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Polícia do Rio prende suspeitos do assassinato de Marielle Franco
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Ademir, 12/3/19, 9:50       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 5438 | Paranavaí - PR
     

Marcela Lemos e Nathan Lopes*
Colaboração para o UOL, no Rio, e do UOL, em São Paulo
12/03/2019 05h55Atualizada em 12/03/2019 09h07

Um policial militar reformado e um ex-PM foram presos na madrugada de hoje suspeitos de participação direta no assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e do motorista do carro em que ela estava, Anderson Gomes. O crime completa um ano na próxima quinta (14). O policial reformado Ronnie Lessa, 48, e o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, 46, foram alvos da Operação Lume, realizada em conjunto pela Polícia Civil com o MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro).


O PM reformado Ronnie Lessa, acusado de efetuar dos disparos que mataram Marielle

Segundo a Promotoria, Lessa é apontado como o autor dos disparos que matou os dois. Já Queiroz, que foi expulso da PM, estaria conduzindo o carro usado no crime, de acordo com as investigações. Os dois foram denunciados pelo MP por duplo homicídio qualificado. O UOL ainda não conseguiu contato com a defesa dos suspeitos.

No carro onde estavam Marielle e Anderson, também estava a assessora da parlamentar Fernanda Chaves, que não foi atingida pelos disparos. Os dois suspeitos também foram denunciados pelo MP por tentativa de homicídio contra ela.

Lessa foi preso em condomínio onde Bolsonaro tem casa

Lessa foi preso em sua casa, no mesmo condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro (PSL) tem uma casa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Contra Lessa, o MP também pediu a suspensão da sua remuneração e do porte de arma de fogo do policial militar reformado.

A Promotoria também pede que se pague uma indenização por danos morais aos familiares das vítimas, além de que seja fixada uma pensão em favor do filho menor de Anderson até que ele complete 24 anos de idade. Atualmente, ele possui dois anos de idade.

Além das prisões, a operação cumpriu mandados de busca e apreensão nos endereços dos suspeitos. O objetivo é apreender documentos, telefones celulares, notebooks, computadores, armas, acessórios, munições e outros objetos.

"A empreitada criminosa foi meticulosamente planejada durante os três meses que antecederam o atentado", diz a Promotoria.

O MP diz que "é inconteste que Marielle foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia". Para os promotores, o assassinato foi um golpe ao "Estado Democrático de Direito".
Lessa pesquisou sobre Marielle, diz MP

De acordo com as investigações, Lessa fez pesquisas regulares na internet sobre os locais que Marielle frequentava. O deputado estadual e atual deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) e o, na época, interventor na segurança pública do Rio, o general Braga Neto, também eram alvo de buscas na rede.

O nome da operação, Lume, é uma referência a uma praça no centro da capital fluminense conhecida como Buraco do Lume. No local, Marielle desenvolvia um projeto chamado "Lume Feminista". Lá, ela também costumava se reunir com outros defensores dos Direitos Humanos e integrantes do PSOL. De acordo com o MP, outro motivo para o nome é que a expressão "trazer a lume" significa "trazer ao conhecimento público, vir à luz".
Queiroz foi expulso da PM por fazer segurança ilegal

Suspeito de ser o motorista do carro usado no crime, Queiroz foi expulso da Polícia Militar por fazer segurança ilegal em uma casa de jogos de azar no Rio de Janeiro. Ele foi um dos 43 denunciados pela Operação Guilhotina, deflagrada em fevereiro de 2011 pela Polícia Federal.

A investigação revelou um esquema de corrupção policial que incluía a venda de informações sobre operações e de espólio de guerra do tráfico, além do serviço ilegal de vigilância.

De acordo com a denúncia do MP do Rio, Queiroz fazia parte um grupo de 13 pessoas que atuava como segurança em casas de jogos de azar no bairros de Bonsucesso, Barra do Guaratiba e Botafogo. À época, ele estava lotado no 16º Batalhão da PM (Olaria).

Em 2016, a Corregedoria Geral Unificada da Secretaria da Segurança Pública decidiu expulsar Élcio e pelo menos outros sete PMs da corporação.

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2019/03/12/polic ia-do-rio-prende-suspeitos-do-assassinato-de-marielle-franco.htm


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leco, 12/3/19, 11:10       
anos | Abr 2006 | Mensagens: 2106 | Curitibanos - SC
     

Quem mandou ? Por qual motivaçao além das suspeitas?

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Ademir, 12/3/19, 11:48       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 5438 | Paranavaí - PR
     

leco, Exatamente.

Queremos saber que puxou a gatilho e quem mandou puxar o gatilho e porque?

Alguém sabe qual o cargo que a então vereadora Mariele disputaria nas próximas eleições antes de ser assassinada?

E quem foi eleito(a) para o cargo que ela disputaria?


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leco, 12/3/19, 12:05       
anos | Abr 2006 | Mensagens: 2106 | Curitibanos - SC
     

Pode ser um choque para alguns, não pra nós...E olha que nem precisa ter ido Rio algum dia...

