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Esporte Interativo encerra canais na TV
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quantum em 9/8/18, 14:59       
anos | Jan 2012 | Mensagens: 674 | São Paulo - SP
  
 

Ricardo escreveu
quantum, sim.


Vixe que tristeza, foi legal enquanto durou!!!


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Ricardo em 9/8/18, 15:09       Administração
anos | Ago 2003 | Mensagens: 6654 | Pontes e Lacerda - MT
  
 

Na parabólica também será extinto.

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BISPO em 9/8/18, 16:05       
anos | Jan 2018 | Mensagens: 104 | São Paulo - SP
  
 

Carlfla escreveu
EI encerra canais na TV e programação migra para TNT e Space

Os canais Esporte Interativo deixarão de existir em todas as operadoras de TV por assinatura.

https://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/201...-para-tnt-e-space


É uma pena pois gosto muito de assistir os programas produzidos durante o dia e que eram reprisados a noite, infelizmente mais um canal com boa programação que vai pro espaço, o canal 36 de SP ainda pertence ao grupo estadão? Se pertencer pode ter certeza que será arrendado para alguma seita religiosa, pois se não tiveram capacidade de manter as emissoras de rádio, quanto mais uma emissora de tv!


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Alexpoa em 9/8/18, 16:33       
anos | Nov 2005 | Mensagens: 178 | Porto Alegre - RS
  
 

Ótimo, agora abre mais espaço no satelite para se colocar canal útil, que não seja mais canal de esporte, chega da quantidade absurda de canal desse gênero.

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Rafa! em 9/8/18, 17:09       
anos | Mai 2006 | Mensagens: 3035 | São Paulo - SP
  
 

No link abaixo, explica com detalhes o que irá ocorrer com eventos esportivos que eram transmitidos pelo EI.

Turner desativa canais Esporte Interativo; marca será apenas digital
http://telaviva.com.br/09/08/2018/turner-desati...a-apenas-digital/


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Moonie em 9/8/18, 18:35       
anos | Set 2017 | Mensagens: 305 | Taubaté - SP
  
 

Só pra variar, quem se ferra é o assinante!

A mudança também terá impactos para os operadores que hoje distribuem o Esporte Interativo. A primeira delas é que, deixando de existir, os canais liberarão espaço no line up das operadoras. Por outro lado, a Turner pretende incluir nos valores negociados do TNT e do Space o custo desse conteúdo esportivo adicional. As operadoras que não se interessarem por estes conteúdos distribuirão uma versão dos dois canais sem as janelas de esporte na programação. A expectativa da Turner é que além dos jogos em si, sejam exibidos programas esportivos pelo menos duas vezes por dia nos canais como forma de gerar engajamento de audiência. Isso pode ser ampliado nos períodos dos grandes eventos, como nas semanas de jogos da Champions (são seis semanas ao longo do ano, com um total de 138 partidas).


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walking200 em 9/8/18, 18:37       
anos | Nov 2016 | Mensagens: 201 | São Vicente - SP
  
 

Turner desativa canais Esporte Interativo; marca será apenas digital
A Turner vai desativar os canais Esporte Interativo, atualmente distribuídos por praticamente todas as operadoras de TV paga e responsável pelos direitos de eventos importantes, como a Champions League e de parte dos jogos do Campeonato Brasileiro a partir de 2019. Alguns destes direitos (especificamente a Champions e o Brasileirão) serão exibidos nos canais TNT e Space, pertencentes à programadora, no modelo de superstation. Ou seja, os canais não serão dedicados apenas aos conteúdos esportivos, mesclando a partir de agora a programação variada de séries, eventos e filmes já existentes com os conteúdos de esportes. Também será descontinuada a programação do canal do Esporte Interativo hoje distribuída na banda C do satélite, de forma aberta, além do Esporte Interativo BR, transmitido em canais de TV aberta em Cuiabá e mais três localidades no interior de São Paulo, Maranhão e Espírito Santo. As mudanças, contudo, não significam o fim da marca Esporte Interativo, que será mantida e ampliada nas plataformas digitais e no EI Plus, plataforma OTT do canal, bem como nas transmissões nos outros canais.

