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Bolsonaro viaja a Davos para primeiro evento internacional
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Marcos R Salvi, 23/1/19, 12:10       
anos | Ago 2014 | Mensagens: 473 | Videira - SC
     

Ademir escreveu
A presença de bolsonaro em Davos, foi uma das coisas mais bizarras que já estiveram por lá.

A ponto de um prêmio nobel em economia americano afirmar que "o Brasil merecia alguém melhor", e que bolsonaro lhe dava medo!

Imagina se ele conhecesse o restante da família!

Estamos ferrados!

Imagina se ele conhecesse o malddad com os 32 processes por corrupção, formação de quadrilha e bla bla bla. Sera que ele se sentiria seguro?
Bolsonaro não vai agradar a todo mundo mesmo.
Mas ele vai fazer negocios com esse premio nobel americano ou com o Trump?
E o Trump gostou do Bolsonado, então td certo


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CRISPIM, 23/1/19, 13:14       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 9289 | Itajaí - SC
     

Marcos R Salvi, o cumpaheiro Ademir deve estar se referindo ao ex-presidentes do PT.


Estocar vento e outras tolices em seus discursos.


Alegre


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leco, 23/1/19, 18:10       
anos | Abr 2006 | Mensagens: 1958 | Curitibanos - SC
     

Basta comparar o discurso de Lula , para quem dizem que é analfabeto, deu um show na ocasião.
Eu não teria o menor ressentimento em apoiar bolsonaro se mudasse a sua postura de perseguição com os contrários, tivesse mais preocupação com o meio ambiente, enfim...Mas além de medíocre é vingativo e sectário.
Só o fato de hoje cancelar coletiva de imprensa mostra um sujeito despreparado e dependente dos ministros. Nitidamente cancelou por incompetência, mas alegou saúde.


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Jota_Winchester, 24/1/19, 4:50       
anos | Mar 2011 | Mensagens: 304 | Mafra - SC
     

https://open.spotify.com/user/tommyalbrecht/playlist/6i8kk8Fw4M27HQk38 5OVJN?si=81i3G6lLRv63R_klsHaB1w

Se colocarem Shine On You Crazy Diamond, o discurso do bozonaro (por mais bizarro que pareça) termina antes do David Gilmour começar a cantar.


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CRISPIM, 24/1/19, 8:33       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 9289 | Itajaí - SC
     

O tempo maior não é tão essencial assim, porque nas eleições o Candidato Bolsonaro tinha "8 segundos" na TV e derrotou outros candidatos com mais de 15 minutos...PSDB.

Nem sei porque agora vem estes comentários bizarros, pela esquerda.

Fidel Castro discursava por horas e um deles falou por mais de 4 horas e a platéia dormia.

Em 6 minutos disse o essencial e destacou as novas mudanças em nosso País.



Abs.


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Ademir, 24/1/19, 11:46       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 5324 | Paranavaí - PR
     

BOLSONARO EM DAVOS - OPINIÃO ESTADÃO

"VEXAME SEM PRECEDENTE..."



O cancelamento de entrevista em Davos comprovou as más condições de Jair Bolsonaro para o exercício de uma função física e psicologicamente exigente como a que acaba de assumir

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

24 Janeiro 2019 | 03h00



Num vexame sem precedente, o presidente Jair Bolsonaro evitou a imprensa em Davos, cancelando uma entrevista e deixando jornalistas e cinegrafistas brasileiros e estrangeiros à sua espera numa sala do Fórum Econômico Mundial.

Quinze minutos antes do evento, marcado para as 16 horas, plaquinhas com os nomes do presidente e dos ministros Paulo Guedes, Sergio Moro e Ernesto Araújo estavam sobre a mesa destinada aos entrevistados.

Pouco antes das 16 horas já se sabia da desistência de Bolsonaro. Jornalistas de plantão no hotel do presidente passaram aos colegas a confirmação do cancelamento e a explicação: Bolsonaro havia desistido de aparecer por causa da “abordagem antiprofissional da imprensa”. A justificativa foi dada, no hotel, por um assessor presidencial. Às 16h15, o Fórum cancelou oficialmente o encontro.

Logo correu entre os jornalistas credenciados em Davos outra explicação para a inusitada atitude de Jair Bolsonaro: a entrevista foi cancelada porque o novo presidente brasileiro é incapaz de se comportar como um chefe de governo, ou, em termos mais simples, como uma figura pública preparada para exercer esse papel.

