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Artista analisa o poder da voz e discute a criminalização da homofobia(Divulgação)[/creditos:090692c707]
Com sua performance inconfundível, a cantora mineira Maria Alcina é a convidada de Ellen Oléria, Mel Gonçalves e Fefito no prograna Estação Plural desta sexta-feira, dia 29 de julho, às 22h, na TV Brasil. Há mais de quarenta anos no universo artístico, ela mantém o visual repleto de brilho, colorido e extravagante que é sua marca registrada. O bate-papo aborda o poder da voz, as atitudes que prejudicam o próximo e a criminalização da homofobia.

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Na entrevista para o trio de apresentadores, Maria Alcina colore o cenário da atração com seu figurino abusado e carnavalesco. Também enche o estúdio da emissora com o som de seu vozeirão grave e sua presença de palco. No primeiro bloco, a conversa é exatamente sobre o poder da voz, esse instrumento de comunicação que tem muitos encantos. No embalo, a cantora dá uma palinha de "Fio Maravilha", composta por Jorge Ben Jor.

A turma do Estação Plural esclarece que a voz pode conquistar, seduzir e aproximar, mas também reprimir, assustar e afastar. Para ampliar o leque de opiniões, o programa ouve a professora Sulian Vieira Pacheco, especialista em Teatro. "A voz tem essa potência. Para controlá-la é preciso conhecer as possibilidades vocais. O tom de voz vai mudar e pode desviar, inclusive, o que se quer dizer", afirma a educadora.

No bloco seguinte, o assunto são as atitudes que incomodam muita gente, e como cada um pode agir para fazer a vida de todo mundo um pouco melhor. Maria Alcina reflete junto com os apresentadores o que é imperdoável no comportamento de uma pessoa.

Para terminar o programa, a discussão gira em torno da criminalização da homofobia. Ellen Oléria, Mel Gonçalves e Fefito debatem com a cantora a importância de se transformar a homolesbotransfobia em crime. O advogado Dimitri Sales explica esse processo. No teste do dicionário Aurélia, em que os convidados tentam descobrir o significado de expressões do universo LGBT, Maria Alcina é desafiada a falar sobre o sentido da palavra "Jorge" na linguagem pajubá.

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