A mudança, contudo, implicará um forte enxugamento na equipe. Hoje com cerca de 300 colaboradores, apenas cerca de 120 profissionais deverão ser mantidos para os produtos digitais e para as transmissões no modelo superstation. Os funcionários foram informados da mudança nesta quinta, 9, praticamente ao mesmo tempo em que as operadoras que distribuem os canais e os principais anunciantes foram avisados. Alguns colaboradores ainda podem ser aproveitados nos outros canais da Turner. Para tentar minimizar o impacto de uma medida tão drástica para um contingente tão grande de pessoas (muitas estavam no Esporte Interativo desde a sua origem) a Turner estaria oferecendo um pacote de saída mais amplo do que o normalmente é oferecido nestas situações, segundo apurou este noticiário.

Desligamento

Os dois canais lineares do Esporte Interativo hoje no lineup das operadoras começam a exibir programação em loop (repetição de material de arquivo) a partir do anúncio oficial do fim dos canais e deverão permanecer assim por cerca de um mês, quando saem definitivamente do ar. Durante o período, as mudanças serão comunicados aos assinantes.

O modelo que está sendo implementado é semelhante ao praticado pela Turner nos EUA, onde a empresa tem forte atuação em esportes, mas sem um canal dedicado, e sim distribuindo os eventos em canais e horários específicos. A Turner é sócia do Esporte Interativo desde 2013, quando adquiriu 20%, em um investimento estimado na época em R$ 80 milhões, e assumiu definitivamente o controle em 2015, numa operação estimada, na ocasião, em cerca de US$ 150 milhões, ou R$ 400 milhões (valor nunca confirmado oficialmente). O valor estimado cobria a compra do restante do share da empresa (R$ 250 milhões), bem como investimentos em infraestrutura, pessoal e novos direitos.

Nos últimos dois anos o canal fez fortes investimentos em direitos, especialmente no Campeonato Brasileiro, onde assinou com 17 times (nem todos estão hoje na série A), por seis anos, a partir de 2019, acordos que chegam a R$ 1 bilhão ao longo de todo o período. Há cerca de um mês a empresa fez um novo lance para assegurar a transmissão da Champions League para os próximos anos.

Este noticiário conversou com Antônio Barreto, gerente geral da Turner para o Brasil, que explicou que a mudança de estratégia se deveu a uma conjunção de fatores. "Infelizmente, o mercado brasileiro de TV por assinatura tem perdido base nos últimos três anos e os sinais de recuperação ainda são tímidos. Some-se a isso o elevado custo dos direitos esportivos, a forte retração no mercado publicitário e o custo de manter dois canais no ar. Avaliamos que esse era o melhor momento de fazer a mudança, reduzir os custos e a adotar uma nova abordagem na exibição dos eventos", diz. Na avaliação do executivo, os eventos como Champions e Brasileiro terão um alcance ainda maior, pois a base de distribuição do TNT (14 milhões de assinantes) e do Space (12 milhões) é bem maior do que a dos canais Esporte Interativo, que entraram nas principais plataformas de TV paga há apenas três anos, e em pacotes mais caros. Space e TNT estão praticamente em todos os pacotes básicos. "Também pretendemos fortalecer e ampliar muito o EI Plus e os canais digitais, que são o DNA do Esporte Interativo. Hoje geramos nesse ambiente uma interação que nenhum outro canal brasileiro tem. Avaliamos que esse produto precisava se desenvolver de maneira autônoma, sem a amarra de um canal tradicional".

Mau negócio?

Perguntado se o investimento em esportes foi um equívoco da Turner, Barreto diz que esta estratégia se mantém e será ampliada, mas será feita de outra forma. "Não se mostrou justificável ter dois canais específicos para isso, se podemos fazer melhor e com mais economia de outra forma, como fazemos nos EUA".

Um bom exemplo do que irá acontecer poderá ser visto com a exibição da Champions League. A empresa levou recentemente os direitos para TV paga por um valor não revelado, enquanto o Facebook levou os direitos que seriam para a TV aberta. O que pouca gente sabe é que Facebook e Turner estão atuando em conjunto. Os jogos com direitos adquiridos para TV paga serão exibidos pela Turner no TNT e Space, e o conteúdo do Facebook será exibido por meio da página do Esporte Interativo na plataforma digital. Ou seja, a marca Esporte Interativo estará presente nas transmissões do Facebook. "Em vez de focar em ter um canal, vamos nos focar nos eventos que sejam mais interessantes", diz Barreto. Hoje o Esporte Interativo tem 21 milhões de seguidores nas redes sociais e gerou, durante a Copa, 145 milhões de interações, mesmo sem ter o direito a nenhum conteúdo da Copa do Mundo.

