Você está lendo um tópico
Novo Tópico Responder Mensagem 

Papo Aberto > Política   
Eleição no Tocantins, uma janela para o desalento dos eleitores brasileiros
As mensagens são de responsabilidade de seus autores.
Este tópico possui Mensagens 1 respostas e Visualizações 690 visitas.


CRISPIM em 7/6/18, 16:19       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 8686 | Itajaí - SC
  
 

ELEIÇÕES 2018
Eleição no Tocantins, uma janela para o desalento dos eleitores brasileiros


Metade dos eleitores do Estado não quis eleger o governador na eleição extra deste domingo. Para especialistas, caso é apenas a ponta do iceberg de uma crise geral de representatividade política




São Paulo 5 JUN 2018 - 22:37 BRT
Quase metade dos eleitores do Tocantins não quis escolher quem será o governador do Estado no pleito realizado neste domingo. A eleição suplementar foi convocada depois que o ex-governador Marcelo Miranda (MDB) e sua vice, Cláudia Lelis (PV), tiveram o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral em 22 de março deste ano por arrecadação ilícita de recursos em 2014. Terminada a apuração, por volta das 21h, emergiram das urnas 137.537 votos brancos e nulos (19% do total). Somados às abstenções, que foram de 30%, quase 50% dos tocantinenses aptos a votar optaram por ignorar os candidatos – em 2014 esse número foi de 30% do eleitorado, ou pouco mais de 293.000 pessoas, ante cerca de 444.000 eleitores este ano.


Agora, o segundo turno será disputado em 24 de junho por Mauro Carlesse (PHS), governador interino e deputado estadual licenciado, e o ex-senador Vicentinho Alves (PR), que receberam respectivamente 30% e 22% dos votos válidos. Ambos são ligados ao agronegócio. O vencedor ficará no palácio Araguaia até 31 de dezembro e poderá concorrer à reeleição no pleito geral em outubro. Ficaram fora do páreo o prefeito licenciado de Palmas, Carlos Amastha (PSB), a senadora e ex-ministra de Dilma Rousseff, Kátia Abreu (PDT), e o idealizador da lei Ficha Limpa, Marlon Reis (Rede). Eles tiveram 21,4%, 15,6% e 9,9% dos votos, respectivamente. Por fim, os votos do psolista Mário Lúcio Avelar não foram computados pelo Tribunal Regional Eleitoral, uma vez que sua a candidatura é alvo de questionamento na Justiça.


Para especialistas, o resultado da eleição é um sinal da crise de representatividade pela qual passa a democracia brasileira, e cujos sinais já podem ser sentidos para além do Tocantins. O diretor do Instituto Datafolha, Mauro Paulino, afirma que os resultados das eleições no Estado “confirmam uma tendência que nós já estamos captando a alguns anos, que é o aumento do eleitor que não se sente representado nem pelos partidos nem pela oferta de candidatos a cargos públicos”.

De acordo com ele, esta crise de representatividade vem desde junho de 2013, quando ocorreram os protestos multitudinários contra o aumento das passagens e que se ampliaram para um descontentamento geral com a classe política. “Atualmente quando fazemos pesquisa para intenção de voto para a presidência da República, encontramos taxas recordes de brancos e nulos, além de um número grande de eleitores sem candidato. É um reflexo do momento que o país atravessa, há um desalento e desesperança do eleitor muito forte”, afirma.

O impacto desta desilusão dos brasileiros com o sistema político já é perceptível também na corrida rumo ao Planalto. O índice de brancos e nulos atualmente varia entre 18% e 30% do eleitorado, segundo a pesquisa CNT/MDA divulgada em 14 de maio. Os maiores índices são nos cenários sem o ex-presidente Lula, preso na superintendência da Polícia Federal em Curitiba desde abril deste ano. Isso expõe mais uma faceta da crise de representatividade que o país atravessa: o líder de intenções de voto até o momento deve não disputar a eleição. “Com a saída do Lula a principal característica que o eleitorado apresenta é o aumento da taxa de brancos e nulos, que chega a 30%, maior que os 20% do Bolsonaro que assumiria a liderança nas pesquisas”, diz Paulino, do Datafolha.

