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Papo Aberto   
2017 - 1% mais rico do BR tem renda média de 27.213 aponta IBGE
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Este tópico possui Mensagens 10 respostas e Visualizações 1467 visitas.
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Ademir em 11/4/18, 15:09       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 4749 | Paranavaí - PR
  
 

Em 2017, uma minoria mais rica formada por 10% dos brasileiros detinha 43,3% da renda total do país. Na outra ponta, os 10% mais pobres detinham apenas 0,7% da renda total.

A concentração da renda é semelhante à observada na pesquisa anterior, de 2016. Naquele ano, 43,4% da renda estava nas mãos dos 10% mais ricos e 0,8%, nas mãos dos 10% mais pobres.

Considerando apenas os 1% que ficam no topo, a renda média foi de R$ 27.213 por mês --36,1 vezes a média recebida pela metade mais pobre da população, que ganhava R$ 754 por mês. A desigualdade é maior na região Nordeste, onde a razão foi de 44,9 vezes, e menor na Sul (25).

Os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) se referem ao ano passado, mas só foram divulgados nesta quarta-feira (11). A pesquisa sobre concentração de renda no Brasil considera todas as fontes de renda da população, como salário, aposentadoria, pensão e programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.

Renda média caiu em 2017

Considerando todas as pessoas que receberam algum rendimento, a renda média caiu em 2017: passou de R$ 2.124, em 2016, para R$ 2.112, no ano passado, um recuo de 0,99% ou de R$ 12.

Ou seja, cada brasileiro que tinha algum rendimento no ano passado recebeu R$ 2.112 por mês, em média. O Centro-Oeste registrou o maior valor (R$ 2.479) e o Nordeste (R$ 1.429), o menor.

A renda média da metade mais pobre da população caiu 2,5% de 2016 (R$ 773) para 2017.

O resultado foi na contramão da economia, que registrou crescimento de 1% no ano passado, após dois anos seguidos de recessão.

Desigualdade só não piorou no Sudeste

O Índice de Gini --indicador que mede a desigualdade de renda-- manteve-se em 0,549 de 2016 para 2017. Numa escala de 0 a 1, quanto maior o indicador, pior é a distribuição dos rendimentos.

A estabilidade em relação ao ano anterior ocorreu por causa de uma queda na região Sudeste, onde o índice passou de 0,535 para 0,529. No entanto, em todas as demais regiões a desigualdade piorou.

No Nordeste, o índice Gini subiu de 0,555, em 2016, para 0,567, em 2017. No Norte, passou de 0,539 para 0,544. No Sul, de 0,473 para 0,477. No Centro-Oeste, de 0,523 para 0,536.

O indicador se refere ao rendimento médio real domiciliar per capita.

https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/201...ao-renda-ibge.htm


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STOLEDO em 12/4/18, 13:30       
anos | Dez 2010 | Mensagens: 1227 | Borda da Mata - MG
  
 

esse país tem muito medo de uma distribuição melhor de renda, através de educação, saúde e outras formas. como esse país consegue fazer o contrário do que se precisa para melhorar os índices em favor da maioria pobre. aqui já foi belíndia , agora está mais pra índia. como diz a música, será que nada vai acontecer ?

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manoclem em 12/4/18, 19:51       
anos | Jan 2008 | Mensagens: 348 | Salvador - BA
  
 

Interessante esses dados. e nos países de extrema esquerda, quais são os índices de distribuição de renda? em cuba há igualdade social? os mais ricos ganham menos e os mais pobres ganham bem? tem dignidade? na Venezuela do companheiro Maduro, os pobres estão bem? a sociedade burguesa está devidamente em seu lugar? o proletariado está em igualdade com os capitalistas burgueses? a distribuição de renda é justa?

O primeiro passo para a verdadeira igualdade social e financeira já foi dada quando foi preso o maior ladrão da história. Que o judiciário prossiga impedindo que a esquerda burra volte ao poder....porque se voltar, estamos lascados.


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leco em 12/4/18, 20:06       
anos | Abr 2006 | Mensagens: 1294 | Curitibanos - SC
  
 

Hoje o BDB fez reportagem sobre isso e teve que admitir que houve diminuição das desigualdades entre 2001 e 2014 . Mais uma prova de que o único meio de tirar Lula é o PT era trabalhar o Golpe.

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STOLEDO em 13/4/18, 12:55       
anos | Dez 2010 | Mensagens: 1227 | Borda da Mata - MG
  
 

nossa história já conta quem é quem nessa desigualdade.

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Ademir em 13/4/18, 14:31       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 4749 | Paranavaí - PR
  
 

Essa desigualdade brutal na distribuição da renda nacional, por consequência se reflete na desigualdade de oportunidades:


Acesso a saúde, saneamento básico, moradia, educação, segurança, preparação para o mercado de trabalho....etc.

