Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o GNT presenteia o público feminino – e satisfaz a curiosidade do público masculino – com um novo “Saia Justa”. Presente na grade do canal desde 2002, o programa ganha, este ano, novas apresentadoras, roteiristas e cenário. O foco principal permanece o mesmo: temas da atualidade, comportamento e relações pessoais, discutidos por quatro mulheres, cada uma trazendo diferentes histórias, olhares e opiniões. No famoso sofá, o time conta com Astrid Fontenelle, a jornalista Barbara Gancia e as atrizes Maria Ribeiro e Mônica Martelli.


Foto: Divulgação GNT

Com trajetórias e perfis distintos, as quatro apresentadoras prometem manter a essência do programa com discussões divertidas e inteligentes. Considerada uma das maiores comunicadoras do Brasil, Astrid Fontenelle tem características já conhecidas pelo público, que darão ao programa o tom de sabedoria e leveza. “As quatro estão mostrando ter irreverência, inteligência com humor, e deboche”, avisa. “Acho que está tendo uma sintonia entre as quatro. Cada uma vem de um mundo diferente, tem um histórico de vida diferente. E isso vai ser notado claramente pelo público”, completa Mônica Martelli, que tem o humor como marca registrada.

Maria Ribeiro, que assiste ao programa desde sua estreia, conta como está sendo entrar para o time. “É um programa que tem uma história muito bonita, de várias pessoas interessantíssimas. Nunca imaginei fazer, mas, ao mesmo tempo, acho que tem a ver comigo”. Já a jornalista Barbara Gancia, apontada como a mais sarcástica entre as quatro, diz que o maior desafio de todas será conseguir conciliar a hora de falar. “Maria Ribeiro é a mais controlada, mas todas nós falamos muito”, brinca.

No novo formato, o cenário – projetado por Daniela Thomas e Felipe Tassara – ganha a possibilidade de ter uma plateia, permitindo que a atração receba convidados. “O “Saia Justa” costuma provocar reações em quem está assistindo em casa. É muito comum as pessoas sentirem vontade de expor suas opiniões. Por isso, decidimos criar uma plateia para que as pessoas possam participar e interagir com as apresentadoras”, explica Daniela Mignani, diretora do GNT. A atração continua sob a direção de Nilton Travesso, e o roteiro passa a ser assinado por Nina Lemos e Fred Coelho, que chegam à equipe para planejar novos quadros.

Considerada um dos carros-chefes do canal e há 11 anos em exibição, a atração contou com a participação de 12 mulheres e quatro homens, que colaboraram com suas ideias e opiniões e fizeram o sucesso do programa.

O “Saia Justa” vai ao ar toda quarta-feira, às 21h30, no GNT.

Conheça as novas “Saias” do programa

Astrid Fontenelle: “Não me acho a última bolacha do pacote. E não sou! Só sei que sei fazer televisão”

Astrid Fontenelle é jornalista e apresentadora de TV. Já passou pela Rede Globo – produziu o “Festival dos Festivais”, onde apresentou o primeiro “Hollywood Rock” -, foi repórter na TV Gazeta e na Revista Imprensa e teve também passagens pela TV Manchete, MTV Brasil e TV Bandeirantes. Em 2007, estreou no GNT à frente da primeira temporada do primeiro programa ao vivo do GNT, o “Happy Hour” e, em 2011, voltou ao campo de reportagem com o programa "Chegadas e partidas", um reality show que se passa no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Barbara Gancia: “Eu sou mais rústica, sou uma pessoa mais primária”

Barbara Gancia, 55, é colunista da Folha de S. Paulo e da Bandnews FM. Começou no jornalismo em 1984 e já trabalhou para "O Estado de S. Paulo", "O Pasquim, Edição SP", "Vogue", “Revista RG”, "Around", "Status" e "Elle". Sua área é o comportamento humano e seu temperamento oscila entre o polêmico e o super explosivo. É filha do ex-piloto Piero Gancia, primeiro campeão brasileiro de automobilismo (em 1966), e de Lulla Gancia, uma das poucas mulheres a correr de automóvel nos anos 60.

Maria Ribeiro: “Sou muito brava, meio furiosa com alguns assuntos. Tenho opinião sobre tudo, e gosto de provocar. Mas adoro que me convençam que estou errada”

Formada em jornalismo pela PUC-Rio. Dirigiu o documentário "Domingos", sobre Domingos Oliveira, e o curta "Vinte e Cinco". Fez seis novelas, sendo duas na TV Globo e quatro na Record, além da série "Oscar Freire, 279", no Multishow. Escreve desde 2009 crônicas para a revista Tpm. Atuou em 15 peças de teatro, sendo dirigida por nomes como Fauzi Arap, Domingos Oliveira, Paulo Betti, Marcelo Rubens Paiva e Hamilton Vaz Pereira. No cinema, contabiliza 11 filmes, com destaque para "Tropa de Elite" 1 e 2. Atualmente está em processo de montagem de seu documentário sobre a última turnê da banda carioca Los Hermanos.

Mônica Martelli: “Eu não tenho vergonha e medo de falar alguma coisa que estou pensando, que possa servir para aquele assunto”

Mônica Martelli é atriz e autora de um dos maiores sucessos do teatro brasileiro: Os Homens são de Marte…e é pra lá que eu vou". Iniciou sua carreira no teatro trabalhando com diretores como Marcio Vianna e Hamilton Vaz Pereira. Na televisão iniciou com Chico Anysio no programa Chico Total. Ao longo desses anos fez várias peças de teatro e participações na televisão. Estrelou o seriado " Dilemas de Irene" no GNT . No cinema, fez O Gatão de Meia Idade, e Trair e coçar é só começar. Protagoniza Alucinados , com estreia prevista para 2013, fez uma participação no filme Minha mãe é uma peça e se prepara para rodar em 2013 o filme do seu espetáculo Os Homens são de Marte …e é pra lá que eu vou! Em 2014.