O professor de Ética e Política da Universidade de Campinas Roberto Romano, afirma que é preciso ter clareza de que as eleições no Tocantins são “excepcionais”, tendo em vista o curto tempo do mandato, o que pode ter provocado pouco interesse. “Mas apesar deste fator, é inegável que os sinais apresentados por este pleito são muito complicados: o cotidiano da vida política se cristalizou em um divórcio entre a população eu paga impostos e seus governantes”, diz Romano. Segundo ele, em outubro teremos uma onde “o eleito não galvanizará uma maioria de votos para chegar ao Planalto com condições para negociar com o Congresso”, o que agravará ainda mais a situação.

FONTE: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/06/04/poli...40777_056097.html


Responder com Citação   




CRISPIM em 7/6/18, 16:21       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 8686 | Itajaí - SC
  
 

O PT não serve nem mais para cabo eleitoral de políticos da esquerda.
Lula complicou Kátia Abreu que se da mal na eleição.







Primeira Mão
Publicado em 5 de jun de 2018
Lula faz a primeira vítima da cadeia. Kátia Abreu aparecia em 1.º lugar na disputa pelo governo do Tocantins e terminou em 4.º após apoio de petistas

O ex-presidente Lula se tornou mesmo uma máquina mortífera eleitoral. Enquanto estava solto, ajudou o PT a perder mais da metade das prefeituras nas eleições de 2016. Naquele pleito, o ainda pré-condenado não conseguiu eleger nem o filho vereador em São Bernardo do Campo, berço do PT, onde Lula morava há mais de 40 anos. O PT não conseguiu eleger nenhum prefeito em capitais nas regiões sul, sudeste, centro-oeste e nordeste, ficando apenas com Rio Branco, no Acre.

Lula afirmava que seria em cabo eleitoral imbatível, mesmo da cadeia. Mas ao que tudo indica, a primeira vítima da máquina mortífera já tem nome e sobrenome. A senadora Kátia Abreu, que disputou a eleição para o governo do Tocantis chegou a aparecer em primeiro lugar nas pesquisas de intenções de votos logo no início da campanha. Mas bastou o ex-presidente Lula mandar uma mensagem de apoio à candidata, por meio da senadora Gleisi Hoffmann, e Kátia Abreu viu suas intenções de votos despescarem, terminando a disputa em quarto lugar.

A eleição suplementar no Tocantins foi convocada após a cassação do ex-governador Marcelo Miranda (MDB) e da vice dele, Cláudia Lelis (PV). Os dois foram considerados culpados por captação ilegal de recursos para a campanha eleitoral de 2014 pelo Tribunal Superior Eleitoral.


Mauro Carlesse (PHS) e Vicentinho Alves (PR) e vão disputar o segundo turno.

Nas eleições de outubro, Lula deve fazer novas vítimas da cadeia. CIRO QUE SE CUIDE


Responder com Citação   







Enviar Mensagens Novas: Proibído
Responder Tópicos Proibído
Editar Mensagens: Proibído
Excluir Mensagens: Proibído
Votar em Enquetes: Proibído




VCVIP
Usuário:  
Senha:  
Lembrar 
Cadastre-se!
Agora na TV revista eletronica
Hawaii Five-0
10:40 - 11:35
Animais Mortais Da A..
10:48 - 11:43
Ideias para Salvar o..
11:00 - 11:48
E! News Live
11:00 - 12:00

 
Sinal aberto
Nick e Nick Jr
11/10 a 24/10
SKY Pré-pago
Nat Geo Kids
11/10 a 24/10
Vivo

RGS
E shop Satelite

SIGA-NOS

Facebook   Twitter   Youtube

VCFAZ.TV NO CELULAR

App Android   Telegram

FALE CONOSCO

E-mail    Fórum Ajuda

ACESSO RÁPIDO

Na Televisão: Últimas Notícias |  Novelas |  Sinal Aberto |  TV Ao vivo |  Guia de TV
Colunas: Estreias |  Ubaldo |  FabioTV |  Cinema
Fóruns de Debate: Equipamentos |  Esportes |  Feeds |  Filmes e Séries |  NET Claro |  Oi |  Papo Aberto |  Política |  Promoções |  Satélite |  SKY |  TV |  Vivo | 
Sobre o Vcfaz: Fale Conosco |  Parcerias |  Regras de Participação |  Ajuda | 

Powered by phpBB © 2001, 2002 phpBB Group