E a falta de oportunidade perpetua o círculo de pobreza, exclusão social e aumento da violência, etc..


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leco em 14/4/18, 0:39       
anos | Abr 2006 | Mensagens: 1294 | Curitibanos - SC
  
 

A verdade: Lula inverteu a política econômica, embora tenha mantido o Real , porque a solução não estava em mais um plano e sim a mudança na condução. Os bancos estatais deixaram de ser fonte somente para os ricos , tivemos acesso ao financiamento, a casa própria, a luz elétrica nas propriedades rurais. As exportações triplicaram , passamos a negociar com um leque muito maior de países. Houve criação de extensões universitárias , novas universidades, escolas técnicas, ciência sem fronteiras e o ensino básico recebeu proventos como nunca. Explodiu a construção civil, o comércio vendeu como nunca , e os 12 % de desemprego deixado por FHC caiu pra 5% . Vi com meus olhos rodovias ser concluídas ou duplicadas. Aliás ,quase todos esses avanços constatei nas minhas andanças.
Deixamos de ser capacho do FMI, porque quem tem idade lembra que todo mês desembarcava um diretor dando ordens na nossa economia, ingressamos no BRIC's e fomos a quinta economia do mundo...
Isso é mentira? Qual dos senhores não teve a vida melhorada até 2010? E não me venham com comodites e aquecimento da economia global, porque passamos por crises pesadas na economia do mundo.
Acontece que isso não foi bom pra uma minoria e pra Nação imperial que não queria um Mercosul fortalecido , unido, com o Brasil e Venezuela dominando o petróleo, com a Argentina e Chile fortes.
Paralelamente não foi nada interessante para a mídia que se tornou poderosa no País, pois a inclusão digital e o acesso as TVs por assinatura causaram estragos na audiência da TV aberta e consequentemente a fuga do patrocínio e por sua vez, a perda de receita , ficando a organização em perigo.
Essa conjunção de forças provocaram as artimanhas pra desbancar o status.Essa empreitada começou em 2005 .
Infelizmente poucos tinham consciência que esse país de longa data é movido pela corrupção das empreiteiras em conluio com a classe política.
O incremento da economia infelizmente abriu mais portas ainda para espólio público.
Mesmo assim o PT gozava de confiança , e continuou ganhando eleições.
O Tio Sam aperfeiçoou seus métodos e colocou escutas na Petrobras e no gabinete de Dilma. Certamente indicou o caminho para destituir o PT,até tomar forma a Lava Jato , e a ascensão de Sérgio Moro não foi por acaso. Podem me chamar de maluco adepto da teoria da conspiração, que estou viajando , mas talvez daqui há 30 anos a história corrobore essa versão.


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mjbondioli em 14/4/18, 2:12       
anos | Jan 2017 | Mensagens: 866 | Pindamonhangaba - SP
  
 

manoclem escreveu
Interessante esses dados. e nos países de extrema esquerda, quais são os índices de distribuição de renda? em cuba há igualdade social? os mais ricos ganham menos e os mais pobres ganham bem? tem dignidade? na Venezuela do companheiro Maduro, os pobres estão bem? a sociedade burguesa está devidamente em seu lugar? o proletariado está em igualdade com os capitalistas burgueses? a distribuição de renda é justa?

O primeiro passo para a verdadeira igualdade social e financeira já foi dada quando foi preso o maior ladrão da história. Que o judiciário prossiga impedindo que a esquerda burra volte ao poder....porque se voltar, estamos lascados.


Nos países comunistas a população geralmente era equalizada em um nível de renda que permitia apenas adquirir o básico para a sobrevivência. Enquanto isso, a elite do partido (membros da máquina administrativa estatal, diretores de fábricas, etc) eram a nova burguesia. A diferença básica para o capitalismo era que, se neste o sistema existia para manter o Capital, e portanto os grupos econômicos/industriais no poder, nos países comunistas, o sistema existia para que o Partido permanecesse no poder, controlando tanto o Estado quanto os meios de produção e portanto a população. A diferença era que no comunismo diziam que o sistema foi criado para servir ao proletariado, quando na verdade era o contrário: o Estado era a entidade final, a quem todos deveriam servir, supostamente pelo bem comum.

Na verdade nunca ouve um sistema comunista legitimo, e provavelmente nunca existirá, pois o mesmo depende de um desprendimento de poder e riquezas que o ser humano não tem ainda a capacidade de conseguir.

Vai sempre existir uma elite a controlar o estado e por consequência a população, política e economicamente. Uma revolução das massas trabalhadoras, como pretendia Marx e outros pensadores comunistas nunca vai conseguir ter sucesso a médio/longo prazo.

Qualquer exemplo que tomemos nos leva a concluir isso: A Revolução Francesa levou ao Período do Terror e por fim a Napoleão Bonaparte.

Na Rússia, do fim do czarismo aos conflitos entre bolcheviques e mencheviques tudo culminou com a efetiva formação da URSS durante a ditadura de Stálin.

