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Papo Aberto   
Lucas do Rio Verde-MT, um exemplo a ser seguido.
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Este tópico possui Mensagens 10 respostas e Visualizações 867 visitas.
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J.B.F.LIMA em 6 Jan 2017 - 20:06       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 1838 | Barreiras - BA
  
 

A prefeitura de Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, criou uma fábrica de artefatos de concreto ao lado do Centro de Detenção Provisória do município. Além de economizar com a produção própria, a cidade oferece uma nova oportunidade para detentos da cadeia pública local, utilizando a mão de obra dos apenados no processo fabril. O resultado é que em dois anos de projeto não há reincidência criminal entre os participantes. O modelo de Lucas do Rio Verde pode, facilmente, ser reproduzido em qualquer cidade do País. Saiba mais sobre a iniciativa clicando no vídeo.



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Emilio em 7 Jan 2017 - 20:54       
anos | Jul 2006 | Mensagens: 708 | Ourinhos - SP
  
 

Este assunto não dá IBOPE, razão pela qual não há comentários. Porém, seria de grande valia que este exemplo fosse seguido em penitenciárias, verdadeiras "fabricas de bandidos", onde ficam ociosos, maquinando o que fazer em matéria de crimes. Enquanto isso milhões são gastos do bolso do contribuinte, para alimentar bandidos, os quais nas prisões se tornam mais bandidos ainda.
LOUVÁVEL A INICIATIVA DESSE MUNICÍPIO.


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J.B.F.LIMA em 8 Jan 2017 - 12:37       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 1838 | Barreiras - BA
  
 

A postagem do vídeo nem teve intençao de dar ibope, mas pelo menos levar à reflexão, nesse momento que explode a crise penitenciária no País.

E por coincidência, eu discutia o assunto com um compadre, e sem ter visto essa iniciativa, eu disse que as prefeituras deveriam criar empresas publicas de construção e engenharia, e ao invés de abrir licitações milionárias, a prefeitura mesmo realizaria os trabalhos. Então, quando vi esse vídeo, com essa ótima iniciativa, que bate exatamente com o que penso, e ainda por está associado às possíveis iniciativas para solucionar a crise que choca o país, achei interessante trazer a discussão para este espaço.

Na minha opinião, preso não precisa ficar confinado, tem mesmo é que fazer com que eles trabalhem, possam ocupar a mente em atividades produtivas, como por exemplo, com tanta terra na região amazônica, por que não obrigar esses presos a produzirem o próprio alimento. Além da questão social, poderia até reduzir o custo absurdo de mantê-los encarcerados.


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Paulo Frank em 8 Jan 2017 - 13:37       
anos | Set 2014 | Mensagens: 1470 | Ijuí - RS
  
 

Ótimo exemplo.
Deveria ser adotado em todas as penitenciárias do país.
Trabalho para os detentos.


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Larry.Tate em 8 Jan 2017 - 14:26       
anos | Out 2007 | Mensagens: 2151 | São Paulo - SP
  
 

J.B.F.LIMA escreveu
A postagem do vídeo nem teve intençao de dar ibope, mas pelo menos levar à reflexão, nesse momento que explode a crise penitenciária no País.

E por coincidência, eu discutia o assunto com um compadre, e sem ter visto essa iniciativa, eu disse que as prefeituras deveriam criar empresas publicas de construção e engenharia, e ao invés de abrir licitações milionárias, a prefeitura mesmo realizaria os trabalhos. Então, quando vi esse vídeo, com essa ótima iniciativa, que bate exatamente com o que penso, e ainda por está associado às possíveis iniciativas para solucionar a crise que choca o país, achei interessante trazer a discussão para este espaço.

Na minha opinião, preso não precisa ficar confinado, tem mesmo é que fazer com que eles trabalhem, possam ocupar a mente em atividades produtivas, como por exemplo, com tanta terra na região amazônica, por que não obrigar esses presos a produzirem o próprio alimento. Além da questão social, poderia até reduzir o custo absurdo de mantê-los encarcerados.


Não discordo de nada de que você escreveu, mas será que o preso vai querer trabalhar?

Eu creio que eles preferem ficar batendo papo o dia todo ou jogando futebol do que trabalhar duro. Preferem fazer planos de como ganhar dinheiro fácil quando fugirem da cadeia ou cumprirem as suas penas do que se sujeitar ao trabalho.

Obviamente que existem exceções, mas penso que a maioria não quer trabalho honesto não.

