Abril também é mês de retrospectiva. No último ‘Amor & Sexo’ da temporada, Fernanda Lima e seus jurados vão ver e relembrar juntos os momentos mais surpreendentes, as cenas mais inusitadas e as performances mais ousadas da história do programa. “Mais uma temporada chega ao fim. Foram meses de reuniões, ensaios, encontros, desencontros, sonhos, insônias, gargalhadas e lágrimas até irmos para o estúdio, mas na hora do ‘gravando’, tudo ficou direito”, comemora a apresentadora.

Acho que não existe no Brasil um programa que contribua tanto para fazer as pessoas pensarem e viverem melhor. As pessoas, aos poucos, estão percebendo que a nudez é uma coisa natural”, pondera a sexóloga Regina Navarro Lins. “É um programa necessário, que emociona”, completa a atriz Mariana Santos. Dentro ou fora do ar, o clima é dos melhores. “Somos companheiros, amigos, é uma suruba maravilhosa”, brinca o figurinista Dudu Bertholini.

Na lista de situações memoráveis estão Rodrigo Hilbert de drag queen, coreografias incríveis de abertura e encerramento do programa, provas de amor no palco e as múltiplas formas de nudez exibidas. “Eu estou em transformação a cada temporada, aprendo muito”, diz José Loreto, que destaca o dia em que se apresentou com dança burlesca de salto alto. Novato na equipe, Eduardo Sterblitch lembra da sua estreia, de sunga, em um barril como um ‘homem em desconstrução’: “Eu estava nervoso, não queria fazer nada de errado. Sempre fui fã e queria fazer parte do programa de um jeito legal”. Veterano na atração, Otaviano Costa revê a cena em que tirou a roupa no palco. “Acho que o que mais me marcou aqui foi o nudismo”, ele.

Machismo, diversidade, empoderamento feminino. O que não faltou foi assunto. “A gente precisou falar sobre isso ao longo das temporadas, discutindo mentalidades e comportamentos, reclamando liberdade e respeito. Combatendo opressões e injustiças, disponibilizando o espaço que temos para representar, ocupar e dar voz a todas e todos que acreditam em uma sociedade que respeita a diversidade e a igualdade de direitos de todos os humanos”, resume Fernanda Lima.