Baixas

O processo de transição deve gerar pelo menos uma grande perda para os assinantes, contudo: a Copa do Nordeste, que hoje tem uma audiência relevante e bastante engajada. Barreto explica que estes conteúdos não deverão ser exibidos no TNT e no Space, mas a parceria de licenciamento com o SBT tem sido bastante exitosa, diz ele, que acredita já ter encontrado um modelo de exibição dos jogos até o início da competição. O Esporte Interativo ainda tem os direitos da série C de futebol e o campeonato de aspirantes da CBF, que também precisarão encontrar um destino.

A Turner não está, até aqui, abrindo mão de nenhum dos direitos do Esporte Interativo, mas buscará outras formas de distribuí-los. Segundo Barreto, no longo prazo pode-se pensar em um modelo de distribuição do EI Plus diretamente ao consumidor no modelo de assinaturas, mas isso não está nos planos imediatos. "Preferimos estar nas plataformas digitais e deixar que as operadoras vendam o EI Plus".

A mudança também terá impactos para os operadores que hoje distribuem o Esporte Interativo. A primeira delas é que, deixando de existir, os canais liberarão espaço no line up das operadoras. Por outro lado, a Turner pretende incluir nos valores negociados do TNT e do Space o custo desse conteúdo esportivo adicional. As operadoras que não se interessarem por estes conteúdos distribuirão uma versão dos dois canais sem as janelas de esporte na programação. A expectativa da Turner é que além dos jogos em si, sejam exibidos programas esportivos pelo menos duas vezes por dia nos canais como forma de gerar engajamento de audiência. Isso pode ser ampliado nos períodos dos grandes eventos, como nas semanas de jogos da Champions (são seis semanas ao longo do ano, com um total de 138 partidas).

Sobre o Campeonato Brasileiro, a Turner tem os direitos negociados com 17 times, e a estimativa é de que cerca de sete fiquem na série A por ano, em média. Outros times celebraram acordo com a Globo. Turner e Globo precisarão, portanto, se acertar porque no caso de jogos entre times que têm contratos com cada uma das programadoras, se as duas empresas não concordarem, os jogos não poderão ser exibidos. As negociações nesse sentido existem e estão avançadas, mas Barreto não dá detalhes.

Ajuda a fusão?

Barreto tampouco faz comentário sobre as possíveis implicações da mudança de estratégia da Turner com o Esporte Interativo no processo de aprovação da fusão entre AT&T e Time Warner no Brasil. Sobre isso, ele afirma apenas que a empresa está colaborando com as autoridades no que for necessário, e nada mais.

Como se sabe, a Turner é controlada pela Time Warner (agora chamada de WarnerMedia), que foi adquirida pela AT&T. A AT&T, por sua vez, é a acionista controladora da Sky no Brasil, por meio da DirecTV. A legislação brasileira (Lei 12.485/2011) impede que empresas de telecomunicações controlem empresas de conteúdo (artigo 5) ou detenham direitos e talentos brasileiros (artigo 6). Estas limitações estão sendo analisadas pela Anatel e Ancine e podem se tornar um problema para a AT&T. Na semana passada, durante o PAYTV Forum, evento realizado por este noticiário para o mercado de TV paga, o deputy general counsel da DirecTV, Michael Hartman, afirmou que a AT&T poderia reavaliar sua atuação na questão dos talentos e direitos para facilitar a aprovação da fusão no Brasil.

A mudança anunciada pela Turner na atuação do Esporte Interativo pode ser esta tal "reavaliação" referida pelo executivo, mas o fato de a programadora manter os direitos como os do Campeonato Brasileiro ainda pode gerar questionamentos legais. Ficaria, contudo, mais fácil de ajustar, caso a Turner seja obrigada a abrir mão do controle sobre estes direitos, repassando-os a terceiros e se tornando apenas consumidora do conteúdo, e não proprietária, por exemplo.

