O ‘The Voice Brasil’ foi apresentado à imprensa na tarde desta terça-feira, dia 18, na Central Globo de Produção, pelo diretor-geral, Carlos Magalhães, os quatro técnicos – Carlinhos Brown, Cláudia Leitte, Daniel e Lulu Santos – e os apresentadores Tiago Leifert e Daniele Suzuki. “O diferencial do programa é que trabalhamos com gente experiente, que vive de música, mas ainda não teve destaque no cenário musical nacional. Nosso papel é mostrar essas pessoas para o grande público”, explicou Carlos Magalhães. “Esse programa é para profissionais. Tem gente que está na estrada há anos”, complementou o diretor de núcleo J.B. de Oliveira, o Boninho, que também participou do evento.

No cenário da atração, jornalistas vivenciaram a experiência de escolher um candidato ouvindo apenas sua voz, sentados nas cadeiras giratórias. Na primeira fase do programa, será nessas cadeiras que os quatro técnicos escolherão as 12 pessoas para formar seus times, entre mais de cem concorrentes. Os técnicos ficarão de costas e terão que apertar um botão ao gostarem do que estão ouvindo. A cadeira, então, irá girar, revelando o dono da voz escolhida. Caso mais de um técnico opte pelo mesmo cantor, caberá ao candidato decidir com qual artista quer trabalhar. “A maior brincadeira do ‘The Voice’ é o compromisso dos técnicos de ouvir a voz, virar a cadeira e aceitar quem foi escolhido”, explicou Boninho.

Lulu Santos contou que a base de sua formação foram os programas de música e se mostrou confiante com o novo projeto. “Minha expectativa é muito boa, pelo nível técnico dos participantes e pelo encontro dos técnicos”, contou. Carlinhos Brown também elogiou os participantes selecionados para a primeira fase do jogo. “Nós quatro somos tutores e queremos o melhor para os participantes. Pelas audições, vimos que, em matéria de voz, o nosso país está muito bem preparado”, comemorou.

Daniel, por sua vez, enfatizou que o que importa não é o estilo musical, mas a qualidade vocal do participante: “Não é uma questão de procurar o estilo ideal. Se você acredita na voz, acaba apertando o botão. Nós não buscamos estilos, mas uma bela voz”, disse o cantor. Cláudia Leitte se disse empolgada com o projeto e com a formação de seu time. “Eu vou brigar pelos meus participantes. Sempre quis ser produtora de outros artistas. Sou do tipo que pega pesado mesmo”, brinca Claudia, que quer ser a técnica do campeão do jogo.

O apresentador Tiago Leifert revelou que sempre foi ligado à música e que fica nervoso ao assistir às seleções às cegas. “A gente assiste à performance e rola uma tensão, porque os técnicos ameaçam apertar o botão”, conta o apresentador, que explicou qual será seu papel nesta fase inicial do programa: “Eu aqui estou sendo mais repórter, conversando com os participantes. Eles já são artistas experientes que sabem o que querem. Eu tento mostrar histórias legais de cada um”. Daniele Suzuki também mostrará as histórias dos participantes em reportagens, ao acompanhar os bastidores da atração. “Eu não vou à casa deles, mas a casa deles vem até aqui, de certa forma. A gente se identifica com os participantes por causa da história e, depois que os vê cantar, começa a torcer. O programa é viciante porque a gente vê a evolução de cada um”, animou-se a apresentadora.