Confira os 10 Top Filmes do Prime Video para Assistir em Fevereiro de 2026!

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Não sabe o que assistir na plataforma de streaming? O Omelete tem sugestões para você

O Prime Video possui um catálogo extenso, com filmes de várias produtoras e também conteúdos exclusivos. No entanto, a interface um tanto quanto confusa pode dificultar a descoberta de excelentes filmes disponíveis. Pensando nisso, a equipe do Omelete montou uma seleção especial para você.

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Recomendações do Omelete

Seja você alguém que busca algo alinhado ao seu gosto ou esteja disposto a explorar novos gêneros, certamente encontrará algo interessante na lista a seguir. Composta por 10 filmes incríveis, agora disponíveis no Prime Video, você encontrará desde clássicos e lançamentos recentes até animações e grandes sucessos de bilheteria. Há opções para todos os gostos.

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Lista atualizada em 13 de fevereiro.

Homem-Aranha no Aranhaverso

Ganhador do Oscar de melhor animação e considerado um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos, Homem-Aranha no Aranhaverso apresenta um estilo de animação único, uma história de crescimento pessoal e pertencimento emocionante, e utiliza o conceito de multiverso de forma excepcional, superando muitas outras produções de heróis da Marvel. É importante destacar que a excelente sequência, Através do Aranhaverso, também está disponível no Prime Video – mas tudo começa com este filme.

Shrek 2

Optei pelo segundo filme da série, pois, apesar do primeiro Shrek ser um marco na animação, a maioria concorda que Shrek 2 é o melhor da franquia. O filme intensifica o humor e a quantidade de piadas, seja satirizando mais personagens dos contos de fadas ou apostando em cenas memoráveis (da cena de acusação na mesa de jantar ao número musical da Fada Madrinha, há muitos momentos inesquecíveis), e ainda adiciona uma camada de profundidade surpreendente aos personagens de uma saga que começou como pura sátira. Se Shrek 5 existe, a culpa é deste filme.

Wicked

Fenômeno de bilheteria no último ano e indicado a nada menos que 10 Oscars em 2025, o musical dirigido por Jon M. Chu traz uma narrativa alternativa envolvente de O Mágico de Oz, explorando a amizade entre duas feiticeiras (Cynthia Erivo e Ariana Grande), que futuramente se tornarão rivais. Com uma produção luxuosa — ganhando os Oscars de Melhor Design de Produção e Melhor Figurino —, músicas marcantes e uma dupla de protagonistas que domina tanto o drama quanto a comédia, este filme é um espetáculo visual e emocional.

Chefes de Estado

O diretor russo Ilya Naishuller (de Hardcore: Missão Extrema e Anônimo) dirige Chefes de Estado com uma energia criativa notavelmente superior à apresentada por Patricia Riggen em G20. A trama segue o presidente dos EUA (John Cena) e o primeiro-ministro britânico (Idris Elba), que apesar de inicialmente serem adversários, são forçados a cooperar após um ataque terrorista derrubar o avião presidencial perto de uma crucial reunião da OTAN na Itália. O filme é uma expansiva jornada de cooperação e sobrevivência, com os líderes viajando por diversos países do Leste Europeu.

Leia a crítica completa.

Coerência

Após esses dois grandes sucessos de ficção científica, Coerência pode ser o contraponto ideal: um filme independente sobre realidades paralelas, com um orçamento limitado que se reflete em um único cenário e um elenco relativamente desconhecido. No entanto, isso não diminui sua narrativa envolvente, à medida que um grupo de amigos descobre estar no meio de um fenômeno cósmico que pode criar múltiplas versões de cada um deles. A atenção aos detalhes do diretor James Ward Byrkit se destaca, e as implicações emocionais da trama se intensificam à medida que a história avança. É um filme que você vai querer assistir mais de uma vez.

Vingança

Para os fãs de A Substância, outro destaque recente do Oscar, Vingança compartilha a diretora Coralie Fargeat, que já demonstrava um estilo exagerado e uma abordagem ao body horror em seu trabalho anterior. Na trama, a amante de um homem rico é abusada por um dos seus cúmplices e deixada para morrer no deserto. No entanto, ela sobrevive e busca uma vingança brutal, como sugere o título do filme. É uma narrativa intensa, estilizada e catártica.

Imaginário: Brinquedo Diabólico

Imaginário é mais comparável a filmes como Se Minha Cama Falasse (1971), Abracadabra (1993) e Halloweentown (1998) do que aos remakes live-action de animações clássicas. A equipe criativa do filme compreende bem esse subgênero, desde a protagonista infantil com trejeitos teatrais (Pyper Braun, de A Casa de Raven) até a coadjuvante idosa excêntrica que explica a mitologia complexa do filme (Betty Buckley, de Carrie – A Estranha). Além disso, as sequências de fantasia são inspiradas esteticamente por obras inesperadas, como as de M.C. Escher.

Leia a crítica completa.

Babygirl

Os personagens de Babygirl são marcados por uma obsessão em manter uns aos outros sentados, e isso não é uma piada de duplo sentido. Durante as quase duas horas do filme de Halina Reijn (Morte. Morte. Morte.), é notável como o poder de manter os outros em uma situação desconfortável muda de mãos constantemente, refletindo as dinâmicas de poder que se estendem além dos jogos sexuais entre Romy (Nicole Kidman) e Samuel (Harris Dickinson).

Leia a crítica completa.

O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei

O último capítulo da saga O Senhor dos Anéis ainda detém o recorde de prêmios no Oscar, com 11 estatuetas. Sob a direção de Peter Jackson, é uma das conclusões mais bem realizadas na história do cinema, impressionando ainda mais pela grandiosidade da narrativa que representa. Repleto de momentos emocionantes, cenas de batalha detalhadas, cenários espetaculares e atuações marcantes, O Retorno do Rei é um exemplo de cinema em sua forma mais grandiosa.

Hedda

A personagem Hedda Gabler, imortalizada na peça de mesmo nome pelo dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, é perfeitamente interpretada por Tessa Thompson. A adaptação de Nia DaCosta se posiciona de forma quase impossível entre o formalismo dos dramas de época e a energia contemporânea de histórias sobre relacionamentos complexos e intrigas pessoais, reminiscente de produções como Bridgerton.

Leia a crítica completa.

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