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Papo Aberto   
Quem deveria decidir sobre a Previdência: um banqueiro ou a população?
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ardoss em 10 Nov 2017 - 7:10       
anos | Abr 2006 | Mensagens: 994 | Craíbas - AL
  
 



Quando gente inteligente nos chama de burro, sinto-me aquecido. ''Eu digo que o Congresso é soberano. No entanto, estamos dialogando e fornecendo cálculos. Não é uma questão de opinião política ou desejo. É uma necessidade matemática, fiscal'', afirmou, nesta quinta (9), o ministro da Fazenda Henrique Meirelles. https://goo.gl/8i51u8 O comentário faz parte de seu esforço no sentido de convencer deputados federais a votarem o pacote de mudanças nas aposentadorias. Eu que não creio, me lembrei do Evangelho de João, capítulo 14, versículo 6 – ''Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida''. Mas teria sido mais honesto se ele dissesse algo como: Quem discorda da minha proposta de Reforma da Previdência é incapaz de decidir o que é melhor para a sua própria vida e arcar com as consequências. O problema é que, segundo o última levantamento do Datafolha, isso significa cerca de 71% da população brasileira, que não quer a reforma. Convenhamos que poucos são os que consideram que a Previdência Social não precisa atualizar suas regras. Contudo, o governo Michel Temer, no desespero de sacrificar as aposentadorias alheias ao deus-mercado, atropelou o debate público sobre o tema.
Há pesquisas e estudos que apontam outros caminhos. Todos deveriam ser devidamente ouvidos e discutidos. Afinal de contas, é o futuro da população com a qual estão lidando. Apesar da resistência dos deputados federais, o ministro Henrique Meirelles insiste em aumentar de 15 para 25 anos o tempo mínimo de contribuição para quem já se aposenta por idade (65 anos, homens, 60 mulheres) – o que vai fazer com que muita gente pobre não se aposente. E também aumentar a idade mínima para que os idosos pobres tenham acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), a assistência dada a quem não conseguiu se aposentar. E ainda transformar os 15 anos de comprovação de trabalho (com recolhimento de impostos no momento da venda da produção) para 15 anos de contribuição, com carnê mensal, para que os trabalhadores da economia familiar rural possa, se aposentar. Ou seja, na prática, impedindo que se aposentem. Essas medidas não precisam de 308 votos (mínimo para aprovação de emendas constitucionais) e podem passar através projetos de lei. O fato é que poderíamos dizer também que obrigar que os muito ricos paguem relativamente mais imposto que os mais pobres ''não é uma questão de opinião política ou desejo. É uma necessidade matemática, fiscal''. Ou seja, que os dividendos que recebem de suas empresas sejam devidamente taxados. E que sejam criadas novas alíquotas de 30% a 40% do Imposto de Renda para os que ganham muito. Mas, daí, seria ratear um pouco a conta da crise econômica entre pobres e ricos. E, enquanto em outras parte do mundo, isso é ser racional, por aqui, é ser comunista. A equipe econômica chegou a ensaiar uma proposta de retorno da taxação de dividendos. Foi engolida pela ala rica da opinião pública e não se empenhou mais. O ideal seria levar o tema para ser debatido nas eleições do ano que vem. Caso consiga aprovar esse pacote e, depois, saia candidato à presidente da República ou a vice, vai ser divertido ver Henrique Meirelles, em um debate, tentando explicar ao povo que foi ele o responsável. E, depois, se explicando aos deputados porque eles não conseguiram se reeleger.

fonte: https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/201...o-ou-a-populacao/


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Ademir em 10 Nov 2017 - 8:07       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 3844 | Paranavaí - PR
  
 

As reformas trabalhistas e previdenciária estão sendo feitas a toque de caixa para atender os interesses do capital financeiro nacional e internacional.

Já a reforma política (mesmo os remendos que são feitos), são idealizados para atender os interesses da classe política.


Sorriso amarelo


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CRISPIM em 10 Nov 2017 - 17:36       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 7398 | Itajaí - SC
  
 

Quem decide pela aprovação das reformas, quando enviadas pelo executivo, é o Congresso, eleito pelo povo.

Na situação de hoje em que passa com País envolvido na corrupção, bem difícil mudanças com este governo.