Outro fator que pesou na decisão de acabar com os canais lineares do Esporte Interativo foi o custo galopante de direitos esportivos somado à baixa capacidade do mercado publicitário de pagar a conta. "Manter um canal exige que você tenha direitos e programas para preencher a grade 24 horas por dia. Agora, vamos trabalhar evento a evento, exibindo só o que fizer sentido econômico e para a audiência", diz Barreto.

Concentração

O fim dos canais Esporte Interativo, obviamente, concentra o mercado de canais de esporte, o que tem implicações para clubes, ligas e outros detentores de direitos. Hoje, por exemplo, campeonatos importantes como o Italiano e Francês estão sem perspectiva de distribuição na TV paga devido aos valores pedidos, considerados irreais para o mercado brasileiro. Em breve, caso seja aprovada pelo Cade, a fusão entre Disney (controladora da ESPN) e Fox (controladora do Fox Sports) pode gerar um novo processo de concentração, em um mercado que ainda é disputado pelo SporTV e BandSports.

A revisão de estratégia da Turner não deixa de ser um grave sinal de alerta sobre as dificuldades que o mercado tem encontrado de viabilizar canais de alto custo, como era o caso do Esporte Interativo. Custos elevados, dificuldade de celebrar bons acordos com as operadoras, retração da base de assinantes e do mercado publicitário estão entre os muitos desafios da indústria, mesmo para o segmento esportivo, onde há um forte apelo de audiência e engajamento do público.
Link com a Informação:http://telaviva.com.br/09/08/2018/turner-desativa-canais-esporte-interativo-que-sera-apenas-digital/


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Rafa! em 9/8/18, 18:56       
anos | Mai 2006 | Mensagens: 3035 | São Paulo - SP
  
 

Fim do Esporte Interativo surpreende clubes, e Bahia quer romper contrato

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O anúncio do fim do Esporte Interativo na grade da televisão por assinatura brasileira surpreendeu os clubes que fecharam acordo de transmissão com o canal na TV fechada para a próxima temporada. Um dos sete times da Série A que faz parte do grupo, o Bahia já cogita pedir a rescisão do contrato na Justiça.


Apresentação do primeiro fechamento de contrato do Esporte Interativo (Reprodução)


"Se forem confirmadas as informações prévias que temos, somados aos problemas contratuais que já estavam identificados, o Bahia vai buscar a rescisão do contrato via arbitragem e até via judicial. Entendemos que virou muito diferente do que foi proposto inicialmente e vamos buscar rescisão", disse o presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, à reportagem.

"Fomos pegos totalmente de surpresa. Não tínhamos essa noção. É mais um problema relativo ao Esporte Interativo. Temos alguns problemas contratuais e agora comercial, pois a mudança de canal afeta muito nossa estratégia e divulgação de marca", continuou o dirigente.

O Atlético-PR, outro time fechado com o Esporte Interativo a partir de 2019, também foi pego de surpresa.

"Fui tão surpreendido quanto os outros clubes. Primeiro, preciso me informar. Vamos analisar o contrato", disse Mário Celso Petraglia, presidente do Conselho Deliberativo do Atlético-PR e homem-forte da política do clube.

Além de Atlético-PR e Bahia, outros cinco times atualmente na Série A fecharam contratos em TV fechada com a empresa do grupo Turner: Ceará, Internacional, Palmeiras, Paraná e Santos. O time da Vila Belmiro é outro que mandou o jurídico analisar o contrato com o Esporte Interativo e suas implicações.

"Estou aguardando uma posição do jurídico. Todo mundo foi surpreendido com a notícia. Todos pegos absolutamente de surpresa, lamentamos muito, era um canal importante na cobertura esportiva e é uma notícia muito ruim para o mercado ter um veículo a menos. Agora, em termos práticos, vamos analisar o contrato e entender melhor as implicações", disse Marcello Frazão, diretor de marketing do Santos.

O Esporte Interativo foi procurado para comentar a reação dos clubes, mas não respondeu até o momento.

A emissora anunciou nesta quinta-feira (9) o fechamento de seus canais no Brasil, encerrando sua participação na TV por assinatura brasileira.

