Horizon Forbidden West: onde robô não perdoa
Se você não aprender a desviar e usar as armas direito, as máquinas vão fazer picadinho da Aloy. Os inimigos robóticos são durões e não dão moleza.
Jujutsu Kaisen: Sukuna era o maior vilão, mas Gege o substituiu oficialmente
Call of Duty: Black Ops 7 – Trailer oficial de revelação da jogabilidade multijogador com algumas boas surpresas
O segredo é dominar todos os movimentos dela e descobrir a melhor forma de derrotar cada máquina. Sem isso, prepare-se pra virar sucata!
Caves of Qud: morra e aprenda
Esse roguelike é daqueles que você morre mais que vive. O começo é brutal e vai exigir muita paciência pra aprender com cada morte.
Mas depois que você pega o jeito das duas raças iniciais e faz umas alianças, as coisas começam a fluir. Só não baixa a guarda, porque o mundo ainda quer te destruir!
Ghost of Tsushima: dança das espadas
O jogo é lindo de doer, mas a beleza vem com preço. Jin precisa dominar várias posturas de luta e habilidades pra enfrentar os mongóis.
Conforme os inimigos ficam mais fortes, você precisa usar todo seu arsenal. Mas quando pega o jeito, até os brutamontes mais durões viram fichinha!
Project Zomboid: cada erro pode ser fatal
Esse não é jogo pra quem tem pressa! O game não te ensina nada e você precisa aprender tudo na marra.
Da base até a busca por recursos, tudo precisa ser calculado. Até entrar por uma janela quebrada pode te matar se você não tomar cuidado!
Spider-Man 2: novo poder, nova dor de cabeça
Os jogos do Homem-Aranha podem ser mais difíceis que a série Batman: Arkham! Se você não ficar ligado, toma porrada de todo lado.
One Piece: Oda finalmente revela qual personagem é o mais poderoso sem o Fruto do Demônio
Incompreensível: a Casa Branca publica um vídeo de prisões com… a música tema do Pokémon!
Esquivas e parries são essenciais, principalmente contra os simbiontes no final do jogo. Aquele brutamontes simbiótico vai te ensinar o valor de um bom parry!
NieR: Automata: beleza mortal
Um dos games mais bonitos já feitos, com uma jogabilidade que exige dedicação. O hack-and-slash é desafiador e você precisa dominar cada personagem.
Se não aprender direito, vai sofrer nos boss fights mais sinistros. Mas vale cada minuto de treino!
Elden Ring: FromSoftware sendo FromSoftware
O “git gud” nasceu com Dark Souls, e Elden Ring segue a tradição. Muita gente começou nos jogos da From por aqui.
A boa é que o mundo aberto te dá mais opções. Tá apanhando muito de um boss? Vai explorar, fica mais forte e volta pra dar o troco!
Tears of the Kingdom: simplicidade complexa
O novo Zelda tem um teto de habilidade altíssimo! As habilidades Fuse e Ultrahand abrem um mundo de possibilidades no combate.
O básico já é satisfatório, com parries e Flurry Rushes. Mas quando você fica ninja, consegue até derrotar King Gleeoks sem tomar dano!
Conclusão
Esses jogos provam que mundo aberto não significa moleza! Cada um tem seu próprio desafio, mas todos exigem dedicação e paciência pra dominar. A satisfação de finalmente “git gud” nesses games é impagável!
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Rogerio Samora é um veterano do jornalismo cultural, focando seu talento na categoria “Tendencia” do VCFAZ.TV. Baseado em Brasília, ele decifra as tendências emergentes no mundo do entretenimento, trazendo aos leitores perspectivas únicas sobre o que molda os gostos e preferências do público.