28 Incríveis Adaptações de Stephen King para Assistir – Descubra Onde!

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Com uma vasta obra literária adaptada para o cinema e televisão, descubra quais são as melhores produções baseadas em Stephen King.

É possível listar 28 adaptações de obras de Stephen King? Definitivamente, sim. Ao longo dos anos, mais de 40 filmes e séries foram inspirados nos escritos do ícone do terror, autor de obras-primas como It – A Coisa, O Iluminado e Carrie. Atualmente, é raro encontrar uma história significativa de King que não tenha sido transformada em algum projeto audiovisual.

King nos presenteou com uma diversidade que vai do horror à ficção científica, do drama intenso ao suspense arrepiante, criando alguns dos vampiros, monstros, palhaços e pistoleiros mais icônicos da literatura. Muitos desses personagens já foram levados para as telas grandes e pequenas. Embora nem todas as adaptações tenham sido bem-sucedidas, muitas se destacam. Alguns desses projetos são considerados clássicos e contaram com a participação de diretores renomados como Stanley Kubrick, George A. Romero, John Carpenter, David Cronenberg, Tobe Hooper, Frank Darabont e Mike Flanagan.

Para marcar um ano promissor para os fãs do autor, com os lançamentos de O Macaco e A Vida de Chuck nos cinemas, compilamos os 28 melhores filmes e séries baseados nos romances, contos e coletâneas de Stephen King durante o mês de fevereiro. Um novo título foi adicionado à lista todos os dias. Agora, confira a lista completa abaixo!

Carrie, A Estranha (1976)

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Por que ver: O primeiro livro publicado por Stephen King, Carrie, A Estranha, estava predestinado a se tornar um sucesso cinematográfico, em grande parte devido ao instinto pop inigualável de Brian De Palma. Em 1976, no auge de sua carreira como cineasta provocador, De Palma transformou essa história intensamente sexualizada sobre uma adolescente, vítima de bullying e reprimida por uma mãe extremamente religiosa, que descobre ter poderes telecinéticos durante uma noite trágica, em um clássico instantâneo. Ele explora imagens de paranoia adolescente atemporais e estende o suspense do enredo de maneira quase insuportável, enquanto a dedicada atuação de Sissy Spacek queima na memória do espectador, marcando o surgimento de um dos mais emblemáticos contadores de histórias do século XX – no cinema também. – Caio Coletti

O Iluminado (1980)

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Por que ver: O Iluminado de Stanley Kubrick pode ser considerado o melhor filme desta lista, mas não pergunte a Stephen King sobre seus méritos como adaptação. As alterações na trama e os focos escolhidos por Kubrick foram suficientes para que o autor detestasse a forma como o livro foi traduzido para as telas. Contudo, como uma obra cinematográfica, este clássico do terror, estrelado por Jack Nicholson, é um titã do gênero, em grande parte devido à habilidade de Kubrick em capturar a essência assustadora que permeia tantas páginas escritas por King; uma presença que corrói e distorce personagens e locais até levá-los à loucura. Isso é evidente em Jack Torrance e no fato de que o Hotel Overlook parece ser lentamente descascado até se transformar num labirinto de morte e aparições. Kubrick e King podem ter suas diferenças, mas nós amamos ambos, e este é o filme que os uniu, quer queiram ou não. – Guilherme Jacobs

It – A Coisa / It – Capítulo 2 (2017, 2019)

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Por que ver: Financeiramente, estas são as maiores adaptações de Stephen King. Talvez tenha sido a oportunidade (o lançamento pós-Stranger Things significou que o público estava ávido por histórias como It, um livro que, claro, inspirou a série da Netflix). Talvez tenha sido o conhecimento geral sobre Pennywise, trazido à vida de forma memorável por Bill Skarsgard, ou talvez tenha sido o excelente trabalho de elenco, tanto com os personagens adultos quanto crianças. De qualquer forma, Andy Muschietti e seus colaboradores acertaram em cheio em praticamente todos os aspectos da obra de King. Desde o ambiente de uma cidade pequena e assombrada até a brutalidade das mortes, passando pela força da amizade e o desespero das perdas, os filmes de It são um sucesso. Embora possam ser criticados por talvez diluir demais a acidez da obra (além de assustadores, eles são, de fato, divertidos), os filmes representam a maior prova da durabilidade e do apelo comercial do escritor. – Guilherme Jacobs

Um Sonho de Liberdade (1994)