Você está pensando como uma pessoa honesta e decente. Criminosos não pensam de forma honesta e decente.


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waltersandes em 8 Jan 2017 - 15:25       
anos | Fev 2006 | Mensagens: 1484 | São Paulo - SP
  
 

Larry.Tate escreveu
Obviamente que existem exceções, mas penso que a maioria não quer trabalho honesto não.

Você está pensando como uma pessoa honesta e decente. Criminosos não pensam de forma honesta e decente.


Kkkkkkkkkkkkkkkk!!!! Captei a vossa mensagem, ó enigmático Guru!!!

Verdade. Quem disse que preso neste país gosta da vida de trabalho e honestidade???
Se gostassem não estariam onde estão. Portanto, eles deveriam SIM trabalhar e duro para pagar o próprio sustento deles, e não ficarem sendo sustentados pelos que trabalham aqui fora (nós os contribuintes). E a família deles ainda recebem do INSS, o Auxílio Reclusão.

Mas não devemos esquecer uma coisa importante, neste país das desiguldades:

Não se esqueçam que, o Brasil tem os melhores e mais modernos Estádios de Futebol das Américas, estádios padrão FIFA. Isso é que é importante para o país. Temos a Vila Olímpica no RJ mais moderna e que é muito útill a toda população brasileira de Norte a Sul deste país.

O resto é balela, é conversa fiada. Um país que gasta Bilhões de $$$$$ para dar pão e circo para o povo (Copa do Mundo de Futebol 2014, Olím-piadas), vai se preocupar com recuperação de preso pra quê??? Pra quê???? Kkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!

Abs,
Walter - thumbright


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Ademir em 8 Jan 2017 - 16:19       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 3477 | Paranavaí - PR
  
 

Claro que não são todos os presidiários que podem participar de um projeto desse, mas a grande maioria pode.

Homens e mulheres, no auge de sua idade produtiva, ficarem o dia todo sem nada pra fazer.

Sem trabalhar e estudar, só vai pensar em coisa errada.

Acredito que deveria ser assim: Trabalha, diminui a pena e recebe uma quantia em dinheiro (mesmo que seja simbólica), que seria entregue nas mãos de alguém da família que o preso indicasse ou em uma conta que seria entregue ao preso quando ele deixasse a penitenciaria, para ele recomeçar a vida.

Acredito que todo trabalho deve ser remunerado.


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Larry.Tate em 8 Jan 2017 - 17:40       
anos | Out 2007 | Mensagens: 2151 | São Paulo - SP
  
 

Ademir escreveu
Claro que não são todos os presidiários que podem participar de um projeto desse, mas a grande maioria pode.

Homens e mulheres, no auge de sua idade produtiva, ficarem o dia todo sem nada pra fazer.

Sem trabalhar e estudar, só vai pensar em coisa errada.

Acredito que deveria ser assim: Trabalha, diminui a pena e recebe uma quantia em dinheiro (mesmo que seja simbólica), que seria entregue nas mãos de alguém da família que o preso indicasse ou em uma conta que seria entregue ao preso quando ele deixasse a penitenciaria, para ele recomeçar a vida.

Acredito que todo trabalho deve ser remunerado.


Na teoria tudo funciona.
De fato, ve-se muitos presos no auge da idade produtiva, gente forte e saudável.

Trabalhar. Dever eles deveriam, mas na prática funcionaria (e funciona) para poucos.

O problema não está no preso, o problema não está no sistema carcerário, o problema não está na segurança pública.
O problema está na estrutura no Brasil, que permitiu que aquele cidadão entrasse para o mundo o crime.

Nisso todos os políticos de todos os partidos tem culpa, a grande maioria de nossos políticos estão preocupados apenas em fazer politica, em ganhar eleições, em discutir eleições diretas, em discutir eleições indiretas, discutir quem vão apoiar para ser o sucessor do Renan, discutir em quem vão votar para ser o próximo presidente da câmara dos deputados. Não vejo nenhum politico preocupado em criar planos para tirar o Brasil da enrascada em que foi metido.


Quem se tornou criminoso já foi perdido para o crime, dificilmente se torna um cidadão decente e um trabalhador honesto. Esse eu dou por perdido. O que não deveria acontecer é perder os que estão nascendo agora para o crime, que é o que não para de acontecer.