Na China, da linha dura de Mao culminamos no atual sistema esquizofrênico politicamente "comunista" enquanto economicamente "capitalista".

Em qualquer caso, e em todos os outros casos de "revoluções do proletariado/comunistas" houve com o passar do tempo a formação de uma nova elite, egressa de parte do proletariado e com as mesmas aspirações dos antigos burgueses.

Porque isso é o que a humanidade realmente deseja.

Poucos querem ser proletários o resto da vida. Normalmente foram os velhos comunistas ou talvez os professores de humanas das federais que ainda pensam desta maneira, apesar de manterem muitos pequenos prazeres burgueses.

A maioria absoluta deseja ter um padrão burguês de vida. E isso é mais fácil de ser conseguido através do sistema capitalista (se esse não for o único meio).


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STOLEDO em 14/4/18, 12:50       
anos | Dez 2010 | Mensagens: 1227 | Borda da Mata - MG
  
 

o comunismo sem chances. tudo o que foi dito acima e uma preocupação tão grande de suprimir religião , que se esquece de governar.claro que todas aquelas estátuas ,posteres , bandeiras , tudo não passa de um culto às pessoas que representam o comunismo. mas observem que o capitalismo não dá chances pra todos, acho que só para poucos, o resto tem que ser proletariado mesmo, as oportunidades se estendem à todos, mas muito na teoria, os caminhos são bem controlados, não dá pra todos serem ricos.menos mau. o mais próximo de alguma coisa boa é o socialismo, apenas uma cobrança de impostos mais justa e o consequente gasto do mesmo de maneira mais justa ainda. daí se você viver bem, não precisará ser rico.

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manoclem em 14/4/18, 13:00       
anos | Jan 2008 | Mensagens: 348 | Salvador - BA
  
 

mjbondioli escreveu
manoclem escreveu
Interessante esses dados. e nos países de extrema esquerda, quais são os índices de distribuição de renda? em cuba há igualdade social? os mais ricos ganham menos e os mais pobres ganham bem? tem dignidade? na Venezuela do companheiro Maduro, os pobres estão bem? a sociedade burguesa está devidamente em seu lugar? o proletariado está em igualdade com os capitalistas burgueses? a distribuição de renda é justa?

O primeiro passo para a verdadeira igualdade social e financeira já foi dada quando foi preso o maior ladrão da história. Que o judiciário prossiga impedindo que a esquerda burra volte ao poder....porque se voltar, estamos lascados.


Nos países comunistas a população geralmente era equalizada em um nível de renda que permitia apenas adquirir o básico para a sobrevivência. Enquanto isso, a elite do partido (membros da máquina administrativa estatal, diretores de fábricas, etc) eram a nova burguesia. A diferença básica para o capitalismo era que, se neste o sistema existia para manter o Capital, e portanto os grupos econômicos/industriais no poder, nos países comunistas, o sistema existia para que o Partido permanecesse no poder, controlando tanto o Estado quanto os meios de produção e portanto a população. A diferença era que no comunismo diziam que o sistema foi criado para servir ao proletariado, quando na verdade era o contrário: o Estado era a entidade final, a quem todos deveriam servir, supostamente pelo bem comum.

Na verdade nunca ouve um sistema comunista legitimo, e provavelmente nunca existirá, pois o mesmo depende de um desprendimento de poder e riquezas que o ser humano não tem ainda a capacidade de conseguir.

Vai sempre existir uma elite a controlar o estado e por consequência a população, política e economicamente. Uma revolução das massas trabalhadoras, como pretendia Marx e outros pensadores comunistas nunca vai conseguir ter sucesso a médio/longo prazo.

Qualquer exemplo que tomemos nos leva a concluir isso: A Revolução Francesa levou ao Período do Terror e por fim a Napoleão Bonaparte.

Na Rússia, do fim do czarismo aos conflitos entre bolcheviques e mencheviques tudo culminou com a efetiva formação da URSS durante a ditadura de Stálin.

Na China, da linha dura de Mao culminamos no atual sistema esquizofrênico politicamente "comunista" enquanto economicamente "capitalista".

Em qualquer caso, e em todos os outros casos de "revoluções do proletariado/comunistas" houve com o passar do tempo a formação de uma nova elite, egressa de parte do proletariado e com as mesmas aspirações dos antigos burgueses.

Porque isso é o que a humanidade realmente deseja.

Poucos querem ser proletários o resto da vida. Normalmente foram os velhos comunistas ou talvez os professores de humanas das federais que ainda pensam desta maneira, apesar de manterem muitos pequenos prazeres burgueses.

A maioria absoluta deseja ter um padrão burguês de vida. E isso é mais fácil de ser conseguido através do sistema capitalista (se esse não for o único meio).


Brilhante explicação, parabéns! infelizmente essa é a nossa realidade.


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