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Punho de Ferro é uma gigantesca e aborrecida bagunça
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Este tópico possui Mensagens 4 respostas e Visualizações 217 visitas.


Ricardo em 27 Mar 2017 - 0:39       Administração
anos | Ago 2003 | Mensagens: 5487 | Pontes e Lacerda-MT
  
 


Punho de Ferro é uma gigantesca e aborrecida bagunça

Fonte: http://www.ligadoemserie.com.br/2017/03/critica...nca/#.WNh66aLmPBU


Parte I | episódios 1 a 8 | Sem spoilers

Há um quê de insurgência na trajetória das três primeiras séries da Marvel na parceria com a Netflix: um advogado cego, uma detetive resignada no vício e um ex-prisioneiro injustiçado que encontram no vigilantismo um significado maior para suas vidas nos esquecidos subúrbios de uma grande metrópole. É nessa linha, pelo menos à princípio, que Punho de Ferro estabelece seu heroi Danny Rand (Finn Jones, de Game of Thrones). Vi oito (de 13) episódios desta primeira e, tomara, única temporada, que estreia nesta sexta 17 de março no serviço de streaming.

A quarta aventura do acordo que vai reunir o grupo Defensores até começa promissora e razoavelmente bem, mostrando a chegada do rapaz quase indigente à Nova York, até ensaiando algum alívio cômico aqui e ali. Ele havia sofrido um acidente de avião com os pais quando criança e sobreviveu na cidade etérea de K’un Lun, depois de ter sido resgatado por monges. O local, segundo o cânone, somente aparece em plano terrestre periodicamente e, por conta disso, ele cresceu e se tornou um mestre de kung-fu e um dos poucos a dominar a arte do… Punho de Ferro (um soco brilhante e forte que aparece e desaparece quando o roteiro assim exige).

Vivendo como um mendigo nas ruas de Nova York (ainda que por 10 minutos), Danny precisa provar que é o legítimo herdeiro das empresas Rand, hoje comandada pelo casal de irmãos que eram seus amigos de infância. Falhando em estabelecer o que é ser um “Punho de Ferro”, bem como o conceito e a natureza de K’un Lun, a série nos atira em um interminável e aborrecido drama corporativo (refletido inclusive nas fotos oficiais da série que ilustram este texto).

Aliás, é curioso que durante os capítulos iniciais, grande parte da narrativa é gasta com Danny tentando convencer de todas as formas possíveis e impossíveis que ele é quem diz ser para Joy e Ward Meachum (Jessica Stroup e Tom Pelphrey). Até num manicômio jogam ele (também por 10 minutos). Porém, quando esse conflito não é mais necessário, Rand consegue, a partir daí, provar quem ele é pra quem quer que seja, incluindo pra advogada Jeri Hogarth (Carrie Anne-Moss), apenas confirmando uma ou duas informações sobre seu passado.

Na trama Rand erraticamente acaba envolvido nos planos da Mão e é isso que aparentemente vai fazer com que os quatro herois se encontrem, com a ajuda de um easter egg do universo Marvel (leia-se Claire Temple). Mas em vez de colocar o especialista em luta nas ruas perseguindo bandidos e, quem sabe, esbarrando com Luke, Jessica ou Matt, o drama se desenrola em reuniões, salas de conferência, coletivas de imprensa e coberturas caras, repleto de jargão empresarial, conselhos, conselheiros, votos, sócios majoritários… argh. O que aconteceu aqui? Cadê o kung-fu? É só lá do meio pra frente que ele de fato põe a mão na massa, e olhe lá.

É com esse tipo de roteiro que estamos lidando, e não me surpreendi ao ver os nomes Scott Buck e Scott Reynolds, que cometeram as últimas temporadas de Dexter, como responsáveis criativos dessa atração. Mas antes “conveniência narrativa” fosse o único problema de Punho de Ferro. Não é. Trazendo provavelmente as lutas menos inspiradas de todas as produções desta franquia, o drama tem um protagonista nada carismático e sem um objetivo claro, e que jamais convence como “mestre supremo das artes marciais”, ainda mais quando literalmente nos obriga a testemunhar um playboy com ar de europeu tentando ensinar a sensei oriental Colleen (a ótima Jessica Henwick) como lutar na arte que ela já domina e, cof cof, ensina. Ela é a única personagem nova realmente interessante e minimamente coerente em toda a trama e é Colleen quem devia estar ensinando Rand a controlar suas habilidades que não estão 100% dominadas.

