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Eleições Já!”: direita espanhola mobiliza milhares nas ruas de Madri contra o Governo Sánchez
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Rafa!, 11/2/19, 20:00       
anos | Mai 2006 | Mensagens: 3432 | São Paulo - SP
     

Eleições Já!”: direita espanhola mobiliza milhares nas ruas de Madri contra o Governo Sánchez

Dezenas de milhares de pessoas – 45.000 de acordo com autoridades do Governo; 200.000 segundo os partidos presentes – compareceram neste domingo à concentração contra o primeiro-ministro da Espanha, o socialista Pedro Sánchez, na praça Colón de Madri sob o lema "Por uma Espanha Unida. Eleições já!". Assim como ocorreu ao longo dos últimos dias, o presidente foi acusado de ter “traído”, “humilhado” e ter “esfaqueado pelas costas” a Espanha. Participaram do gigantesco ato os líderes do conservador Partido Popular (PP), Pablo Casado, do centro direitista Cidadãos, Albert Rivera, e do ultradireitista Vox, Santiago Abascal, que foram fotografados juntos pela primeira vez.


Manifestação na praça Colón de Madri, neste domingo. VICTOR LERENA EFE

Na leitura do manifesto, pactado entre os partidos que convocaram o protesto (PP e Cidadãos) e o Vox, foi dito que Sánchez aceitou “as 21 exigências do separatismo” da Catalunha – apesar de que o Governo não reconheceu “o direito à autodeterminação” da Catalunha e não permitiu um “mediador internacional”, duas das exigências dos independentistas catalães para uma negociação que na sexta-feira foi dada por encerrada pelo primeiro-ministro.

No entanto, o Governo Sánchez atendera a uma das demandas e anunciou na última semana a figura de um "relator" nas negociações com os separatistas da Catalunha, que governam a região. Esse relator seria uma espécie de escrivão, responsável por registrar por escrito as discussões entre os partidos e o Governo espanhol sobre questão. Em jogo estava a aprovação do orçamento do Governo, rechaçado pelo PP e Cidadãos e dependente dos votos dos partidos separatistas que estão presentes na Câmara dos Deputados. Assim, a aceitação de um relator foi mal recebida pela direita espanhola, que acusou o governo Sánchez de traição e exigiu a convocação de eleições.

Dias depois, os partidos separatistas da Catalunha disseram que não votariam à favor do orçamento. Paralelamente, o Governo Sánchez disse que não aceitaria outras condições para a negociação, como o reconhecimento da autodeterminação do povo catalão. O Governo Sánchez então recuou e deu por finalizada as negociações. Tarde demais: a direita espanhola já estava se mobilizando para a manifestação deste domingo. Alguns partidos inclusive disponibilizaram transporte para os manifestantes que moram fora de Madri.

“O tempo de Pedro Sánchez acabou. Não cabe mais rendição socialista e chantagem independentista. Hoje começa a reconquista”, declarou Casado antes da leitura do manifesto. Rivera se expressou na mesma linha: “Estamos lotando a praça Colón. Existirá um antes e um depois dessa concentração. É o final de um mandato esgotado”. Abascal afirmou que “o golpe” na Catalunha deve “ser sufocado às últimas consequências”.

Os partidos que convocaram o protesto combinaram de não fazer atos políticos no palco e deixar que fosse a “sociedade civil” – três jornalistas subiram ao palco – a ler o manifesto. O PP se preocupava que um discurso político no palco desse maior protagonismo a Abascal, e Rivera aceitou que o formato fosse por fim o da leitura de um texto acertado entre todos. Os dois partidos se inquietavam, também, que os grupos de extrema direita que se somaram ao protesto, como a Falange Espanhola e as JONS, fossem à praça Colón com bandeiras anteriores à Constituição, mas sua presença passou despercebida.

“Compartilhamos a saturação da imensa maioria dos espanhóis pelo rumo suicida do Governo de Pedro Sánchez. Hoje estamos aqui reunidos para dizer ao Governo da Espanha que não estamos dispostos a tolerar mais traições e concessões àqueles que querem destruir nossa pátria”, leram os jornalistas no palco.

https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/10/internacional/1549795974_6 51696.html?fbclid=IwAR19wI7O8fZnzsQGRDgRmDUR5uogol3orDbtNiForisRKWZF1a fpkdif71w


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CRISPIM, 11/2/19, 20:11       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 9289 | Itajaí - SC
     

A Espanha virou um barril de pólvora com diversos grupos separatistas, os bascos e os catalões. Ainda não conformados com a formação do País.
- Uma minoria que desejam a separação, mas agitam e cobram do governo socialista, a separação da Catalunha, que foi debelado recentemente.

Tem muitos Brasileiros que residem lá!

Abs.


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