A Claro, por intermédio do Instituto NET Claro Embratel, anunciou nesta sexta-feira (28) parceria inédita com o Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNICEF, no combate ao avanço da disseminação do vírus do zika pelo Brasil. Esta inovação tem o intuito de ajudar na pesquisa da evolução da doença em território nacional a partir de uma localidade. Neste primeiro momento, as cidades-base para o estudo serão Recife, Olinda, Campina Grande e Rio de Janeiro.

- Publicidade -

Esta é a primeira vez que uma companhia de telecomunicações contribui com o UNICEF no Brasil para evitar epidemias em uma escala maior. A partir de dados coletados pela equipe de Inteligência da Claro e seu sistema de informações geográficas e analytics, o UNICEF conseguirá observar o fluxo de deslocamento em cidades onde há surtos de doenças e impedir o avanço delas.

"Assim que o Instituto NET Claro Embratel solicitou o suporte da nossa área para trabalhar junto ao UNICEF no controle do surto do vírus, logo detectamos a oportunidade para a Claro com seus dados de localização. Isso representa uma quebra de paradigma na forma como usamos a tecnologia para trabalhar em prol à saúde pública", avalia André Guerreiro, diretor de Inteligência de Mercado da Claro.

No ano passado, o vírus do zika foi considerado emergência global pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e, recentemente, o Nordeste vêm sofrendo uma nova onda de surto da doença, o que já causa preocupação em pesquisadores. “Estamos buscando alternativas para entender a epidemia de zika no Brasil, prever novos surtos e conhecer melhor a situação das crianças e famílias afetadas na região. Por meio da parceria com o Instituto NET Claro Embratel, conseguiremos entender como as pessoas se movimentam nas cidades estudadas, conheceremos melhor as áreas infectadas e, assim, esperamos identificar possíveis novos focos da epidemia e estudar as melhores formas de combate”, explica Ana Cristina Matos, chefe da área de monitoramento e avaliação do UNICEF no Brasil.

- Publicidade -