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Vladi em 9 Jan 2017 - 10:09       
anos | Out 2008 | Mensagens: 147 | Tangará da Serra - MT
  
 

- lucas do rio verde a uns 400 daqui, terra do time "luverdense" série B...
- realmente municipio modelo, como sorriso, mutum, sinop, sapezal...MT.
- soja, muita soja e frigoríficos..
-"opinião" preso deve e pode trabalhar, quem não quer deveria ir pro paredão....
- politico tb. não trabalha, mas quer ver o caos pra poder arrecadar mais verbas e comissões.
- ta tudo dominado...


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Ricardo em 9 Jan 2017 - 10:51       Administração
anos | Ago 2003 | Mensagens: 5704 | Monterrey - México
  
 

A iniciativa é ótima.

Pena que Lucas do Rio Verde também é exemplo em outras áreas.. algumas bem negativas:

Água, ar e leite materno contaminado: pesquisa no MT expõe impacto dos agrotóxicos

Fonte: http://www.sul21.com.br/jornal/agua-ar-e-leite-...-dos-agrotoxicos/

Marco Weissheimer

As pesquisas sobre o impacto do uso dos agrotóxicos no Brasil ainda são insuficientes para retratar a dimensão de problemas de saúde e ambientais que já são graves e podem piorar ainda mais nos próximos anos. Em março de 2015, a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), publicou um artigo que sistematizou pesquisas sobre o potencial cancerígeno de cinco ingredientes ativos de agrotóxicos realizadas por uma equipe de pesquisadores de 11 países, incluindo o Brasil. Baseada nestas pesquisas, a agência classificou o herbicida glifosato e os inseticidas malationa e diazinona como prováveis agentes carcinogênicos para humanos e os inseticidas tetraclorvinfos e parationa como possíveis agentes carcinogênicos para humanos. Destes, a malationa, a diazinona e o glifosato são amplamente usados no Brasil. Herbicida de amplo espectro, o glifosato é o produto mais usado nas lavouras do Brasil, especialmente em áreas plantadas com soja transgênica.

A partir do levantamento publicado pela Iarc, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou uma nota oficial este ano chamando a atenção para os riscos que a exposição ao glifosato e a outras substâncias representam para a saúde dos brasileiros. Dentre os efeitos associados à exposição crônica a ingredientes ativos de agrotóxicos, o Inca cita, além do câncer, infertilidade, impotência, abortos, malformações fetais, neurotoxicidade, desregulação hormonal e efeitos sobre o sistema imunológico. O Inca e a Organização Mundial da Saúde estimam que, nos próximos cinco anos, o câncer deve ser a principal causa de mortes no Brasil.

Um monitoramento durante 7 anos em Lucas do Rio Verde

Defensores do uso dos agrotóxicos costumam citar a falta de comprovação científica desses danos. Se é verdade que as pesquisas no Brasil sobre esse tema ainda estão engatinhando, também é verdade que já há estudos localizados que fornecem fortes indícios sobre os riscos e doenças causadas pela contaminação com esses produtos. Uma das mais importantes e rica em dados foi realizada por pesquisadores da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que, entre 2007 a 2014, fizeram um trabalho de monitoramento no município de Lucas do Rio Verde (MT) para avaliar o impacto dos agrotóxicos sobre a saúde humana e o meio ambiente.

Em conjunto com professores e alunos de quatro escolas, localizadas nas áreas urbana e rural, eles avaliaram componentes ambientais, humanos, animais e epidemiológicos relacionados aos riscos dos agrotóxicos. Município com mais de 37 mil habitantes, Lucas do Rio Verde produziu, em 2012, cerca de 420 mil hectares entre soja, milho e algodão e consumiu 5,1 milhões de litros de agrotóxicos, entre herbicidas, inseticidas e fungicidas, nessas lavouras.

Os dados coletados e analisados pelos pesquisadores apontaram uma série de irregularidades e fortes indícios de contaminação humana e ambiental causada pelo uso desenfreado de agrotóxicos. Somente durante o ano de 2010, foi constatada a exposição ambiental/ocupacional/alimentar de 136 litros de agrotóxicos por habitante. Os pesquisadores também registraram pulverizações de agrotóxicos por avião e trator realizadas a menos de 10 metros de fontes de água potável, córregos, de criação de animais e de residências, desrespeitando legislação estadual sobre pulverização aérea e terrestre. Foi verificada ainda a contaminação de resíduos de vários tipos de agrotóxicos em 83% dos 12 poços de água potável (nas escolas e na cidade), contaminação de 56% das amostras de chuva recolhidas no pátio das escolas e de 25% das amostras de ar, também nos pátios das escolas. Essas amostras foram monitoradas durante dois anos.