Segundo comunicado do grupo, parte da programação será migrada para os canais TNT e Space, que fazem parte do Grupo Turner, dono da emissora esportiva. Este procedimento já era utilizado com jogos da Liga dos Campeões. O fato desagradou aos clubes, como o Bahia.

"Vamos analisar o contrato e a nossa posição é de buscar o cumprimento pleno do contrato, inclusive no que diz respeito aos canais originais [Esporte Interativo] que transmitiriam os jogos", acrescentou Guilherme Bellintani, presidente do Bahia.

Com o movimento de migração dos eventos e programas esportivos para TNT e Space, a Turner quer criar os chamados "superstations", canais que contemplam vários gêneros em sua programação.

"Ao integrar o melhor do Esporte Interativo com a TNT e o Space teremos os primeiros superstations para o público brasileiro, com o melhor de todos os gêneros, atendendo aos desejos dos nossos fãs, incluindo futebol ao vivo, séries originais, programas de variedades, blockbusters de Hollywood e eventos exclusivos ao vivo", diz Antonio Barreto, gerente geral da Turner Brasil.

O canal seguirá produzindo conteúdo e atualizando seus perfis nas redes sociais.

A respeito dos torneios os quais tem direitos de transmissão, o Esporte Interativo diz que seguirá com seus compromissos em relação à transmissão da Liga dos Campeões pelos próximos três anos e do Campeonato Brasileiro a partir de 2019.

A assessoria do Esporte Interativo divulgou um comunicado no qual explica parte das mudanças pelas quais passará a marca a partir do fechamento dos canais. Confira o texto na íntegra abaixo.

"A Turner, agora uma afiliada AT&T, anunciou hoje que migrará a sua principal programação de futebol para as marcas TNT e Space, criando os primeiros superstations para o Brasil. A Turner transmitirá a Série A do Campeonato Brasileiro, a partir de 2019 e pelos próximos seis anos; e continuará comprometida com a Liga dos Campeões da UEFA por mais três temporadas, a partir de agosto de 2018.

Os canais Esporte Interativo, bem como suas atividades de produção, serão desativados nos próximos 40 dias. A Turner se concentrará em reforçar ainda mais as marcas já estabelecidas TNT e Space. O superstation é um modelo de sucesso nos Estados Unidos e a Turner está confiante de que o mesmo acontecerá no Brasil.

'Ao integrar o melhor do Esporte Interativo com a TNT e o Space teremos os primeiros superstations para o público brasileiro, com o melhor de todos os gêneros, atendendo aos desejos dos nossos fãs, incluindo futebol ao vivo, séries originais, programas de variedades, blockbusters de Hollywood e eventos exclusivos ao vivo', diz Antonio Barreto, gerente geral da Turner Brasil.

https://br.yahoo.com/esportes/noticias/fim-espor...es-192500210.html


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CRISPIM em 9/8/18, 18:58       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 8710 | Itajaí - SC
  
 

Mais de 180 profissionais da Tv demitidos.

Esta Turner veio pra modernizar e difundir o esporte e só gerou tristeza aos ex-funcionários do E.Interativo.

Antes de ocorrer estas compras ou fusões, deve ter aprovação e estar dentro das Leis. A Turner é complicada mesmo.

Lembram quando a Sky criou uma empresa de esporte no Uruguai?

Assim agem estes empresários pilantras e os fiscais do governo. No mínimo são corrompidos para aprovar tal projeto falido da Turner.


Sorriso amarelo


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Paulo.es em 9/8/18, 22:03       
anos | Dez 2006 | Mensagens: 1770 | Vitória - ES
  
 

Citação
Com a migração, a Turner aposta no Space e no TNT como canais "superstations", um conceito que é considerado sucesso no mercado americano. Assim, ambos terão produtos premium de todos os gêneros. É a primeira vez que a TV fechada no Brasil aposta em produtos de variados segmentos em um mesmo canal....

https://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/201...?cmpid=copiaecola


Isso eu achei interessante. Conteúdos variados e interessantes num mesmo canal. Melhor do que ter um monte de canal com conteúdo diluído e fraco, como é hoje.
Quanto menos canais, melhor fica a tv paga.


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