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Drama de presidiárias em estado de amamentação é destaque na Record TV (Divulgação)[/creditos:0f7d74c240]Durantes quatro meses, os repórteres Marcus Reis, Laura Ferla, os cinegrafistas Leopoldo Moraes, José Straceri e o editor Lucas Wilches acompanharam o drama de jovens acusadas de furto, tráfico e assassinato, que cumprem parte da pena junto com os filhos recém-nascidos. E o Câmera Record de hoje, dia 23 de março, às 22h45, mostra que essas mães são obrigadas a entregar os seus bebês à família ou ao Estado antes do fim da amamentação.

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"Eu tô chorando assim porque eu não vou ter mais ela, mas é melhor pra ela". A frase é de Taylla. Ela vai entregar a filha, Isabelly, com apenas seis meses de vida, para a mãe. Presa por tráfico e muito emocionada, Taylla encontra forças para dar orientações: "Tem um leite aqui, ó, se ela quiser mamar, a senhora dá pra ela no carro. Tem bolachinha que ela come, de maizena. Tem um pouco de fralda, lenço e as roupinhas dela estão todas aí".

Fernanda é acusada de três tentativas de homicídio e espera ser solta antes de separar do filho Miguel: "Eu quero que ele nasça pra eu poder ver, poder cuidar, dar amor e carinho, independente do lugar que eu esteja”.

No presídio de Tremembé, na cidade de Taubaté, no Vale do Paraíba, o programa registrou mais um rompimento forçado entre mãe e filha. Lívia também cumpre pena por tráfico e não tem mais como adiar a entrega da filha a um parente: "Estou muito triste, mas não tem o que fazer. Espero reencontrá-la em breve".

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