a doença.

Outra população bastante atingida pela sífilis é a dos usuários de drogas, moradores de rua: metade deles está contaminada. Estevan Muniz revela como agentes de saúde da prefeitura paulistana se aproveitam do café da manhã oferecido por uma igreja do centro para falar sobre doenças sexualmente transmissíveis.

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