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Ademir, 12/3/19, 13:50       
anos | Abr 2008 | Mensagens: 5438 | Paranavaí - PR
     

Suspeito de matar Marielle mora em condomínio de Bolsonaro no Rio



Marcela Lemos

Colaboração para o UOL, no Rio

12/03/2019 10h26Atualizada em 12/03/2019 13h27

Apontado pelo MP e pela Polícia Civil do Rio de Janeiro como o autor dos disparos que mataram a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes em 14 de março de 2018, o policial militar reformado Ronnie Lessa, 48 anos, mora no mesmo condomínio do presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro e foi homenageado na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio) em 1998.

Lessa foi preso na manhã de hoje na Operação Lume, realizada em conjunto entre os dois órgãos. Além dele, foi preso também o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, 46, suspeito de ser o motorista do carro utilizado para cometer o crime, que completa um ano nesta quinta-feira (14). Os advogados dos dois presos negaram que ambos tiveram participação no crime (veja abaixo).

O policial reformado foi preso em sua casa, no mesmo condomínio onde Bolsonaro tem uma casa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O delegado Giniton Lopes, da Delegacia de Homicídios, afirmou que não há qualquer relação entre Bolsonaro e o crime.


O condomínio Vivendas Barras tem pelo menos 50 casas e fica localizado em uma avenida na orla da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio. Os imóveis à venda no local variam de R$ 1,5 milhão a R$ 4,5 milhões, e têm entre três a cinco quartos. O aluguel no local costuma variar entre R$ 5 mil a R$ 10 mil.

Lessa foi homenageado na Alerj em 1998, quando recebeu moção de congratulações, aplausos e de louvor a pedido do deputado estadual Pedro Fernandes Filho (então no PFL, atual DEM). O policial reformado era, na época, lotado no 9º BPM, em Rocha Miranda, na zona norte do Rio. O parlamentar justificou a homenagem pela forma como o militar "vem pautando sua vida profissional".

"Sem nenhum constrangimento posso afirmar que o referido militar é digno desta homenagem por honrar, permanentemente, com suas posturas, atitudes e desempenho profissional, a sua condição humana e de militar discreto mas eficaz. Constituindo-se, deste modo, em brilhante exemplo àqueles com quem convive e com àqueles que passam a conhecê-lo", o então deputado na época.

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/03/12/susp eito-de-matar-marielle-mora-em-condominio-de-bolsonaro-no-rio.htm


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leco, 12/3/19, 14:11       
anos | Abr 2006 | Mensagens: 2106 | Curitibanos - SC
     

Vai ter delação premiada?

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leco, 12/3/19, 17:54       
anos | Abr 2006 | Mensagens: 2106 | Curitibanos - SC
     

E o que dizer dos órgãos de investigação ou segurança que não tinham conhecimento de um miliciano mafioso no mesmo condomínio de luxo do presidente?
Aliás, já pensaram Lula nesse situação, qual seria a tônica da opinião pública?


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STOLEDO, 13/3/19, 13:51       
anos | Dez 2010 | Mensagens: 1492 | Borda da Mata - MG
     

se levantarem mesmo esse tapete, vai aparecer um montão.

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CRISPIM, 20/3/19, 17:00       Moderação
anos | Fev 2006 | Mensagens: 9422 | Itajaí - SC
     

Caso Marielle: PF cita ex-deputado Brazão (ex-MDB)

Flávio Costa e Sérgio Ramalho
Do UOL, em São Paulo, e colaboração para o UOL, no Rio
20/03/2019 13h36Atualizada em 20/03/2019 15h26

como possível mandante... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/03/20/caso -marielle-morte-domingos-brazao-investigado-possivel-mandante-rio-rj.h tm?cmpid=copiaecola


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WiRibeiro, 21/3/19, 6:26       
anos | Set 2018 | Mensagens: 45 | Itaquaquecetuba - SP
     

leco escreveu
E o que dizer dos órgãos de investigação ou segurança que não tinham conhecimento de um miliciano mafioso no mesmo condomínio de luxo do presidente?
Aliás, já pensaram Lula nesse situação, qual seria a tônica da opinião pública?


E o que tem a ver uma coisa com a outra? Até isso os órgãos de investigação são obrigados a saber? Não chegaram até ele? Não descobriram onde ele mora? O importante não foi a descoberta?.. Aliás, se não tivessem assassinado ela, o miliciano iria continuar tranquilo na casa dele. Foi até bom pro Bolsonaro e para os outros moradores do condomínio, ninguém merece ter um vizinho criminoso, miliciano.

Quanto a opinião pública, a tônica iria ser mesma que fizeram com o Bolsonaro. Muitos políticos, jornalistas, artistas e afins, principalmente deputados do PT e o PSOL, acusaram levianamente do Presidente mandar matar a Marielle (Jean Willys que o diga). O Bolsonaro que foi besta e não processou quem o acusou de ligação com o crime. Qual a vantagem a pessoa tem em mandar matar alguém que nem saiba da sua existência, e ainda por cima, contratar o vizinho para executar tal feito? Tem quer ser muito burro pra fazer isso.

A grande verdade é que a maioria da População, até mesmo quem vive gritando "élle presente", não conhecia a vereadora antes de sua morte. Só que aí, descobriram que ela era defensora da "minoria" e lutava por "igualdade" e pelos "direitos humanos" e começaram a fazer bandeira de suas ideologias em cima da morte dela, como se ela fosse um Mártir no Brasil. De repente, até a ONU passou a conhecer a vereadora.


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