Ele podia ter se tornado um excelente carpinteiro, mas graças a uma ajuda do destino – e do diretor de "Guerra nas Estrelas", George Lucas – ele se tornou Harrison Ford. Tema do "BIO ÍCONES" do dia 30 de Julho, segunda-feira, às 22h, Ford debutou no cinema em 1966, quando fez uma ponta em "O Ladrão Conquistador", mas, o que se seguiu a isso foi uma maré de azar tão intensa que, sendo ele já casado e pai de duas crianças, resolveu desisitir do sonho e se dedicar à carpintaria para garantir a renda familiar.

Um de seus clientes bem-relacionados, porém, estava convencido de que ele tinha mais talento para dramaturgia do que para trabalhos manuais, e decidiu convencer seu amigo George Lucas a lhe dar uma nova oportunidade no filme "American Grafitti" (1973), um grande sucesso de público.


"BIO Ícones" apresenta a história de Harrison Ford
Divulgação/BIO

Daí em diante, o ator conquistou alguns dos papéis mais emblemáticos do cinema mundial: Han Solo, em "Star Wars" de George Lucas (1977); Indiana Jones, em "Caçadores da Arca Perdida", de Steven Spielberg (1981) e Deckard, em "Blade Runner" de Ridley Scot, de 1986. Não bastasse isso, ele é dono de dois recordes, devidamente registrados no Guiness Book – o de ator de maior lucro de bilheteria e o de ator com maior número de filmes que ultrapassaram a marca de cem milhões de dólares nas bilheterias dos EUA.

Considerado o homem mais sexy do mundo, de acordo com votação da revista People, ele acaba de completar 70 anos e hoje está casado com a atriz Calista Flockhart (protagonista da série Ally Mcbeal). Uma de suas últimas participações de peso no cinema foi, mais uma vez, como Indiana Jones em "Indiana Jones e a Caveira de Cristal" (2008), quando provou que quase trinta anos depois de interpretar o personagem pela primeira vez, estava em plena forma.

"BIO ÍCONES", com Harrison Ford, será exibido no dia 30 de Julho, às 22h, no BIO.