No dia 21, às 22h, o canal de televisão por assinatura Nat Geo exibe o Super Domingo: Os Horrores do Nazimos, que mostra três documentários sobre o tema. O primeiro deles, exibido às 22h, é o “O Abajur de Pele Humana”. Este documentário narra a história de um homem que se dispôs a descobrir as origens e revelar os mistérios de um objeto tabu do Holocausto, que alguns historiadores afirmam ser algo que nunca existiu: abajures feitos de pele humana. Quando baixaram as águas da inundação causada pelo furacão Katrina, ficou para trás uma Nova Orleans devastada e um abajur estranho que um negociante ilegal afirmou ser feito de pele de judeus. Esta vertiginosa viagem vai desde Chicago até Buchenwald, desde laboratórios forenses ao estilo de CSI até os restos de um departamento de patologia onde a SS (tropa de proteção comandada por Hitler) realizava experimentos com os prisioneiros dos campos de concentração. Antes que a viagem termine, também é mostrada a vilã nazista mais notória de todos: Ilse Koch, conhecida como a bruxa de Buchenwald.

Às 22h45, entra no ar “Os Fantasmas do Terceiro Reich”, documentário dirigido pela brasileira Claudia Ehrlich Sobral que apresenta as comoventes e angustiantes histórias dos descendentes dos nazistas. Eles enfrentam seu passado familiar e comunicam seus sentimentos mais profundos de culpa que herdaram. Estes indivíduos, cujos familiares foram simpatizantes, oficiais ou membros da elite do regime nazista, compartilham o desejo comum de distanciar-se da ideologia nazista e das ações de seus antepassados, e de livrar-se da culpa, da vergonha e da dor, ao que seguem pagando um preço muito alto setenta anos depois. O confronto com o legado nazista é evocado também com a inclusão de momentos do Encontro Austríaco, um ponto de diálogo entre descendentes de criminosos de guerra nazistas e sobreviventes do Holocausto.

Às 23h30, é a vez de “Prisioneiros do Holocausto”, que mostra que quando os norte-americanos pensam em seu exército e no Holocausto, eles visualizam jovens soldados conquistando campos de concentração. Nunca pensam nos soldados como vítimas do nazismo. Mas em um lugar chamado Berga, prisioneiros de guerra americanos tornaram-se exatamente isso, trabalhando e morrendo como trabalhadores escravos em um dos mais secretos campos de concentração de Hitler. Esta é a história deles.