Bolsonaro, a menos que surja outra interpretação plausível para sua atitude, foi incapaz de aguentar a tensão em seu primeiro teste internacional. O teste havia começado no dia anterior, quando ele foi cautelosamente conciso ao discursar numa sessão do Fórum. Passou pela prova sem brilho, mas também sem desastre.

Conseguiu transmitir com firmeza uma parte importante de sua mensagem: o compromisso de criar no Brasil um ambiente favorável aos negócios, com menor tributação, maior segurança jurídica e regras menos complicadas. Mas desapontou quem esperava uma exposição mais clara dos planos, com indicação, por exemplo, das etapas de ajuste fiscal e dos passos para dinamização da economia.


Deixou, com essa apresentação, uma impressão mista – de cautela num terreno desconhecido, mas também de preparo insuficiente para a prova. No Fórum Econômico Mundial, apresentações de governantes, em sessões especiais, seguem geralmente um ritual. Depois de um discurso de até 30 minutos, o convidado responde a perguntas formuladas pelo fundador e presidente da instituição, o professor Klaus Schwab. O discurso durou 6 minutos, num prodígio de concisão para quem pretende anunciar os planos de um novo governo. Em seguida, houve respostas quase telegráficas às perguntas do anfitrião. Schwab pareceu encerrar a entrevista principalmente por desalento, concluindo em 15 minutos um evento programado para meia hora.

Bolsonaro acertou ao falar sobre a criação de condições mais favoráveis aos negócios. O Brasil se destaca negativamente, nas comparações internacionais, pelo ambiente ruim para a vida empresarial. As queixas normalmente acentuam o peso da tributação, a complicação do sistema tributário, a insegurança legal e cipoal de regras burocráticas. Tem havido melhoras em alguns pontos, com a redução, por exemplo, do tempo necessário para abrir ou fechar uma empresa ou dos procedimentos para importar ou exportar. Mas é preciso ir muito mais longe e o governo dará um bom sinal aos investidores se entrar de forma decidida por esse caminho.

O recado seria muito mais interessante se adiantasse, por exemplo, informações sobre como o governo poderá reativar os investimentos em infraestrutura, indicando a participação esperada do capital privado.

Vários ministros mexeram no discurso. Produziram um mexidão com ideologia e insuficiência de informação relevante. Foi mais uma versão requentada de um discurso eleitoral. Mesmo os frequentadores mais conservadores de Davos devem estar pouco interessados na restauração dos valores da família brasileira. Os menos pacientes devem ter achado patética a afirmação sobre como foi escolhida a equipe de governo. “Pela primeira vez no Brasil”, disse Bolsonaro, “um presidente montou uma equipe de ministros qualificados.”

Ele ainda tentaria, em vários encontros e com a entrevista marcada meio de improviso, transmitir ideias mais claras e falar com maior pragmatismo. Mas o cancelamento da entrevista comprovou suas más condições para o exercício de uma função física e psicologicamente exigente como a que acaba de assumir.

https://opiniao.estadao.com.br/noticias/notas-e-informacoes,bolsonaro- em-davos,70002691926


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CRISPIM, 24/1/19, 13:27       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 9289 | Itajaí - SC
     

Muitos comentários contras e prós do Governo Bolsonaro em Davos, porém, significa que ele não desistiu em se preocupar em tirar o povo da miséria, criminalidade, desemprego, corrupção, drogas...para nos Famílias Brasileiras, todas.

Saúde em primeiro lugar e pior fosse ele desistir do sonho, que apostamos nele.


Abs.


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daiohsama, 25/1/19, 10:06       
anos | Mar 2008 | Mensagens: 51 | Guarulhos - SP
     

Ademir escreveu
BOLSONARO EM DAVOS - OPINIÃO ESTADÃO

"VEXAME SEM PRECEDENTE..."



O cancelamento de entrevista em Davos comprovou as más condições de Jair Bolsonaro para o exercício de uma função física e psicologicamente exigente como a que acaba de assumir

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

24 Janeiro 2019 | 03h00



Num vexame sem precedente, o presidente Jair Bolsonaro evitou a imprensa em Davos, cancelando uma entrevista e deixando jornalistas e cinegrafistas brasileiros e estrangeiros à sua espera numa sala do Fórum Econômico Mundial.

Quinze minutos antes do evento, marcado para as 16 horas, plaquinhas com os nomes do presidente e dos ministros Paulo Guedes, Sergio Moro e Ernesto Araújo estavam sobre a mesa destinada aos entrevistados.

