No dia 13 de janeiro de 2012, navegando por águas calmas a cerca de 100 km de Roma, Itália, o navio Costa Concordia encalhou na costa da ilha italiana de Giglio Porto. Logo, algumas partes da estrutura ficaram inundadas, o que causou queda da força de propulsão e dos aparelhos elétricos. Com água entrando pelo casco, o navio afundou parcialmente. Embora a marinha internacional tenha entrado em ação e tenha pedido que o navio fosse totalmente evacuado em 30 minutos, foram necessárias seis horas para que os 3.229 passageiros e 1.023 tripulantes o deixassem e, ainda assim, 30 corpos foram encontrados sem vida pouco tempo depois.

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O especial inédito que o HISTORY exibe dia 14 de outubro, domingo, às 22h, Terror no Mar: O Naufrágio do Concordia, investiga os acontecimentos que levaram esse tipo de embarcação a encalhar. Por meio de imagens computadorizadas e depoimentos de sobreviventes e testemunhas, são revelados minuto a minuto os momentos de terror antes do acidente. Com uma capacidade de cerca de 4.000 passageiros e uma estrutura imponente, o caso remonta ao acidente com o Titanic, em que a pergunta que se fazia era a mesma. Como é possível que um navio daquele porte, um exemplo glorioso da tecnologia moderna, tenha sofrido um acidente tão terrível que deixou 32 pessoas mortas?

O acidente ganhou notoriedade internacional não apenas pela gravidade, mas, principalmente, pelo registro do diálogo telefônico entre o chefe da capitania, Gregorio De Falco, que ordenava ao comandante do navio, Francesco Schettino que retornasse ao navio, uma vez que ele fugia em um bote salva-vidas. A frase Vada a bordo, cazzo (suba a bordo, cazzo) virou hit na internet, à época. Nove meses após o ocorrido, o que sobrou do navio virou atração turística e milhares de visitantes fazem fila diariamente para pegar a balsa e poder ver de perto a parte da estrutura que fica visível sobre o mar.

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