Marvel’s Spider-Man 2: balançando na maior moral
Mano, o bagulho é louco demais! O Homem-Aranha precisa ter aquela jogabilidade suave pra fazer jus ao herói, e a Insomniac mandou muito bem.
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Alternar entre balanço e planagem ficou mais maneiro do que todo mundo esperava, e o combate tá mais aperfeiçoado que nunca. Até o sistema de defesa que a galera tava com pé atrás acabou sendo uma adição sensacional!
Dragon’s Dogma 2: porradaria de primeira
Na boa, a Capcom é mestra em fazer sistemas de combate animais, e Dragon’s Dogma 2 não decepciona. As classes iniciais já são brabas, mas as avançadas são ainda mais insanas.
E aquelas lutas contra chefões? Mano do céu! Escalar um Ciclope pra meter porrada na cabeça dele nunca perde a graça!
Batman Arkham Knight: o morcegão no auge
O sistema de combate da Rocksteady é tão irado que inspirou um monte de outros jogos. A história pode ter seus problemas, mas a jogabilidade tá em outro nível.
Distribuir pancada usando todos os gadgets do Batman é muito satisfatório, e as missões stealth ficaram ainda melhores com o sistema de intimidação.
Ghost of Tsushima: samurai do barulho
Além de ser lindão, Ghost of Tsushima tem uma jogabilidade que é show! O combate é único e permite que você desbloqueie vários estilos diferentes pra enfrentar os diversos tipos de inimigos.
E o stealth? Tão daora que você nem liga de quebrar o código samurai de vez em quando pra meter aquele ataque surpresa!
Metal Gear Solid 5: furtividade na veia
Parceiro, The Phantom Pain é obrigatório pra quem curte stealth em mundo aberto. Controlar o Snake em missões tensas de infiltração é uma experiência única.
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Incompreensível: a Casa Branca publica um vídeo de prisões com… a música tema do Pokémon!
Mesmo depois de tanto tempo, tem algo no gameplay furtivo que faz a galera voltar sempre pra mais uma missão.
Conclusão: os reis do gameplay
De Zelda: Tears of the Kingdom a Cyberpunk 2077, esses jogos provam que mundo aberto pode ter jogabilidade impecável. Cada um no seu estilo, seja voando por Night City ou criando bugigangas em Hyrule, todos entregam aquela sensação única de controle que faz a gente viciar!
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Rogerio Samora é um veterano do jornalismo cultural, focando seu talento na categoria “Tendencia” do VCFAZ.TV. Baseado em Brasília, ele decifra as tendências emergentes no mundo do entretenimento, trazendo aos leitores perspectivas únicas sobre o que molda os gostos e preferências do público.