Abc


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manoclem em 10 Nov 2017 - 23:09       
anos | Jan 2008 | Mensagens: 250 | Salvador - BA
  
 

Há de se lembrar que o governo anterior da dona DilmAnta estava ensaiando uma reforma política e previdenciária mas não tinha como fazer isso por falta de diálogo e apoio parlamentar. Todos os perrengues pelo qual estamos passando hoje vem do desgoverno do maldito PT. Essa conversa de que somente os interesses da classe dominante (leia-se os empresários) no fundo é uma invenção da esquerda para enganar os incautos. Porque como já ficou comprovado, essa mesma esquerda quando está no poder se comporta da mesma forma que a "direita", dando privilégios e negociando vantagens com a classe dominante. é como disse um radialista hoje de manhã numa rádio local: a esquerda nacional ainda tem as mesmas ideias do socialismo da guerra fria, propaga os mesmos ideais daquela época. Coisa que eu já tinha percebido aqui há muito tempo.

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Ademir em 11 Nov 2017 - 9:23       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 3844 | Paranavaí - PR
  
 

manoclem, Não negamos a necessidade de reformas na legislaçao previdenciária e trabalhista

A legislação precisa ser adequada a realidade da sociedade, que felizmente vive mais (não necessariamente bem), tem acesso as novas tecnologias, diferentes profissões, etc.

O que não esta certo é fazer uma reforma sem dialogar com a população, os trabalhadores.

Os congressistas (que vão aprovar as reformas), estão sendo claramente comprados por cargos, liberação de verbas publicas e sabe lá Deus (ou o Diabo), quais outros métodos está usando Temer.

Tudo feito a toque de caixa, pois eles não tem certeza se conseguirão emplacar pelas urnas (como não conseguiram nas eleições anteriores) um governo que faria tais reformas que atendessem seus interesses

Interesses que não são os mesmos dos trabalhadores (os maiores interessados).

Os interesses que estão sendo atendidos são os do capital e dos capitalistas (nacional e estrangeiro).

Gerar mão de obra abundante, que vai trabalhar por qualquer salário até a morte (por necessidade) e descartável.


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Larry.Tate em 11 Nov 2017 - 11:24       
anos | Out 2007 | Mensagens: 2348 | São Paulo - SP
  
 

Quem deveria decidir sobre a Previdência: um banqueiro ou a população?

Nem um nem outro.
Vivemos numa democracia representativa onde deputados e senadores são eleitos pelo povo para representar o povo, desta forma a decisão cabe aos congressistas eleitos pelo povo.

Se o povo escolhe mal os seus representantes ai é outra história.
De qualquer forma os congressistas atuais são os representantes atuais do povo e o que eles decidem tem validade e não adianta reclamar, pois quem escolheu esses congressistas foi o povo brasileiro.

Assim como o povo colocou um ladrão e corrupto (Lula) no poder e colocou também uma incompetente e sem caráter (Dilma) junto com seu vice (Temer) no poder, o povo escolheu diretamente os seus representantes, o povo (de um modo geral) não pode reclamar já que foi o próprio povo que os escolheu.


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Larry.Tate em 11 Nov 2017 - 11:26       
anos | Out 2007 | Mensagens: 2348 | São Paulo - SP
  
 

Ademir escreveu
manoclem, Não negamos a necessidade de reformas na legislaçao previdenciária e trabalhista

A legislação precisa ser adequada a realidade da sociedade, que felizmente vive mais (não necessariamente bem), tem acesso as novas tecnologias, diferentes profissões, etc.

O que não esta certo é fazer uma reforma sem dialogar com a população, os trabalhadores.

Os congressistas (que vão aprovar as reformas), estão sendo claramente comprados por cargos, liberação de verbas publicas e sabe lá Deus (ou o Diabo), quais outros métodos está usando Temer.

Tudo feito a toque de caixa, pois eles não tem certeza se conseguirão emplacar pelas urnas (como não conseguiram nas eleições anteriores) um governo que faria tais reformas que atendessem seus interesses

Interesses que não são os mesmos dos trabalhadores (os maiores interessados).

Os interesses que estão sendo atendidos são os do capital e dos capitalistas (nacional e estrangeiro).

Gerar mão de obra abundante, que vai trabalhar por qualquer salário até a morte (por necessidade) e descartável.


Ademir, cite as perdas de direito que o trabalhador brasileiro teve com a reforma trabalhista.


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Ademir em 12 Nov 2017 - 22:59       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 3844 | Paranavaí - PR
  
 

Larry.Tate,

Conheça direitos que você vai perder com a Reforma Trabalhista.

https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/201...orma-trabalhista/

O texto é um pouco longo, mas vale a pena a leitura!


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