Nesta segunda-feira, dia 03 de setembro, o ‘Programa do Jô’ recebe Priscilla Presley, a viúva do “rei do rock” que está em São Paulo para a abertura da exposição “The Elvis Experience”. “É a primeira vez que os pertences de Elvis saem de Graceland. São mais de 600 itens como óculos, fotos, vídeos, presentes que recebia, discos e prêmios. Os fãs vão enxergá-lo como homem e não só como o mito”, conta.

O apresentador mostra trechos de alguns vídeos que estarão na exposição e conversa com Priscilla sobre essa visita ao Brasil. “É a segunda vez que venho para cá e estou muito empolgada. Na nova coletânea de Elvis, “I Am an Elvis Fan”, o repertório foi escolhido pelos fãs e pudemos perceber que há um grande número de admiradores brasileiros. Por isso decidimos que o primeiro lugar onde faríamos a exposição seria aqui”, diz Priscilla. Questionada como o cantor seria hoje em dia, Priscilla responde emocionada: “Ele teria 76 anos e continuaria lindo e encantador do mesmo jeito que víamos pela TV e pessoalmente. Ele sempre foi muito autêntico, nunca mudou sua personalidade”.

Durante a entrevista, Priscilla recorda como conheceu Elvis.“Já conhecia suas músicas e filmes, mas o achei muito mais bonito pessoalmente. E a mesma coisa aconteceu quando conheci Graceland. Eu tinha só 17 anos e me senti em um lugar mágico. Até hoje existe muita energia, parece que ele ainda está lá”, compartilha. Sobre a relação com os fãs, Priscilla fala da paciência que o cantor tinha com a fama: “Ele não ligava de ser assediado, mas no começo era muito difícil de entender por que as pessoas reagiam daquele jeito, aos gritos, tentando agarrá-lo. Ele não compreendia o efeito que ele e sua música causavam nos fãs”.

Sobre sua maneira de vestir, Priscilla diz que Elvis sempre gostou de roupas chamativas. “Uma vez, sua mãe recebeu um bilhete do seu professor relatando que Elvis se vestia como um playboy, com roupas chamativas. Ele só tinha 16 anos, já usava golas altas e evitava o jeans. Usou jeans apenas para fazer os filmes e, na verdade, a gola alta era para disfarçar seu pescoço, que ele achava muito grande”, se diverte.

Ainda no programa participam o artista Rogério Barros, que fala sobre a peça “Navalha na Carne”, e Manuel da Costa Pinto, jornalista e autor do livro “Paisagens Interiores e outros ensaios”.