Mansplanning e whitewashing de lado, Punho de Ferro sequer entretém como seus antecessores. Não que Demolidor, Jessica Jones e Luke Cage não tenham suas doses de problemas, pois têm, mas essas séries possuem identidades próprias (e um design de produção único e caprichado), protagonistas fortes, interessantes e que sistematicamente funcionam no universo em que são inseridos. O texto é mergulhado em diálogos expositivos e personagens mal construídos, cujas motivações (incluindo as do protagonista) são mais voláteis que o temperamento do Hulk (apenas para manter as referências na mesma casa) e as lutas claramente tentam emular as ótimas sequências vistas em Demolidor.

Assim não dá pra entender por que às vezes ele parece ter feito um voto de pobreza para, instantes depois, aparecer de terno controlando uma multinacional sem nunca ter tido o menor treinamento para conduzir qualquer tipo de negócio, ao mesmo tempo em que quer desvendar um esquema de tráfico de drogas dentro da empresa que acabara de assumir e até mesmo militar em uma causa ambiental. Em linhas gerais, Punho de Ferro quis, ao mesmo tempo, estabelecer e desenvolver um novo grupo de personagens, estabelecer e desenvolver os vilões da vez (que continuam péssimos, viu Marvel?), amarrar as pontas deixadas pelas séries antecessoras e costurar tudo num bem bolado para entregar para Defensores daqui a alguns meses. Nem uma criança hiperativa é tão dispersa quanto essa série.

Não foi a melhor das ideias. Não foi a melhor das execuções. Há algumas cenas mais avançadas (incluindo a do “””grande””” duelo do Punho de Ferro com o Tentáculo e, mais à frente, numa China pessimamente emulada no ~Brooklyn) que me deixaram com vergonha do que estava assistindo. Punho de Ferro é problemática do início até onde vi e, pelo andar desse barco, duvido muito que os últimos cinco capítulos que não vi vão magicamente consertar esse enorme deslize em forma de série. Que venham logo esses Defensores pra tirar esse gosto amargo da boca.


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Ricardo em 27 Mar 2017 - 0:47       Administração
anos | Ago 2003 | Mensagens: 5487 | Pontes e Lacerda-MT
  
 


A série é muito fraca. O roteiro é tosco.

Você começa a assistir e pensa: ok, vai melhorar e pah! Piora!!

Muito sem noção. É preciso muita força de vontade para seguir assistindo. Netflix já fez coisas melhores, mas que ultimamente tem produzido variantes alternativas de um Sense8 sem sentido e pobre.


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quantum em 27 Mar 2017 - 1:07       
anos | Jan 2012 | Mensagens: 254 | São Paulo - SP
  
 


Ricardo escreveu
A série é muito fraca. O roteiro é tosco.

Você começa a assistir e pensa: ok, vai melhorar e pah! Piora!!

Muito sem noção. É preciso muita força de vontade para seguir assistindo. Netflix já fez coisas melhores, mas que ultimamente tem produzido variantes alternativas de um Sense8 sem sentido e pobre.


A tendencia agora é fazer séries para adolescentes, eu não assisti ainda, mas quanto ao que você disse deve ser parecido com Flash, Supergirl, e similares.
Demolidor é uma das melhores series de hérois já feita, justamente por não seguir esse caminho;


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mjbondioli em 27 Mar 2017 - 9:02       
anos | Jan 2017 | Mensagens: 389 | Pindamonhangaba - SP
  
 


A Marvel/Netflix acertou com o Demolidor, deu uma barrigada no meio pro final de Jessica Jones, depois foi só ladeira abaixo com Luke Cage e Punho de Ferro.
Pelo menos a popularidade de Punho de Ferro está alta, o que deve garantir uma sobrevida ao projeto, que supostamente deve se encerrar em Defensores, que espero, não nos decepcione.


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gabrielotavio em 27 Mar 2017 - 11:49       
anos | Out 2004 | Mensagens: 47 | Campina Grande do Sul - PR
  
 


Eu particularmente gostei da série, claro que Demolidor foi uma obra prima da netflix mas Luke Cage é bem pior que o Punho de Ferro .

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