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Demissões em grupo de ensino expõem tensão e temor em torno da reforma trabalhis
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Paulo Frank em 7 Dez 2017 - 0:42       
anos | Set 2014 | Mensagens: 1702 | Ijuí - RS
  
 

A notícia de que o grupo de ensino superior Estácio de Sá, um dos maiores do Brasil em número de alunos, havia demitido mais de mil professores viralizou nas redes sociais nos últimos dois dias. Além da cifra de de desligamentos da empresa, o episódio expôs a tensão e as dúvidas em torno da nova legislação trabalhista e certo desconhecimento sobre a aprovada no Governo de . A informação extraoficial que circulou foi a de que os supostos 1.200 professores demitidos, de um universo de pouco mais de 7.000, seriam recontratados em janeiro já sob , que entraram em vigor no mês passado. Foi dada a largada para as especulações. Seriam eles agora contratados via trabalho intermitente, pagos por hora? Ou terceirizados? A nova lei permitiria isso?

A enxurrada de críticas foi grande. Professores e alunos se revoltaram. Dezenas de políticos, especialmente da oposição, se uniram à onda dos comentários virtuais. Nelson Barbosa, ex-ministro do Planejamento do Governo Dilma, afirmou que as demissões mostravam os primeiros impactos da reforma trabalhista "sem o cuidado necessário". Em nota oficial, a Estácio confirmou que havia desligado alguns profissionais e lançado um cadastro reserva de docentes para atender possíveis demandas nos próximos semestres. Frisou, no entanto, que "todos os profissionais que vierem a integrar o quadro da Estácio serão contratados pelo regime CLT, conforme padrão no grupo". Justificou ainda dizendo que a medida tinha como objetivo manter a sustentabilidade da instituição e foi realizada dentro dos princípios do órgão regulatório. Questionada pela reportagem sobre o número de desligamentos, a assessoria de imprensa da empresa não confirmou o número de 1.200 demissões e afirmou que não divulgaria a quantidade exata de desligamentos efetuados. Informou ainda que as novas contratações não serão via trabalho intermitente, quando o funcionário é convocado esporadicamente e pago por hora. Para justificar a reestruturação da empresa, a Estácio ressaltou que muitos dos professores demitidos estavam com o salário acima da média do mercado.

O advogado Fabio Chong, sócio da área trabalhista do L.O. Baptista Advogados, explica que mesmo que , como o do trabalho intermitente, e permitido a terceirização para as atividades fins, os trabalhadores possuem certas salvaguardas e que eles estão dentro da CLT. Tanto no caso do trabalhador intermitente como no do terceirizado, é necessária uma quarentena de 18 meses para que a pessoa demitida possa ser recontratada pela empresa nessas modalidades. "Eu não posso mandar o empregado embora e recontratá-lo nessas modalidades, isso é ilegal", afirma.

A professora Vanessa Lacerda, foi uma das desligadas do Centro Universitário Estácio de Sá em Belo Horizonte. Ela contou ao EL PAÍS que assim como outros colegas, foi convocada para uma reunião nesta segunda-feira com a direção da universidade. "Quando cheguei, eles me comunicaram que eu estava sendo desligada da Estácio. Não por um motivo pessoal, mas pela reestruturação da empresa. Assim como eu, vários colegas escutaram o mesmo: 54 professores de BH foram demitidos, de um total de cerca de 350", conta. Segundo a professora que ministrava aulas de Jornalismo e Publicidade, a grande maioria já tinha mais de tempo de casa, como ela que trabalhava na instituição há 8 anos. "Todo fim de ano acontecem algumas demissões, mas a quantidade dessa vez foi muito maior. Parecido há alguns anos atrás, em 2009, quando entrei. Na época, demitiram vários professores antigos para contratar novos com a hora/aula mais barata", conta ela que especula com outros colegas se os novos profissionais serão contratados em um novo regime de contratação.
https://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economia-e-ne...;ocid=mailsignout


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Ademir em 7 Dez 2017 - 8:05       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 3926 | Paranavaí - PR
  
 

Mão de obra abundante, barata e descartável.

Esse era o objetivo da reforma trabalhista.

Quem sabe ela até consiga gerar alguns empregos, mas com salários e direitos menores!


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masilmo em 7 Dez 2017 - 9:27       
anos | Fev 2006 | Mensagens: 85 | São Paulo - SP
  
 

Ademir escreveu
Mão de obra abundante, barata e descartável.

Esse era o objetivo da reforma trabalhista.

Quem sabe ela até consiga gerar alguns empregos, mas com salários e direitos menores!



