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Tulipa Ruiz fala sobre inspiração e trajetória no Estação Plural (Divulgação)[/creditos:8509049d34]
A cantora e compositora Tulipa Ruiz é a entrevistada por Ellen Oléria, Mel Gonçalves e Fefito no programa Estação Plural desta sexta, dia 15 de julho, às 22h, na TV Brasil. No bate-papo, ela reflete sobre inspiração e conta sua trajetória no universo artístico. Natureza, urbanidade e sentimentos estão na poesia que Tulipa. "O que me inspira são lampejos do agora. A inspiração é tão imprevisível e isso é maravilhoso", define.

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Partindo do princípio de que a inspiração tem algo de divino, o programa aborda o sagrado e o profano. "Que maluco é pensar no profano sem ser em algo pejorativo, né? Porque o profano não é pejorativo. Acho que o profano é uma coisa terrestre. Ele não tem muita reflexão, não tem culpa. O profano é livre", reflete a cantora.

Com base numa declaração de Maria Bethânia dizendo que o palco é território sagrado, Tulipa Ruiz afirma que concorda com esse conceito. "É bonito quando a gente entende isso, que o palco é um lugar sagrado, e chega a esse lugar", destaca.

Natural de Santos, no litoral de São Paulo, Tulipa Ruiz cresceu na cidade São Lourenço, em Minas Gerais. Durante o Estação Plural, ela conta um pouco da influência cultural da família em sua obra. "Eu cresci nesse ambiente que incitava isso o tempo todo? Então, criar, fazer coisa, desenhar, ouvir música, fazia parte da nossa vida, era natural", recorda a artista.

O programa falou ainda da iniciativa de um grupo de Goiânia, a terra da Mel, de fazer um censo LGBT, para entender exatamente qual o tamanho da comunidade LGBT na capital goiana e basear as políticas públicas em dados reais. No quadro do dicionário pajubá, o desafio de Tulipa foi descobrir o significado da palavra "Crocodila".

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