bio Em 1976, ele respondeu a um anúncio do baterista Larry Mullen Jr. para se candidatar a uma vaga em uma nova banda. O resultado da audição foi sua admissão num dos mais notórios e longevos grupos de rock do mundo, o U2. À frente de uma das bandas de maior sucesso dos últimos tempos, Bono é igualmente reconhecido pela amplitude e a eficácia de suas atividades humanistas e sociais. A trajetória do vocalista irlandês é destaque do programa Biography, no dia 3 de julho, quarta-feira, às 17, no BIO.

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Paul David Hewson nasceu em 1960, em Dublin. Aos 14 anos, após a morte de sua mãe, Bono entrou para gangues no subúrbio onde vivia, mas acabou se afastando desse universo ao se interessar por música. Inserido em um novo ambiente, começou a cantar com algumas bandas amadoras, muito embora fosse considerado desafinado – aliás, vem daí o seu irônico apelido, Bono Vox, cuja tradução livre é ‘voz boa’, e que virou o nome artístico.

Aceito pelo grupo que inicialmente foi batizado de Feedback, e depois de The Hype, ele se dedicou a fazer covers de rock. Foi somente quando passou a compor as próprias músicas é que a banda ganhou o nome definitivo de U2.

O astro, pai de quatro filhos, tem uma vida afetiva aparentemente estável: conheceu sua mulher Ali Hewson em 1975 e sete anos depois se casaram. Bono é, reconhecidamente, um dos maiores filantropos do meio artístico e um incansável batalhador pelos direitos humanos e por causas sociais, da luta contra a AIDS e outras enfermidades que afligem os mais pobres a ações de sensibilização para reduzir as dívidas e a fome de países do terceiro mundo. Por meio de seu sucesso e apelo popular, Bono concilia suas atividades artísticas com suas causas, conseguindo envolver líderes de governo, instituições religiosas, mídia e o mundo corporativo em sua luta humanitária.

Em 2011, os fãs ficaram aflitos ao ouvir o anúncio de que Bono tinha planos de acabar com o U2, mas para alegria do público o astro mudou de ideia e recentemente cantou a clássica Sunday Bloody Sunday em Nova York que dedicou à democracia no Irã.

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