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Ministério da Cultura anuncia cotas para o setor audiovisual
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Ricardo em 7/2/18, 21:55       Administração
anos | Ago 2003 | Mensagens: 6501 | Pontes e Lacerda - MT
  
 

Ministério da Cultura anuncia cotas para o setor audiovisual

Fonte: http://www.otempo.com.br/divers%C3%A3o/magazine...ovisual-1.1571110

O Ministério da Cultura anuncia nesta quarta-feira 11 editais para filmes, séries e jogos eletrônicos – com cotas para mulheres e pessoas negras. É uma tentativa de amenizar o problema da falta de diversidade no cinema brasileiro. Ao todo, R$ 80 milhões serão destinados a cerca de 250 projetos. Metade deles precisa ser dirigida por mulheres, e 25% por índios ou pessoas negras. O setor considera a medida positiva.

Pesquisa revelada no mês passado pela própria Ancine mostrou que, dos 142 filmes lançados comercialmente em 2016, 138 (ou 97,2%) foram dirigidos por pessoas brancas – 107 (75,4%) por homens, e 28 (19,7%) por mulheres. Apenas três filmes foram comandados por homens negros, e nenhuma mulher negra dirigiu um longa naquele ano.

“Aquela pesquisa se debruçava sobre 2016, mas é uma questão histórica e urgente no cinema brasileiro”, diz a cineasta Sabrina Fidalgo. “As diretoras negras estão aqui, eu existo. Mas as comissões avaliadoras dão preferência a homens brancos, héteros e cis, que levam seus projetos com produtoras gabaritadas. Isso se torna um ciclo e perpetua a exclusão. Como vou competir?”

A Ancine informou ter instituído, recentemente, paridade de gênero nas comissões que selecionam projetos contemplados por linhas do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), principal mecanismo de fomento do setor. A paridade racial, no entanto, ainda não foi concretizada. Segundo o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, as comissões serão formadas a partir da publicação dos editais, e suas composições atenderão às mesmas cotas que vão exigidas nos projetos: 50% de mulheres e 25% de índios e negros.

“Sou a favor das cotas há muito tempo, são uma forma de corrigir a desigualdade”, afirma o cineasta Joel Zito Araújo. “A Ancine já criou, no FSA, indutores regionais para descentralizar a produção. Da mesma forma, políticas de inclusão de gênero e raça criam um novo paradigma”.

O novo pacote de editais também foca na produção fora do eixo Rio-São Paulo. Ao todo, 30% dos projetos contemplados deverão ser dirigidos por cineastas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste; e 20% da região Sul e dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

Políticas governamentais de incentivo à diversidade no audiovisual não são exclusivas no Brasil.

“A França destina anualmente R$ 10 milhões a projetos que tratem, em seu conteúdo, de minorias e do equilíbrio entre mulheres e homens”,explica Raphael Ceriez, adido audiovisual da embaixada da França no Brasil. “As comissões que determinam os projetos contemplados também têm paridade de gênero e raça”.

O cineasta Cid César Augusto, idealizador do projeto Cinemão, uma rede de exibição popular, afirma que vê interesse do público por filmes dirigidos por pessoas negras, e lembra que há muitos profissionais desse grupo no mercado. “O problema é que eles não entram nas pesquisas porque seus filmes são produções independentes que não chegam ao circuito comercial. As cotas são necessárias. Há gente do lado de cá, elas existem, mas também precisam estar do lado de quem contempla, de quem escolhe”.

Segundo o ministro, o novo pacote de editais segue três linhas de indução temática: projetos infanto-juvenis, sobre os 200 anos da Independência do Brasil (que serão comemorados em 2022) e sobre assuntos afro-brasileiros.

“Mas a temática e a abordagem deles são absolutamente livres”, disse Sérgio Sá Leitão, que rebateu críticas que têm circulado nas redes sociais de que estaria usando dinheiro do fundo para projetos do Governo. “Os 200 anos da Independência não foram inventados pelo governo. Trata-se de um tema que diz respeito a todos nós, a sociedade brasileira. Não vejo problema nisso. Talvez seja um problema para quem não se identifica com a história do Brasil”.

Números

250 projetos

11 editais

R$ 80 milhões

Desse total de projetos...

30% devem ser das regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste

20% devem ser da região Sul e dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo

50% devem ser dirigidos por novos talentos

50% devem ser dirigidos por mulheres

25% devem ser dirigidos por negros e indígenas


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RockyRei em 8/2/18, 13:57       
anos | Out 2007 | Mensagens: 465 | Porto Alegre - RS
  
 

Alguém sugeriu cotas para filmes de direita?

Estamos precisando.


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