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Televisão   
Turner Se Reúne Para Definir Futuro Do Esporte Interativo
As mensagens são de responsabilidade de seus autores.
Este tópico possui Mensagens 31 respostas e Visualizações 2702 visitas.
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joaozinho em 20 Mar 2017 - 9:50       
anos | Jun 2004 | Mensagens: 360 | São João Del Rei - MG
  
 

O alto comando da Turner estará no Brasil nesta segunda-feira (20) tomando decisões sobre uma série de assuntos, e entre os que mais preocupam, o futuro dos canais Esporte Interativo. A informação foi publicada pelo UOL, por Flávio Ricco.

Segundo ele, há o entendimento, visto e admitido internamente, que o modelo atual, apesar de todos os investimentos feitos, não reúne mais condições de se manter em pé por muito tempo. Ou muda ou será extinto porque os prejuízos serão inevitáveis.

Para o lugar dele, inclusive, outras possibilidades já são avaliadas, entre as quais a de se seguir simplesmente o modelo americano: continuar com os direitos já adquiridos, mas passar a se servir do TNT e Space para as suas exibições. Este é visto como o cenário mais possível.

Entre as propriedades adquiridas se incluem a Liga dos Campeões e o acerto com vários clubes brasileiros, que passa a valer a partir de 2019.

Em meio a tudo, importante lembrar, existe também a questão da AT&T, como nova dona da Time Warner. O marco regulatório brasileiro não permite que uma empresa de telefonia se aproprie de direitos relevantes no país. O campeonato brasileiro, no esporte, sem dúvida, é um deles.

fonte: http://www.esporteemidia.com/2017/03/turner-se-...ir-futuro-do.html


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mjbondioli em 20 Mar 2017 - 10:49       
anos | Jan 2017 | Mensagens: 442 | Pindamonhangaba - SP
  
 

A legislação brasileira não só está matando a tv aberta, como também a tv por assinatura.

A Globosat deve estar rindo à toa com o possível fim do EI.

Os pa$tores devem estar ansiosos, pois em breve deverão ter mais um canal para eles alugarem.


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joaozinho em 20 Mar 2017 - 11:20       
anos | Jun 2004 | Mensagens: 360 | São João Del Rei - MG
  
 

mas no outros países tb se proíbe a propriedade cruzada

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Ricardo em 20 Mar 2017 - 11:28       Administração
anos | Ago 2003 | Mensagens: 5603 | Pontes e Lacerda-MT
  
 

Citação
O marco regulatório brasileiro não permite que uma empresa de telefonia se aproprie de direitos relevantes no país.


Se não falha a memória a AT&T não atua na telefonia aqui.


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manoclem em 20 Mar 2017 - 11:56       
anos | Jan 2008 | Mensagens: 159 | Salvador - BA
  
 

Pois é, isso é para eles entenderem que canal fechado não tem força por aqui, somente os abertos. Bem feito! gostei.

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xoto em 20 Mar 2017 - 12:18       
anos | Out 2003 | Mensagens: 627 | Ilhéus - BA
  
 

Povo soh poe a culpa nas leis do Brasil e esquecem que outros países tb proibem monopolio do mercado e propriedade cruzada ou que exigem cotas de produtos nacionais tb.

Aí se o Brasil não tivesse, como na época das exclusividades SKYxFOX, DirecTVxHBO... ou a falta de series e documentarios nacionais.... reclamariam tb.


Vaí aí algumas normas de outros países


EUA

A propriedade cruzada de meios de comunicação é proibida. Assim, uma mesma empresa não pode ser proprietária de um jornal e de uma estação de TV ou de rádio na mesma cidade.

18% dos programas exibidos no horário nobre da televisão dos Estados Unidos devem ser feitos por produtoras independentes.


VENESUELA

Proíbe a transmissão de eventos ao vivo que possam "incitar a violência" e a "desordem pública" tipo UFC ou protestos.

A hereditariedade no setor está proibida. A empresa perde a concessão.