Exatamente o que o empresariado queria. Por isso o golpe foi apoiado lindamente pelos patos da Fiesp. Com dancinha e tudo!


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nelsonme em 7 Dez 2017 - 9:28       
anos | Fev 2006 | Mensagens: 356 | Itapetininga - SP
  
 

Demissão nunca é bom , mas é direito do empregador garantido pela CLT desde antes da reforma.

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satelital em 7 Dez 2017 - 10:05       
anos | Mai 2006 | Mensagens: 600 | Uberlândia - MG
  
 

masilmo escreveu
Ademir escreveu
Mão de obra abundante, barata e descartável.

Esse era o objetivo da reforma trabalhista.

Quem sabe ela até consiga gerar alguns empregos, mas com salários e direitos menores!



Exatamente o que o empresariado queria. Por isso o golpe foi apoiado lindamente pelos patos da Fiesp. Com dancinha e tudo!


Isso mesmo. mas nao podemos esquecer que as empresas sofreram demais nas ultimas decadas, com funcionarios picaretas que as roubavam nos tribunais trabalhistas


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CRISPIM em 7 Dez 2017 - 10:18       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 7501 | Itajaí - SC
  
 

Esta reportagem tem erros escrotos e sem fundamentos.

Citação
A informação extraoficial que circulou foi a de que os supostos 1.200 professores demitidos, de um universo de pouco mais de 7.000, seriam recontratados em janeiro....


Tem um tempo de carência para fazer isso, com a nova reforma trabalhista.

Quem está entrando no mercado de trabalho deverá se enquadrar com a reforma da CLT. (Consolidação das Leis do Trabalho).

Atualmente seria muito oneroso as empresas demitir um funcionário produtivo, para admitir outro estranho a empresa.


Abs.


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satelital em 7 Dez 2017 - 11:37       
anos | Mai 2006 | Mensagens: 600 | Uberlândia - MG
  
 

Ja comecou a demissao de profissionais em varias areas, e estao sendo recontratados no novo modo.
Uma amiga enfermeira disse que no hospítal que trabalha eles demitiram todos e recontrataram sobre a nova clt.


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Ademir em 7 Dez 2017 - 11:46       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 3926 | Paranavaí - PR
  
 

Infelizmente, essa será uma tendência do mercado de trabalho brasileiro, com a nova legislação.

Penso que esse tipo de legislação funciona melhor em economias desenvolvidas e países onde não existe tanta disparidade entre as classes sociais.

Onde a renda do trabalhador não seja tão baixa e o desemprego não seja tão alto como esta no Brasil.

Aqui o trabalhador, por necessidade de sobrevivência, aceitará qualquer coisa.

No Brasil, existe diferenças abissais entre as classes sociais, então primeiro se faz necessário diminuir essas diferenças, para depois implantar políticas mais liberais.


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CRISPIM em 7 Dez 2017 - 12:10       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 7501 | Itajaí - SC
  
 

satelital escreveu
Ja comecou a demissao de profissionais em varias areas, e estao sendo recontratados no novo modo.
Uma amiga enfermeira disse que no hospítal que trabalha eles demitiram todos e recontrataram sobre a nova clt.


Quase sempre e se ocorrer, é um acordo entre o empregador e o trabalhador com vantagens financeiras para ambos, porque ninguém é obrigado aceitar mudar de CLT anterior.

Nem quero defender este ou aquele que administra estes acordos, porém, na mudança da Constituição de 1988, fomos favorecidos para trabalhar entre turnos no sistema da Petrobrás de 8 horas com 4 grupos para 6 horas com 5 grupos.

Era meio cansativo este revezamento de turnos.

A empresa ofereceu com o consentimento dos empregados e sindicato, turno de 8 horas, voltou a anterior, com aumento do salário base. Todos concordaram.

É a mesma coisa que poderá ocorrer com a reforma trabalhista, CLT desatualizada para o mercado e competitividade internacional e o Brasil voltar a contratar mais pessoas, que estão desempregadas.

Alegre 2


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Larry.Tate em 7 Dez 2017 - 21:40       
anos | Out 2007 | Mensagens: 2393 | São Paulo - SP
  
 

Tem uma estagiária na minha empresa que estuda em uma unidade da Estácio aqui em São Paulo.
Lá diversos professores foram demitidos nesta semana.

Desde o começo do ano os professores já sabiam que algo iria acontecer, pois a Estácio pagava os maiores salários do mercado e a situação estava ficando insustentável.

Paciência, ser demitido é muito desagradável, já passei por isso, mas o que vale mesmo é a lei de mercado.


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