Em fevereiro, o Discovery Home & Health mostra histórias de superação que vão surpreender e emocionar a audiência. Confira as datas de exibição e horários abaixo:

"A Menina que Nasceu Esquizofrênica 2" (Born Schizophrenic: January’s Next Chapter) – Dia 17 de fevereiro, domingo, às 23 horas. Aos 4 anos, January foi diagnosticada com esquizofrenia. Seus pais tiveram de aprender a lidar com as mudanças de humor e momentos de ausência da filha.


January / Divulgação Discovery Home & Health

Batalha que está no especial "A Menina que Nasceu Esquizofrênica" (Born Schizofrenic: January’s Story), que será reapresentado às 22 horas, antes do novo documentário ir ao ar.

Cinco anos se passaram desde o diagnóstico e os pais de January já estão mais seguros dos passos que devem seguir para ajudar a filha a contornar as crises e tentar levar uma vida normal. Afinal, January toma medicamentos, faz terapia e a natureza de suas alucinações – ela vê crianças, gatos, cachorros e números – é outra. A garota está melhor e os psiquiatras atribuem a melhora à dinâmica familiar e aos esforços dos pais.

"A Menina que Nasceu Esquizofrênica 2" mostra esses esforços dos pais de January e acompanha os resultados de tanta dedicação, ainda mais numa situação em que eles ainda precisam lidar com mais um obstáculo: o irmão mais novo de January foi diagnosticado com autismo e os especialistas estão analisando se ele também sofre de esquizofrenia.

"A História de Charlote: 1 Ano Depois" (Charlotte: A Life Without Limbs) – Dia 24, domingo, às 23 horas.

Quando era bebê, Charlotte teve meningite. A infecção foi severa, mas a menina sobreviveu. Ela teve de amputar braços e pernas e sua luta pela vida foi mostrada no especial "A História De Charlotte (Baby Charlotte)" que o canal reprisa às 22 horas, antes da exibição do novo documentário. "A História de Charlote: 1 Ano Depois" acompanha o dia a dia da menina dos 2 anos e meio aos 5 anos e a batalha dos pais para dar à filha uma vida com menos limitações. Eles estão à procura de soluções para que Charlotte possa se locomover com maior independência.

A maior questão é lidar com Charlotte numa idade em que ela começa a perceber suas limitações ao interagir com outras crianças. A experiência deixa a menina, muitas vezes, frustrada, até que ela conhece outras pessoas com limitações físicas que usam próteses. Assim, Charlotte percebe que, para realizar sonhos como jogar futebol, ela precisa encarar o desafio de aprender a usar pernas artificiais.