Pouco antes das 16 horas já se sabia da desistência de Bolsonaro. Jornalistas de plantão no hotel do presidente passaram aos colegas a confirmação do cancelamento e a explicação: Bolsonaro havia desistido de aparecer por causa da “abordagem antiprofissional da imprensa”. A justificativa foi dada, no hotel, por um assessor presidencial. Às 16h15, o Fórum cancelou oficialmente o encontro.

Logo correu entre os jornalistas credenciados em Davos outra explicação para a inusitada atitude de Jair Bolsonaro: a entrevista foi cancelada porque o novo presidente brasileiro é incapaz de se comportar como um chefe de governo, ou, em termos mais simples, como uma figura pública preparada para exercer esse papel.

Bolsonaro, a menos que surja outra interpretação plausível para sua atitude, foi incapaz de aguentar a tensão em seu primeiro teste internacional. O teste havia começado no dia anterior, quando ele foi cautelosamente conciso ao discursar numa sessão do Fórum. Passou pela prova sem brilho, mas também sem desastre.

Conseguiu transmitir com firmeza uma parte importante de sua mensagem: o compromisso de criar no Brasil um ambiente favorável aos negócios, com menor tributação, maior segurança jurídica e regras menos complicadas. Mas desapontou quem esperava uma exposição mais clara dos planos, com indicação, por exemplo, das etapas de ajuste fiscal e dos passos para dinamização da economia.


Deixou, com essa apresentação, uma impressão mista – de cautela num terreno desconhecido, mas também de preparo insuficiente para a prova. No Fórum Econômico Mundial, apresentações de governantes, em sessões especiais, seguem geralmente um ritual. Depois de um discurso de até 30 minutos, o convidado responde a perguntas formuladas pelo fundador e presidente da instituição, o professor Klaus Schwab. O discurso durou 6 minutos, num prodígio de concisão para quem pretende anunciar os planos de um novo governo. Em seguida, houve respostas quase telegráficas às perguntas do anfitrião. Schwab pareceu encerrar a entrevista principalmente por desalento, concluindo em 15 minutos um evento programado para meia hora.

Bolsonaro acertou ao falar sobre a criação de condições mais favoráveis aos negócios. O Brasil se destaca negativamente, nas comparações internacionais, pelo ambiente ruim para a vida empresarial. As queixas normalmente acentuam o peso da tributação, a complicação do sistema tributário, a insegurança legal e cipoal de regras burocráticas. Tem havido melhoras em alguns pontos, com a redução, por exemplo, do tempo necessário para abrir ou fechar uma empresa ou dos procedimentos para importar ou exportar. Mas é preciso ir muito mais longe e o governo dará um bom sinal aos investidores se entrar de forma decidida por esse caminho.

O recado seria muito mais interessante se adiantasse, por exemplo, informações sobre como o governo poderá reativar os investimentos em infraestrutura, indicando a participação esperada do capital privado.

Vários ministros mexeram no discurso. Produziram um mexidão com ideologia e insuficiência de informação relevante. Foi mais uma versão requentada de um discurso eleitoral. Mesmo os frequentadores mais conservadores de Davos devem estar pouco interessados na restauração dos valores da família brasileira. Os menos pacientes devem ter achado patética a afirmação sobre como foi escolhida a equipe de governo. “Pela primeira vez no Brasil”, disse Bolsonaro, “um presidente montou uma equipe de ministros qualificados.”

Ele ainda tentaria, em vários encontros e com a entrevista marcada meio de improviso, transmitir ideias mais claras e falar com maior pragmatismo. Mas o cancelamento da entrevista comprovou suas más condições para o exercício de uma função física e psicologicamente exigente como a que acaba de assumir.

https://opiniao.estadao.com.br/noticias/notas-e-informacoes,bolsonaro- em-davos,70002691926







Porque voce não faz igual ao "Jean" e desaparece se tudo tá errado pra voce!!! Cara chato!!! Meu Deus!!!


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Marcos R Salvi, 29/1/19, 11:38       
anos | Ago 2014 | Mensagens: 473 | Videira - SC
     

A esquera vai pirar com essa noticia
Hahahahaha
https://jovempan.uol.com.br/noticias/brasil/presidente-da-china-diz-qu e-esta-disposto-a-colaboracao-bilateral-pragmatica-com-bolsonaro.html? utm_source=facebook&utm_medium=social-media&utm_campaign=noticias&utm_ content=geral


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