Contaminação de 100% das amostras de leite materno

O monitoramento realizado pelos pesquisadores da UFMT e da Fiocruz também apontou a presença de resíduos de vários tipos de agrotóxicos em 88% das amostras de sangue e urina dos professores daquelas escolas. Os níveis de resíduos nos professores que moravam e atuavam na zona rural foi o dobro do verificado nos professores que moravam e atuavam na zona urbana de Lucas do Rio Verde. Além disso, foi constatada a contaminação com resíduos de agrotóxicos (DDE, Endosulfan, Deltametrina e DDT) de 100% das amostras de leite materno de 62 mães que pariram e amamentaram em Lucas do Rio Verde no ano de 2010. Os pesquisadores também encontraram resíduos de vários tipos de agrotóxicos em sedimentos de duas lagoas examinadas.

Segundo o médico Wanderley Pignati, um dos pesquisadores que coordenou o estudo, a realidade que se vê em praticamente todos os 131 municípios de Mato Grosso é a mesma: uma grande infraestrutura logística para garantir a “saúde do agronegócio” e uma estrutura absolutamente deficitária, quando não simplesmente ausente, para monitorar o impacto do uso intensivo de agroquímicos sobre a saúde da população e o meio ambiente. A pesquisa realizada em Lucas do Rio Verde constatou que não estava implantada nos serviços de saúde do município a vigilância em saúde dos trabalhadores e nem a das populações expostas aos agrotóxicos. “Na agricultura, a vigilância se resumia ao uso ‘correto’ de agrotóxicos e ao recolhimento de embalagens vazias sem questionar onde foram parar seus conteúdos”, afirma o resumo executivo do grupo que realizou o monitoramento.

As recomendações dos pesquisadores

Na avaliação de Pignati, o estudo deixou claro que a população do interior de Mato Grosso convive com a poluição por agrotóxicos que provoca doenças e danos ambientais como ocorre na poluição da bacia do Amazonas e do Araguaia, semelhante àquela constatada no Pantanal. Os pesquisadores denunciaram ainda que lideranças sociais, sindicalistas e pesquisadores foram e são “pressionados” por gestores públicos e pelo agronegócio para recuarem com as denúncias e ações no Ministério Público. Além disso, sugeriram um conjunto de medidas urgentes em defesa da saúde da população e do meio ambiente: proibição das pulverizações por avião; proibição do uso no Brasil dos agrotóxicos proibidos na União Europeia; fim dos subsídios a esses venenos; implantação nos municípios dos serviços de vigilância à saúde dos trabalhadores, do ambiente, dos alimentos e dos expostos aos agrotóxicos; implementar a transição para o modelo Agroecológico de agricultura e do Desenvolvimento Sustentável de Vida.

As pesquisas desenvolvidas na UFMT serviram de base também para o movimento popular que denunciou a “chuva” de agrotóxicos que ocorreu sobre a zona urbana de Lucas do Rio Verde. Em 2006 quando os fazendeiros dessecavam soja transgênica para a colheita, utilizando paraquat em pulverizações aéreas, uma nuvem tóxica foi levada pelo vento para a cidade e acabou dessecando milhares de plantas ornamentais, canteiros de plantas medicinais e de hortaliças. Além disso, essa nuvem de veneno provocou um surto de intoxicações agudas em crianças e idosos.

As pesquisas de Wanderley Pignati, em parceria com a Fiocruz, serviram como base do documentário “Nuvens de Veneno” (na íntegra, acima), que retrata a realidade vivida pela população que vive no interior do Mato Grosso. O documentário exige algumas das conclusões desse estudo e mostra como a aplicação de agrotóxicos por via aérea ou terrestre atinge, não só as lavouras, mas também casas, escolas e fontes de água que são utilizadas depois para abastecer a população. Para Pignati, os números obtidos neste estudo mostram que o uso dos agrotóxicos na cadeia produtiva do agronegócio contamina a lavoura, o produto, o ambiente, os trabalhadores rurais e a população do entorno. O professor da UFMT segue pesquisando esse tema e está envolvido agora em dois grandes projetos: um que está analisando a presença de resíduos de agrotóxicos nas nascentes do rio Xingú, e outro que investiga a contaminação por agrotóxicos na Chapada de Parecis. A partir destas pesquisas, ficará mais difícil decisões judiciais alegarem ausência de pesquisas e de comprovação científica para embasar posições liberando o uso de agrotóxicos.


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