bio Quando o então ator australiano Mel Gibson, nascido em 3 de janeiro de 1956, estreou no cinema, as críticas foram mais que positivas, sendo ele comparado a Clark Gable e Humphrey Bogart. À época de seu debut, o prestigiado jornalista Vincent Clark chegou a afirmar que não conseguia definir a qualidade de estrela, mas de qualquer maneira “Mr. Gibson a tinha”. O sucesso, então, chegou com Mad Max (1979), que rendeu duas sequências, e o astro, que parecia talhado para filmes de ação, manteve a fama graças a sua participação em Máquina Mortífera (1987), parceria com Danny Glover que rendeu quatro continuações.

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Divulgação / Bio [/creditos:181f8eaaed]

Entre outros blockbusters, destaque para O Patriota (2000), Do que as Mulheres Gostam (2000) – comédia com Helen Hunt em que abandona o papel do homem durão e tenta entender um pouco do universo feminino – e Sinais (2002). Mesmo contra a desconfiança generalizada, ele dirigiu e atuou em O Homem sem Face (1993), mas surpreendeu os céticos ao dirigir, produzir e atuar em Coração Valente (1995), Oscar de Melhor Filme, e, para sua consagração, de Melhor Diretor. Ainda à frente da direção, Gibson apresentou o polêmico A Paixão de Cristo (2004) e o filme de aventura Apocalypto (2006).

A boa fase, contudo, parece ter deixado o galã. O programa Mad Mel: Mel Gibson, que o BIO exibe no dia 16 de março, domingo, às 18h, mostra como uma série de atos impensados, ou não, fizeram com que a mídia passasse a dar mais atenção a sua desregrada vida pessoal, deixando uma mancha que, ainda hoje, abala sua reputação em Hollywood e no mundo.

Entre as muitas controvérsias que envolvem o nome de Gibson, o seu ultraconservadorismo católico explicitado nos filmes A Paixão de Cristo e Apocalypto. Soma-se a isso, seu problema com álcool – chegou a ser preso em 2006 por dirigir embriagado e em alta velocidade, mas diz estar sóbrio desde então – e suas brigas com a ex-mulher Osana Grigorieva, a quem terá de pagar US$ 750 mil após o divórcio de acordo com recente decisão judicial. Também já foi acusado de racista, homofóbico e de antissemita. Para tentar limpar um pouco a barra, o ator tem feito trabalhos voluntários, tais como visitas a hospitais infantis.

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