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Papo Aberto   
PM Juliane teve últimos momentos livres com bebida, beijos e dança
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Larry.Tate em 9/8/18, 21:14       
anos | Out 2007 | Mensagens: 2841 | São Paulo - SP
  
 

Soldado ficou 5 dias desaparecida após ser pega por bandidos em Paraisópolis

Rogério Pagnan
SÃO PAULO

Antes de ser capturada e depois morta por criminosos na favela de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, a policial militar Juliane dos Santos Duarte, 27, teve um intenso dia de férias.

O registro policial do crime contra a soldado, ao qual a Folha teve acesso, relata, com base em testemunhas, os últimos momentos da PM antes de seu desaparecimento na madrugada de quinta-feira (2) em Paraisópolis, comunidade com pouco mais de 60 mil habitantes, dominada pela facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).



Juliane, que estava em suas primeiras férias na corporação, foi para um churrasco por volta das 12h de quarta (1) na casa de amigos na favela.

No churrasco, Juliane conheceu Marta, 20, e Paula, 23 (nomes fictícios). Elas beberam juntas na casa dos amigos e, após o churrasco, por volta já da meia-noite de quinta-feira, foram juntas para a casa de Marta, também na comunidade.

No meio da madrugada, por volta das 3h, a cerveja acabou, e Juliane e Paula saíram em caminhada pela favela em busca de mais bebida. Marta ficou em casa.

Na primeira tentativa, as duas deram de cara com as portas fechadas do mercadinho. Juliane e Paula decidiram então pegar as cervejas na única opção da rua, o bar do Litrão, que, além da bebida, oferece porções salgadas. “Venha conferir!!!”, convida a frase em vermelho na porta do estabelecimento.

Como descrito no boletim de ocorrência, o objetivo inicial da policial era apenas comprar um engradado e voltar com Paula para a casa de Marta. Mas ali no bar, segundo testemunhas, conheceu uma moça de 25 anos, cabelos vermelhos e pele branca, com quem passou a trocar beijos.

O relacionamento com a ruiva foi interrompido temporariamente porque Marta estranhou a demora das amigas e foi até o bar atrás de Juliane e Paula. A policial se despediu da ruiva, mas logo depois convenceu Paula e Marta a retornarem ao bar para comer alguma coisa.

De volta ao estabelecimento, após pedir uma cerveja, Juliane seguiu com a jovem ruiva para o banheiro do bar e lá ficaram por bastante tempo, conforme diriam as amigas mais tarde à polícia, sem especificar a duração.

Quando retornou ao salão do bar, Juliane cometeu um erro de procedimento, segundo avaliam policiais ouvidos pela Folha. Para eles, embora seja uma tragédia indiscutível, ela se expôs em um ambiente vulnerável. A soldado ouviu um desconhecido reclamar do furto de um celular ali no estabelecimento e decidiu agir: sacou sua pistola .40, bateu-a sobre a mesa e avisou ser da PM. Disse que ninguém sairia daquele estabelecimento sem a devolução do telefone.

Talvez tudo tenha sido um mal-entendido. Segundo disseram as amigas, em seguida a policial militar colocou a arma de volta na cintura e começou a dançar com a ruiva no meio do salão.

Cerca de 40 minutos depois, porém, quando o dia já amanhecia, o bar foi invadido por quatro homens armados e encapuzados. Os bandidos queriam saber quem era a pessoa que anunciara ser policial naquela favela dominada por uma facção criminosa. Todos se calaram, incluindo a policial.

Quando os criminosos cercaram Juliane e iniciaram uma revista, as duas amigas saíram correndo sem olhar para trás e só escutaram um disparo. Minutos depois, já dentro de casa, ambas disseram ter escutado um novo estampido. Ao imaginar o pior, afirmam que decidiram voltar ao bar.

Lá, viram Juliane caída ao chão, consciente e pedindo baixinho para que as amigas não deixassem os bandidos pegarem sua carteira com sua funcional (identificação de PM). A mãe de Marta, que acompanhava a filha, decidiu arriscar e pegar a carteira, numa aparente distração dos criminosos, mas recebeu deles o aviso de que também morreria se continuasse. Parou.

A última notícia que amigas tiveram de Juliane é que ela foi arrastada pelos bandidos rua abaixo. A polícia acredita que, pelos exames periciais, a PM ficou até sábado ou domingo em poder dos criminosos e, só então, foi morta com um tiro na cabeça. Provavelmente com a própria arma.

O corpo da soldado foi achado no início da noite de segunda-feira (6) no porta-malas de um carro no bairro de Jurubatuba, a 8,5 km de onde havia sido vista pela última vez. Dois suspeitos já foram presos.

Em seu velório, amigas diziam que Juliane, em breve, estará fazendo festa no céu. “Ela era festeira, ia querer assim. Deve estar embebedando os anjos no céu”, disse a auxiliar administrativa Thaiany Iafrate, 24, amiga da policial.

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/08/...cao-e-danca.shtml


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Larry.Tate em 9/8/18, 21:26       
anos | Out 2007 | Mensagens: 2841 | São Paulo - SP
  
 

Juliane era Negra, Homossexual e Policial.

Marielle era Negra, Homossexual e Política de um partido de esquerda.

Ninguém, nenhum partido politico, de direita ou de esquerda divulgou uma única nota a respeito de Juliane.

Nenhum desses desgraçados esquerdistas, desses desgraçados dos direitos humanos se manifestaram a respeito de Juliane.

A Folha de São Paulo publica um título maldoso "PM Juliane teve últimos momentos livres com bebida, beijos e dança".
Somente um jornalista sem o menor caráter que escreve um título deste.
Qual é o problema em beber, beijar e dançar?


A diferença entre Juliane e Marielle era que Juliane era trabalhadora, defendia cidadãos nas ruas, era uma pessoa alegre e cuidava da mãe com câncer. Uma heroína de verdade! Mulher merecedora de todo respeito.

Marielle era apenas uma politica de esquerda.

Não conhecia Juliane, pra dizer a verdade nem sabia que ela existia, mas fiquei muito sentido com a morte desta mulher.

A esquerda enxerga os policiais como inimigos.


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CRISPIM em 9/8/18, 22:34       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 8455 | Itajaí - SC
  
 

Infelizmente os partidos corruptos se aliaram a bandidagem e desprezam o Estado, seu patrão que paga seu salário.

Só cobram do Estado as investigações, quando alguém de seu status ideológico, perece ou é atacado, ofendido.

A Policial morta não é para eles, mesmo.
- Por infelicidade se descuidou e foi reconhecida como uma pessoa da Lei.


Abs.


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