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Zona de Conflito acompanha fotógrafo em cobertura de guerra (Divulgação)[/creditos:d4b7c7a957]Como é viver em uma região em guerra? O que está por trás das pessoas que lutam? E das que são obrigadas a deixarem suas casas?

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Zona de Conflito, série nacional que o canal History estreia no dia 4 de fevereiro, a partir das 23h35, acompanha o fotógrafo e documentarista Gabriel Chaim em uma viagem pelo Iraque e Síria, países afetados por guerras civis e que tentam se defender do Estado Islâmico. Em oito episódios, sendo dois inéditos por semana, o fotógrafo enfrenta perigos e, em meio a escombros, chega muito próximo às linhas inimigas, revelando as histórias das pessoas que vivem nessas regiões.

A série mostra a trajetória de Gabriel, a partir de São Paulo, até chegar a Kobane, em 2015. Ao longo da viagem, o fotógrafo conversa com líderes religiosos, soldados, comandantes, refugiados; caminha pelas ruínas e ouve histórias de famílias e crianças que tentam reconstruir suas vidas em meio a tanta destruição.

Nós já conhecíamos o trabalho da produtora e adoramos a ideia da série. Zona de Conflito tem tudo a ver com a programação do HISTORY, além de tratar de um tema muito atual. E as imagens são impactantes”, conta Krishna Mahon, diretora de Conteúdo Original do History, que acompanhou a série documental da origem à formatação final.

Sem poder pisar em território turco, pois foi preso e deportado por atravessar a fronteira ilegalmente, Gabriel precisa entrar pelo Iraque para poder voltar à cidade de Kobane, na Síria. E a equipe, formada pelo diretor da produção, produtor executivo e cameraman, acompanhou a rota a partir de Erbil, principal cidade do Curdistão Iraquiano, para Sharfadim, passando pelos fronts de Markhmour, Kirkuk e Rojava, até chegar ao destino final. "Meu objetivo sempre foi contar as histórias daquelas pessoas que vivem em meio a um conflito, escutá-las e mostrá-las ao mundo. A luta do povo no Oriente Médio sempre me instigou", explica Chaim.

O Gabriel é um fotógrafo documentarista de muito talento, mas o que mais me impressiona nele é a sua resignação pessoal pela busca das histórias daqueles que vivem a maior tragédia do século 21”, comenta André Pupo, diretor de cena da Hungry Man.

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