REINO UNIDO

garantir a pluralidade da programação de TVs e rádios, garantir que o público não seja exposto a material ofensivo, que as pessoas sejam protegidas de tratamento injusto nos programas, e que tenham sua privacidade invadida.

exige que todos os canais abertos (inclusive os seis canais da BBC) reservem no mínimo 25% de seu tempo de transmissão para “uma variedade e diversidade de produções independentes”.

ARGENTINA

desenvolvimento de mecanismos destinados à "promoção, desconcentração e fomento da concorrência com o fim de baratear, democratizar e universalizar" a comunicação.

Os prestadores de serviço de TV por assinatura não poderão ser titulares de um serviço de TV em uma mesma região. A lei também estabelece limites de alcance de audiência para TV a cabo e emissoras privadas. Já a TV pública tem alcance nacional.

A legislação define também que os canais abertos de televisão deverão "emitir no mínimo 60% de produção nacional", "30% de produção própria que inclua noticiários locais" e, no caso das TVs nas cidades com mais de um 1,5 milhão de habitantes, "pelo menos 30% de produção local independente".

CANADA

aplica cotas rigorosas para conteúdo nacional. As emissoras de TV particulares devem garantir que pelo menos 60% de sua programação total e 50% da programação no horário de pico de audiência sejam de origem canadense.

exige que todo o sistema de radiodifusão “inclua uma contribuição significativa do setor de produtores canadenses independentes”, no minio 5% da renda bruta do canal.


AFRICA DO SUL

pelo menos 35% do conteúdo televisivo deve ser de origem sul-africana, assim como 20% das músicas tocadas nas rádios.


MALASIA

estipula uma cota de 60% de programação nacional, tanto para televisão aberta quanto para emissoras de rádio.


UNIAO EUROPEIA

pelo menos, 50% do conteúdo da televisão seja produzido, predominantemente, com autores, trabalhadores e produtores residentes nos Estados-membros da União Européia. Este percentual exclui notícias, eventos esportivos, jogos, propaganda, serviços de tele-texto e televendas.

todas as emissoras de televisão, tanto públicas quanto privadas, devem reservar 10% de sua programação a produções independentes.


NO BRASIL

Acho que o que precisa mudar é apenas a questão de canais obrigatórios terem uma regra de conteúdo próprio minimo para evitar o comercio de ortogas de canais (Ideal, RCI, RBI, etc)
Acho que tem que ser algo superior a 50% de conteudo proprio.... nessa linha, sairia do ar, CNT, Ideal, RCI, RBI e Rede Brasil.

Esse canais não regam circulação de dinheiro... geram apenas ágil no mercado ( seja com dízimos, ou repasse do custo de propaganda)

Já canais como RIT, canção nova, Seculo 21, Novo tempo.... eles geram empregos (apresentadores, camaras, editores, produtores, etc)... nada contra!


CANAIS QUE DEIXARAM O PAIS

Canais como TLN que não tiveram interesse em investir no Brasil, e só querem vender seus produtos empuerados... Soh pra levar nosso dinheiro? melhor nem vim mesmo!


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HighlanderCarioca em 20 Mar 2017 - 12:26       
anos | Out 2014 | Mensagens: 714 | Rio de Janeiro - RJ
  
 

Essa mistura de politica, religião, empresários gananciosos, corrupção, impunidade está acabando com o que resta da República da Banânia.

Construtoras, setor de combustível, telecomunicações, frigoríficos... Só tende a piorar a situação!


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HighlanderCarioca em 20 Mar 2017 - 12:48       
anos | Out 2014 | Mensagens: 714 | Rio de Janeiro - RJ
  
 

xoto escreveu
Povo soh poe a culpa nas leis do Brasil e esquecem que outros países tb proibem monopolio do mercado e propriedade cruzada ou que exigem cotas de produtos nacionais tb.

Aí se o Brasil não tivesse, como na época das exclusividades SKYxFOX, DirecTVxHBO... ou a falta de series e documentarios nacionais.... reclamariam tb.


Vaí aí algumas normas de outros países


EUA

A propriedade cruzada de meios de comunicação é proibida. Assim, uma mesma empresa não pode ser proprietária de um jornal e de uma estação de TV ou de rádio na mesma cidade.