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Por que ver: Um Sonho de Liberdade é considerado o melhor filme da história do cinema segundo os usuários do site IMDb. Mais de 3 milhões de pessoas assistiram ao filme e deram uma nota média de 9.3, superando o 9.2 de O Poderoso Chefão e 9 de Batman – O Cavaleiro das Trevas. Distante dos temas habituais explorados por King, o enredo apresenta uma história de amizade entre dois presos interpretados por Tim Robbins e Morgan Freeman. Embora no livro o personagem chamado Red seja descrito como um descendente de irlandeses de cabelos ruivos cada vez mais grisalhos, Morgan Freeman conquistou o papel que tinha como favoritos nomes como Robert Redford, Harrison Ford e Clint Eastwood. O ator, que foi indicado ao Oscar, descreve o roteiro como um dos melhores que já leu e considera o filme o seu favorito de todos os tempos. Ele e mais 3 milhões de pessoas! – Marcelo Forlani

Na Hora da Zona Morta (1983)

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Por que ver: David Cronenberg é um dos muitos cineastas que já adaptou King, e com Na Hora da Zona Morta (The Dead Zone), ele se mostra um dos mais habilidosos em transportar a sensação de decadência social e a atmosfera assustadora do escritor. Embora nem tudo no filme funcione – especialmente o romance –, a história de Johnny Smith (um surpreendentemente contido Christopher Walken) que desenvolve uma espécie de premonição através do toque é uma excelente parábola para a sociedade decadente, a necessidade de enxergar além das máscaras e o custo de fazê-lo. O ritmo do filme tem seus altos e baixos, mas a obra mantém uma coerência visual e atmosférica até o final. A “zona morta” refere-se ao “poder” de Johnny, mas na prática, todos neste filme parecem estar morrendo. Eles só não sabem. – Guilherme Jacobs

Christine – O Carro Assassino (1983)

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Por que ver: Listar as adaptações de Stephen King é também citar grandes cineastas. Entre os primeiros cinco itens desta lista, já mencionamos Brian De Palma, David Cronenberg e Stanley Kubrick. Com Christine, adicionamos John Carpenter. O mestre do horror adaptou o livro, um conto sobre paixões adolescentes e obsessões sexuais encarnadas (ou metalizadas) em um carro demoníaco, em sua era de ouro como cineasta. Além dos espíritos e almas, King é um observador astuto da cultura estadunidense, especialmente em cidades pequenas e nas margens do sonho americano. Carpenter é, claro, o homem que trouxe o medo para os subúrbios com Halloween (1974), e nessa desconstrução da cultura dos anos 50, ele novamente perverte imagens clássicas, como o garoto do ensino médio em um carro bacana. – Guilherme Jacobs

O Nevoeiro (2007)

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Por que ver: Terminar histórias nem sempre é fácil, e King tem seus altos e baixos nesse aspecto. Talvez por isso ele aprecie especialmente um final que acerte em cheio, mesmo que seja diferente do que ele imaginou. Esse é o caso de O Nevoeiro de Frank Darabont, um filme que captura as piores vibrações que o autor conseguiu imaginar para essa história de invasão alienígena, claustrofobia social e desespero paterno, e então vai além, em direção à miséria com um dos finais mais dolorosos, inesperados e comicamente perturbadores possíveis. King declarou publicamente que prefere o desfecho do filme ao do romance, e entendemos completamente sua posição. O Nevoeiro tem momentos notáveis, acerta em cheio na construção da tensão (em grande parte devido aos excelentes visuais), mas são aqueles últimos 10 minutos que elevam esse filme a outro nível. Vai arruinar seu dia, mas vale a pena. – Guilherme Jacobs

Jogo Perigoso (2017)

Onde ver: Streaming na Netflix.

Por que ver: A primeira investida de Mike Flanagan na bibliografia de King, Jogo Perigoso demonstra a habilidade do cineasta em expandir os mundos criados pelo escritor na página sem distorcê-los. O livro de 1992, no qual o filme da Netflix foi baseado, era considerado “infilmável” por muitos, devido ao seu foco no espaço interior da protagonista, uma mulher que se vê presa em uma cabana quando o marido morre de infarto após algemá-la na cama durante um jogo sexual, mais do que em grandes eventos externos. Flanagan sabiamente coloca a sempre impressionante Carla Gugino no centro dessa trama, garantindo que o filme continue sendo um prazer de assistir mesmo enquanto ela permanece presa naquele cenário único. No entanto, ele também se aventura bastante com flashbacks e sequências delirantes, realizados

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