Despojado, descolado e, lógico, desbocado, Anthony Bourdain retoma suas andanças atrás de boas histórias e, principalmente, de bons pratos. A sétima temporada de ANTHONY BOURDAIN: SEM RESERVAS estreia em 9 de novembro, sexta-feira, às 22 horas, no TLC.

A nova safra tem como ponto de partida três países devastados por guerras civis: Haiti, Nicarágua e Camboja. Nestas nações, Anthony conversa com figuras importantes da política local que falam sobre a história recente de seus países e dividem sonhos de um futuro melhor para os cidadãos.


Bourdain vai a Belém e à selva amazônica

Claro que entre um papo e outro, Bourdain prova os pratos típicos desses países. Alguns são de dar água na boca, como os noodles do Camboja, país que Bourdain revisita após mais de 10 anos. Outros, causam uma certa estranheza, como a iguana da Nicarágua. Lá, ele vê a situação de centenas de pessoas que tiram seu sustento do lixão, em um trabalho sem proteção ou cuidado médico.

Nesta temporada, Bourdain volta também ao Brasil, mas desta vez deixa o eixo Rio-São Paulo de fora e vai conhecer a cultura amazônica para desvendar, nas palavras dele, “sabores que americanos e europeus nunca imaginaram”. A viagem de Bourdain pelo País começa em Belém, onde ele visita o mercado Ver-o-Peso e experimenta frutas como o biribá e o bacuri.

O viajante também fica impressionado com os peixes da Bacia Amazônica e se encanta com o sabor do filhote paraense. Claro que o tucupi não deixa de ser apreciado por Bourdain nem mesmo a farinha, elemento indispensável na alimentação da maior parte dos brasileiros. Para Bourdain, os pratos que experimentou não têm similares em lugar algum do mundo. São sabores completamente originais.

O desafio de Bourdain, no entanto, foi pescar um pirarucu, que vira uma deliciosa refeição, preparado na grelha, com cebolas, tomates e ervas e servido com vatapá. A visita ao Norte do País é uma experiência que Bourdain descreve como inspiradora. Na sétima temporada, Bourdain passa ainda por países como Japão, Cuba, Ucrânia e regiões como Nápoles, na Itália.