18% dos programas exibidos no horário nobre da televisão dos Estados Unidos devem ser feitos por produtoras independentes.


VENESUELA

Proíbe a transmissão de eventos ao vivo que possam "incitar a violência" e a "desordem pública" tipo UFC ou protestos.

A hereditariedade no setor está proibida. A empresa perde a concessão.


REINO UNIDO

garantir a pluralidade da programação de TVs e rádios, garantir que o público não seja exposto a material ofensivo, que as pessoas sejam protegidas de tratamento injusto nos programas, e que tenham sua privacidade invadida.

exige que todos os canais abertos (inclusive os seis canais da BBC) reservem no mínimo 25% de seu tempo de transmissão para “uma variedade e diversidade de produções independentes”.

ARGENTINA

desenvolvimento de mecanismos destinados à "promoção, desconcentração e fomento da concorrência com o fim de baratear, democratizar e universalizar" a comunicação.

Os prestadores de serviço de TV por assinatura não poderão ser titulares de um serviço de TV em uma mesma região. A lei também estabelece limites de alcance de audiência para TV a cabo e emissoras privadas. Já a TV pública tem alcance nacional.

A legislação define também que os canais abertos de televisão deverão "emitir no mínimo 60% de produção nacional", "30% de produção própria que inclua noticiários locais" e, no caso das TVs nas cidades com mais de um 1,5 milhão de habitantes, "pelo menos 30% de produção local independente".

CANADA

aplica cotas rigorosas para conteúdo nacional. As emissoras de TV particulares devem garantir que pelo menos 60% de sua programação total e 50% da programação no horário de pico de audiência sejam de origem canadense.

exige que todo o sistema de radiodifusão “inclua uma contribuição significativa do setor de produtores canadenses independentes”, no minio 5% da renda bruta do canal.


AFRICA DO SUL

pelo menos 35% do conteúdo televisivo deve ser de origem sul-africana, assim como 20% das músicas tocadas nas rádios.


MALASIA

estipula uma cota de 60% de programação nacional, tanto para televisão aberta quanto para emissoras de rádio.


UNIAO EUROPEIA

pelo menos, 50% do conteúdo da televisão seja produzido, predominantemente, com autores, trabalhadores e produtores residentes nos Estados-membros da União Européia. Este percentual exclui notícias, eventos esportivos, jogos, propaganda, serviços de tele-texto e televendas.

todas as emissoras de televisão, tanto públicas quanto privadas, devem reservar 10% de sua programação a produções independentes.


NO BRASIL

Acho que o que precisa mudar é apenas a questão de canais obrigatórios terem uma regra de conteúdo próprio minimo para evitar o comercio de ortogas de canais (Ideal, RCI, RBI, etc)
Acho que tem que ser algo superior a 50% de conteudo proprio.... nessa linha, sairia do ar, CNT, Ideal, RCI, RBI e Rede Brasil.

Esse canais não regam circulação de dinheiro... geram apenas ágil no mercado ( seja com dízimos, ou repasse do custo de propaganda)

Já canais como RIT, canção nova, Seculo 21, Novo tempo.... eles geram empregos (apresentadores, camaras, editores, produtores, etc)... nada contra!


CANAIS QUE DEIXARAM O PAIS

Canais como TLN que não tiveram interesse em investir no Brasil, e só querem vender seus produtos empuerados... Soh pra levar nosso dinheiro? melhor nem vim mesmo!


Tá, mas as leis nos países sérios são para proteger conteúdos nacionais em TVs ABERTAS, aqui no Brasil querem mexer até em TVs pagas!


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mjbondioli em 20 Mar 2017 - 12:51       
anos | Jan 2017 | Mensagens: 442 | Pindamonhangaba - SP
  
 

xoto escreveu
Povo soh poe a culpa nas leis do Brasil e esquecem que outros países tb proibem monopolio do mercado e propriedade cruzada ou que exigem cotas de produtos nacionais tb.

Aí se o Brasil não tivesse, como na época das exclusividades SKYxFOX, DirecTVxHBO... ou a falta de series e documentarios nacionais.... reclamariam tb.


Vaí aí algumas normas de outros países


EUA

A propriedade cruzada de meios de comunicação é proibida. Assim, uma mesma empresa não pode ser proprietária de um jornal e de uma estação de TV ou de rádio na mesma cidade.

18% dos programas exibidos no horário nobre da televisão dos Estados Unidos devem ser feitos por produtoras independentes.


VENESUELA

Proíbe a transmissão de eventos ao vivo que possam "incitar a violência" e a "desordem pública" tipo UFC ou protestos.

A hereditariedade no setor está proibida. A empresa perde a concessão.


REINO UNIDO

garantir a pluralidade da programação de TVs e rádios, garantir que o público não seja exposto a material ofensivo, que as pessoas sejam protegidas de tratamento injusto nos programas, e que tenham sua privacidade invadida.

exige que todos os canais abertos (inclusive os seis canais da BBC) reservem no mínimo 25% de seu tempo de transmissão para “uma variedade e diversidade de produções independentes”.

ARGENTINA

desenvolvimento de mecanismos destinados à "promoção, desconcentração e fomento da concorrência com o fim de baratear, democratizar e universalizar" a comunicação.

Os prestadores de serviço de TV por assinatura não poderão ser titulares de um serviço de TV em uma mesma região. A lei também estabelece limites de alcance de audiência para TV a cabo e emissoras privadas. Já a TV pública tem alcance nacional.

A legislação define também que os canais abertos de televisão deverão "emitir no mínimo 60% de produção nacional", "30% de produção própria que inclua noticiários locais" e, no caso das TVs nas cidades com mais de um 1,5 milhão de habitantes, "pelo menos 30% de produção local independente".

CANADA

aplica cotas rigorosas para conteúdo nacional. As emissoras de TV particulares devem garantir que pelo menos 60% de sua programação total e 50% da programação no horário de pico de audiência sejam de origem canadense.

exige que todo o sistema de radiodifusão “inclua uma contribuição significativa do setor de produtores canadenses independentes”, no minio 5% da renda bruta do canal.


AFRICA DO SUL

pelo menos 35% do conteúdo televisivo deve ser de origem sul-africana, assim como 20% das músicas tocadas nas rádios.


MALASIA

estipula uma cota de 60% de programação nacional, tanto para televisão aberta quanto para emissoras de rádio.


UNIAO EUROPEIA

pelo menos, 50% do conteúdo da televisão seja produzido, predominantemente, com autores, trabalhadores e produtores residentes nos Estados-membros da União Européia. Este percentual exclui notícias, eventos esportivos, jogos, propaganda, serviços de tele-texto e televendas.

todas as emissoras de televisão, tanto públicas quanto privadas, devem reservar 10% de sua programação a produções independentes.


NO BRASIL

Acho que o que precisa mudar é apenas a questão de canais obrigatórios terem uma regra de conteúdo próprio minimo para evitar o comercio de ortogas de canais (Ideal, RCI, RBI, etc)
Acho que tem que ser algo superior a 50% de conteudo proprio.... nessa linha, sairia do ar, CNT, Ideal, RCI, RBI e Rede Brasil.

Esse canais não regam circulação de dinheiro... geram apenas ágil no mercado ( seja com dízimos, ou repasse do custo de propaganda)

Já canais como RIT, canção nova, Seculo 21, Novo tempo.... eles geram empregos (apresentadores, camaras, editores, produtores, etc)... nada contra!


CANAIS QUE DEIXARAM O PAIS

Canais como TLN que não tiveram interesse em investir no Brasil, e só querem vender seus produtos empuerados... Soh pra levar nosso dinheiro? melhor nem vim mesmo!


No Brasil tem de jogar a legislação no lixo e criar outra.
Essa daí só serve para beneficiar a Globo.
Na Argentina já permitem a participação estrangeira como acionista em canais de tv.


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STOLEDO em 20 Mar 2017 - 16:04       
anos | Dez 2010 | Mensagens: 858 | Borda da Mata - MG
  
 

se os canais não pertencessem aos políticos, talvez tivessem legislação favorável a um conteúdo melhor. já a tv paga , não deveria ter interferência , a não ser de quem paga.

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